Show da Mocidade na final de samba: Hoje, domingo, dia 29 de novembro, a partir das 17h, o Sereno de Campo Grande irá definir o hino que a agremiação levará para o seu desfile na Intendente Magalhães no carnaval de 2016.
Na ocasião, o Presidente da Escola Gilberto Leal irá anunciar a nova rainha de bateria Arielly Araújo e o seu novo intérprete oficial. (mais…)
Bezerra da Silva canta Pai Véio:Bezerra da Silva canta com seu humor característico a música ‘Pai Véio’.
Bezerra da Silva canta Pai Véio
Bezerra da Silva canta Pai Véio 171 – Bezerra da Silva
Qué falá com pai véio vem agora Porque pai véio já qué ir se embora Qué falá com pai véio vem agora Porque pai véio já qué ir se embora
Ih mai meu fio tá todo macumbado As piranhas estão te devorando Não tem um lugar nem prá dormir E ainda meu fio mora andando Escute o que o véio vai falá E num papé tú vai iscrivinhando
Qué falá com pai véio vem agora Porque pai véio já qué ir se embora Qué falá com pai véio vem agora Porque pai véio já qué ir se embora
Ih, mai me traga oito quilo di feijão Deis galinha bem gorda e bem pelada Deis quilo de arroz e macarrão E deis lata de doce de marmelada Deis garrafa de vinho do bonzão Que a tua mironga tá curada
José Bezerra da Silva (Recife, 23 de fevereiro de 1927 — Rio de Janeiro, 17 de janeiro de 2005) foi um cantor, compositor, violonista, percussionista e intérprete brasileiro dos gêneros musical coco e samba, em especial de partido-alto.
Bezerra da Silva – Pai Véio
No princípio, dedicava-se a gêneros nordestinos, principalmente o coco até se transformar em um dos principais expoentes do samba nos anos seguintes. Através do samba, cantou sobre os problemas sociais encontrados dentro das comunidades, se apresentando no limite da marginalidade e da indústria musical. Estudou violão clássico por oito anos e passou outros oito anos tocando na orquestra da Rede Globo, sendo um dos poucos partideiros que lia partituras,
Gravou seu primeiro compacto em 1969 e o primeiro disco em 1975, de um total de 28 álbuns lançados em toda a carreira que, somados, venderam mais de 3 milhões de cópias. Ganhou 11 discos de ouro, 3 de platina e 1 de platina duplo. Apesar de ter sido um dos artistas mais populares do Brasil, foi um artista bastante ignorado pelo “mainstream”.
A partir da série Partido Alto Nota 10 começou a encontrar o público. O repertório dos discos passou a ser abastecido por autores anônimos (alguns usando codinomes para preservar a clandestinidade) e Bezerra. Antes do Hip Hop brasileiro, ele passou a mostrar a sua realidade em músicas como: “Malandragem Dá um Tempo”, “Sequestraram Minha Sogra”, “Defunto Caguete”, “Bicho Feroz”, “Overdose de Cocada”, “Malandro Não Vacila”, “Meu Pirão Primeiro”, “Lugar Macabro”, “Piranha”, “Pai Véio 171”, “Candidato Caô Caô”. Em 1995 gravou pela gravadora CID “Moreira da Silva, Bezerra da Silva e Dicró: Os Três Malandros In Concert”, uma paródia ao show dos três tenores, Luciano Pavarotti, Plácido Domingo e José Carreras.
TRILHAS DO SAMBA: apresentação de diferentes sotaques, formatos e possibilidades do samba. É bom saber que o Sesc ainda oferece música de qualidade com entrada franca.
Samba: Confira a programação do Sesc Campo Limpo para Dezembro/2015
Trilhas do Samba – Clara Moreno: Show Samba Esquema Novo ‘De Novo’
Clara Moreno
A cantora Clara Moreno apresenta seu novo CD Samba Esquema Novo ‘De Novo’, lançado pela Biscoito Fino. O trabalho é uma releitura do disco de estreia de Jorge Benjor, Samba Esquema Novo, em 1963, considerado um marco na história da música popular brasileira.
A novidade na música de Benjor era que seu samba de (enganosa) aparência primária incorporou, na levada de seu próprio violão, toques de rock e da música negra norte-americana que brotava com viço nos Estados Unidos naquela década de 1960. Músicas como “Mas que Nada”, “Chove Chuva”, “Balança Pema”, “Rosa”, “Menina Rosa” e “Por Causa de Você”, compõem o repertório deste trabalho. Grátis. 04/12. Sexta, às 19h30(mais…)
Fundo de Quintal no Dia Nacional do Samba: O Dia Nacional do Samba, comemorado no dia 02 de dezembro, terá um gostinho especial para o Grupo Fundo de Quintal e para o público. Em comemoração a data, o grupo, oriundo do bairro de Ramos, faz sua estreia no palco do Imperator. E para essa comemoração, o grupo promete um show imperdível e lança o CD de inéditas “Só Felicidade”.
Fundo de Quintal comemora Dia Nacional do Samba com estreia na Zona Norte
A faixa que leva o título do CD já é uma das mais pedidas nas rádios e rodas de samba, mas o grupo promete tocar os sucessos, entre eles os clássicos: “Lucidez”, “Nosso Grito”,“Chuá Chuá”, “O Show Tem Que Continuar”, “Parabéns Pra Você”, “A Amizade”, “Batucada dos Nossos Tantãs”, “E Eu Não Fui Convidado”, “Boca Sem Dente”, “Ô Irene”, “Só pra Contrariar e “Vai Lá Vai Lá”.(mais…)
Waldir 59, como o sambista era conhecido, foi vítima de parada cardiorrespiratória nessa madrugada (25/11/1015). Deixa quatro filhas, oito netos e muita saudade.
Waldir 59 morre aos 87 anos no Rio
Waldir era integrante da ala dos compositores da Portela desde a década de 1950 e da Velha Guarda da agremiação desde sua fundação, em 1970.
Era considerado o sócio original mais antigo da escola de Madureira.(mais…)
Almir Guineto no Cassino do Chacrinha: em 1985 um dos mais famosos sambas do compositor: “Jibóia”. A qualidade do vídeo deixa a desejar, mas o registro é valioso!
Almir Guineto no Cassino do Chacrinha (1985)
Almir de Souza Serra (Rio de Janeiro, 12 de julho de 1946), mais conhecido como Almir Guineto, é um sambista e compositor brasileiro.
Fundador do Fundo de Quintal, Guineto é um dos maiores representantes do samba. Entre seus principais sucessos, destacam-se “Caxambu”, “Conselho”, “Jibóia”, “Lama nas Ruas” e “Mel na Boca”.
Nascido e criado no Morro do Salgueiro, na cidade do Rio de Janeiro, Almir Guineto teve contato direto com o samba desde a infância, já que havia vários músicos em sua família. Seu pai Iraci de Souza Serra era violonista e integrava o grupo Fina Flor do Samba; sua mãe Nair de Souza (mais conhecida como “Dona Fia”) era costureira e uma das principais figuras da Acadêmicos do Salgueiro; seu irmão Francisco de Souza Serra (mais conhecido como Chiquinho) foi um dos fundadores dos “Originais do Samba”.
Na década de 1970, Almir já era mestre de bateria e um dos diretores da Salgueiro e fazia parte do grupo de compositores que freqüentavam o Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos. Nessa época, Almir inovou o samba ao introduzir o banjo adaptado com um braço de cavaquinho. O instrumento híbrido foi adotado por vários grupos de samba.
Em 1979, Almir mudou-se para a cidade de São Paulo para se tornar o cavaquinista dos Originais do Samba. Lá fez “Bebedeira do Zé”, sua primeira composição gravada pelo grupo, onde a voz do Sambista aparece puxa o verso “Mas dá um tempo na cachaça, Zé/ Para prolongar o seu viver” e a sambista Beth Carvalho gravou algumas composições de Guineto, como “Coisinha do Pai”, “Pedi ao Céu” e “Tem Nada Não”.
No início dos anos oitenta, ele ajudou a fundar o grupo Fundo de Quintal junto com os sambistas Bira, Jorge Aragão, Neoci, Sereno, Sombrinha e Ubirany. Mas ele deixou o grupo logo após a gravação de “Samba é no Fundo de Quintal” – primeiro LP do conjunto – e seguiu para carreira solo. Almir conquistou fama com a premiação no Festival MPB-Shell, da Rede Globo, em 1981, em que interpretou o samba-partido “Mordomia” (de Ari do Cavaco e Gracinha).
Almir Guineto
Sua notoriedade como compositor e intérprete aumentaria ao longo daquela década. Beth Carvalho gravou “É, Pois, É” (parceria com Luverci Ernesto e Luís Carlos) em 1981, “À Luta, Vai-Vai!” (com Luverci Ernesto) e “Não Quero Saber Mais Dela” (com Sombrinha) em 1984, “Da Melhor Qualidade” (com Arlindo Cruz), “Pedi ao Céu” (com Luverci Ernesto) e “Corda no Pescoço” (com Adalto Magalha) em 1987. Alcione gravou “Ave Coração” (parceria com Luverci Ernesto) em 1981 e “Almas & Corações” (com Luverci Ernesto) em 1983.Jovelina Pérola Negra gravou “Trama” (parceria com Adalto Magalha) em 1987.
Em 1986, a gravadora RGE lançou o LP “Almir Guineto”, que teve grande sucesso comercial. Nesse disco, Almir Guineto gravou algumas de suas parcerias com Adalto Magalha, Beto Sem Braço, Guará da Empresa, Luverci Ernesto e Zeca Pagodinho. Entre os grandes destaques, estão “Caxambu”, “Mel na Boca”, “Lama nas Ruas” e “Conselho”.
Ainda naquela década, a RGE lançou os LPs “Perfume de Champanhe” (1987) – que teve repercussão com “Batendo na Palma da Mão” (parceria com Guará da Empresa) – e “Jeito de Amar” (1989). Em 1991, a gravadora lançou o disco “De Bem Com a Vida”.
Show de Arlindo Cruz na Lapa: O Lapa 40 Graus recebe no dia 27 de Novembro, sexta, o bamba do samba Arlindo Cruz fazendo show do CD “Batuques Do Meu Lugar”. Conhecido por seus hits, Arlindo Cruz é um dos sambistas mais festejados do Brasil. A abertura do show fica por conta do seu filho, Arlindo Neto.
Descendente de uma linhagem musical que está nas origens do samba na Casa da Tia Ciata com Donga, Pixinguinha e Joāo da Baiana, passando pelas rodas de samba promovidas por Candeia, chegando aos pagodes no Cacique de Ramos e o grupo Fundo de Quintal, Arlindo Cruz – que aos sete anos ganhou o primeiro cavaquinho – carrega com propriedade e orgulho o legado das religiões afro-brasileiras. (mais…)
O sambista e compositor Alexandre Rezende dará uma prévia do seu primeiro trabalho solo em um show intimista na sala de estar do Samba Rooms Hostel (Avenida Bias Fortes, 368, Lourdes) na quinta-feira, a partir das 20h. O show faz parte do projeto Meu Samba É Assim, produzido pelo Estúdio Pato Multimídia e pelo Samba Rooms Hostel.
Alexandre Rezende e suas várias vertentes do samba
Alexandre Rezende começou a se apresentar na noite de Belo Horizonte aos 18 anos, tocando nos bares tradicionais da capital mineira. Em 2002 montou seu primeiro conjunto de samba, o Clã do Jabuti. No ano seguinte, em 2003, foi finalista com três sambas de sua autoria no Primeiro Festival da Coopersamba, entidade formada pelos sambistas de Belo Horizonte.
O Jaqueirão do Zeca Pagodinho:Para escolher o seu repertório, Zeca organiza uma grande roda de samba conhecida como Jaqueirão.
O encontro é uma grande festa sem hora para acabar, onde cantores e compositores interagem e fazem um som. Dessa forma, sambistas têm a chance de apresentar e, quem sabe, ter sua música gravada por Zeca Pagodinho.(mais…)
Paulo Moura Documentário sobre samba: Grande virtuoso, Paulo Moura era amante do samba e das raízes africanas da nossa cultura. Daqueles músicos que deixaram um enorme legado musical. Em sessenta e cinco anos de vida profissional, o clarinetista e saxofonista, arranjador, maestro, compositor popular e sinfônico viveu o espírito de sua época (1932-2010) sempre alguns passos a frente.
Paulo Moura Documentário sobre samba
Assista ao documentário filmado em 1978 no Morro da Mangueira, RJ. O saxofonista, clarinetista, maestro e arranjador Paulo Moura conta fatos da sua vida e apresenta algumas músicas.
Apresentado no V Festival Internacional de Curtas, SP, 1994. 4 semanas em cartaz no Cine Veneza, RJ, em complemento do longa metragem The Art of Love, Arthur Rubinstein, de François Reichenbach. Produzido por: Flávio Tambellini. Fotografia e direção: Paulo Martins.
Paulo Moura
Paulo Moura (São José do Rio Preto, 15 de julho de 1932 – Rio de Janeiro, 12 de Julho de 2010) foi um compositor, arranjador, saxofonista e clarinetista brasileiro de choro, samba e jazz.
Samba de raiz em 1978
Moura era considerado um dos principais nomes da música instrumental do Brasil.
Paulo Moura fez muitas parcerias com a cantora Maysa de 1969 a 1975. Em shows na Boate Igrejinha, e no Especial da Tv Cultura “Maysa Estudos”.
Em 1982, compôs a trilha sonora do filme O Bom Burguês, dirigido por Oswaldo Caldeira.
Em 2005 fez turnê nacional e internacional do espetáculo Homenagem a Tom Jobim, ao lado de Armandinho, Yamandú Costa e Marcos Suzano.
Participou do documentário Brasileirinho, do finlandês Mika Kaurismaki, que em 2005 foi uma das atrações da mostra Fórum do Festival de Berlim. Sua última apresentação foi no Copacabana Palace em um evento da Sachal Records.(mais…)