Autor: pozzana

  • Marina Iris e Tomaz Miranda no Trapiche Gamboa

    Marina Iris e Tomaz Miranda no Trapiche Gamboa

    Marina Iris e Tomaz Miranda são jovens e talentosos cantores da nova safra do samba carioca.

    Lançam seus primeiros CDs neste sábado, 17/out, a partir das 22h30, na casa de samba Trapiche Gamboa

    Dois artistas da nova geração do samba que já dão o que falar nas rodas cariocas, Marina Iris e Tomaz Miranda, com muita alegria trazem os seus repertórios e faixas dos recém lançados CDs para animar os trapicheiros e garantir a melhor noite deste sábado.

    Marina Iris foi finalista da 3ª “Amostra do Concurso Novos Bambas do Velho Samba” do Bar Carioca da Gema, canta nossos compositores e dá louvável destaque aos mestres baianos; tem experiência em casas tradicionais do Rio, como Bola Preta, Bar do Tom, Centro Cultural Carioca, Centro de Referência da Música Carioca, Rio Scenarium e Bar Carioca da Gema e apresenta as faixas do seu 1º CD “Marina Iris”.

    Tomaz Miranda

    Tomaz Miranda com uma trajetória entre o carnaval de rua e as rodas de samba, apresenta seu recém lançado disco, “Os sambas que me dizem”. No repertório, músicas autorais e de representantes da nova geração como Raul DiCaprio, Leandro Fregonesi, Manuela Trindade, Thiago da Serrinha, Lazir Sinval e Abel Luiz, além de nomes como Moacyr Luz, Toninho Geraes e Toninho Nascimento.

    Couvert artístico: R$25,00. 18 anos. A casa abre às 20h30.

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    Sobre a casa “Trapiche Gamboa”:

    Situado no berço do samba, na Gamboa, entre a Pedra do Sal, a Ladeira do Valongo e o Largo da Prainha, entre o centro da cidade e o bairro da Saúde, o Trapiche Gamboa é um grande sobrado do século XIX (1857) e foi inaugurado como casa de shows em 2004. Ele se tornou um refúgio para o samba de roda (a mais autêntica forma de música brasileira) e consagrou-se como uma das maiores, mais bonitas e aprazíveis casas (de samba) da cidade. Importantes sambistas já passaram por lá e exímios músicos da nova safra do samba do Rio de Janeiro frequentemente realizam as magistrais rodas da casa.

    A arquitetura de 1857 e com pé direito de 13 metros está conservada com piso original e parede de pedra revestida com óleo de baleia. Antes de abrigar a casa de samba, o sobrado era uma oficina mecânica.

    Quem é do samba ou quer conhecê-lo melhor e mais de perto, seja carioca ou turista, deve visitar o Trapiche Gamboa, endereço de uma boa combinação de petiscos e de roda de samba como a dos antigos terreiros. No segundo andar, há ainda um mezanino onde é possível bater um papo com menos barulho. Já no terceiro andar, uma varanda oferece ar fresco com um barzinho à disposição. É bem aconchegante e convidativo.

    Classificação da casa: durante a semana: livre | sextas e sábados: 18 anos. Abertura da casa: segunda à quinta: 18h30 | sexta: 19h30 | sábado: 20h30.
    Horários dos shows: segunda à quinta: 20h30 | sexta e sábado: 22h30.
    Reservas de mesas (tels.: 2516 0868 / 2233 9276 / e-mail:  trapichegamboa@ig.com.br).

    Trapiche Gamboa: Rua Sacadura Cabral, 155 – Gamboa (próximo à Praça Mauá, entre a Pça. Mauá e o Hospital dos Servidores)

  • Grupo Arruda convida Diogo Nogueira

    Grupo Arruda convida Diogo Nogueira

    Roda de Samba do Imperator – Participação de Diogo Nogueira

    Por Marcelo Faria
    Para esta edição de outubro, a Roda de Samba do Imperator, dá o presente pelo Dia das Crianças, a todas as crianças que existe em cada um de nós e antecipa o presente de Natal. O Grupo Arruda que sempre comanda a roda, recebe como convidado, um dos mais consagrados nomes da nova geração do samba, o cantor Diogo Nogueira, para uma participação super especial.

    O sambista Diogo Nogueira, contará com o auxílio luxuoso dos músicos Inácio Rios, no banjo e vocal, Wallace Perez no violão e Henrique Garcia, no cavaquinho. Esse músicos fazem parte do timaço que acompanha o Diogo por todo o Brasil. Com o Grupo Arruda no comando, a atmosfera dessa roda será sensacional!

    A Roda de Samba do Imperator, será no dia 22 de outubro, a partir das 20h até a meia-noite. Não perca mais esta edição da roda, que já tomou conta do cenário carioca e se tornou referência, ao ponto de grandes nomes do samba, quererem participar.

    O projeto inovador tem como objetivo, além de levar grandes atrações para a casa de shows, é marcante, pois sempre apresentará um artista já consagrado pela mídia e público e jovens talentos do samba, para que tenham a possibilidade de maior visibilidade e auxiliar no impulsionamento de suas carreiras.

    O evento tem produção de Ângela Nogueira e realização do Imperator – Centro Cultural João Nogueira e Assessoria de Imprensa: Marcelo Faria – Agência Sambrasil Comunicações

    roda no Imperator

    Diogo Nogueira: Dispensa apresentações, com DNA de sambista, é filho do saudoso Mestre João Nogueira, em sua breve trajetória, arrebatou vários prêmios, como o Grammy Latino de Melhor Álbum de Samba, por “Tô Fazendo a Minha Parte”, em 2009. Com apenas oito anos de carreira oficialmente, considerando como marco o primeiro lançamento a levar sua assinatura, Ao Vivo (DVD e CD), gravado no Teatro João Caetano, no Rio, em 2007.

    Recentemente o sambista lançou seu mais novo trabalho, o CD “Porta-Voz da Alegria”, a faixa título,“Porta-voz da Alegria”, de André Renato (assim como Diogo, filho de peixe bamba – no caso, Sereno, do Fundo de Quintal) e Picolé, lembra de cara a vocação das rodas do Cacique de Ramos e a profissão de fé de partideiro. Outro grandes sucessos se destacam como: “Tenta a Sorte”(André Renato e Picolé), “Alma Boêmia” (Toninho Geraes e Paulinho Rezende), “Clareou”(Serginho Meriti e Rodrigo Leite), “Pra Amenizar Teu Coração” (Dudu Nobre e Sombrinha), “Na Boutique” e “Pra Ninguém Mais Chorar” (Dudu Nobre, Almir Guineto e Fred Camacho), uma saudação à velha guarda.

    Grupo Arruda: São 10 anos, completados em maio de 2015, de samba e amizade, pois o Arruda e seus componentes acreditam que o samba é muito mais que um estilo musical, é um estilo de vida, um jeito de viver. Tudo começou de maneira despretensiosa na famosa banca da tia Zezé, ao lado do viaduto da Mangueira, hoje se apresenta de maneira consistente em renomadas rodas de samba, como Renascença e Samba Luzia, além de conceituadas casas de show do porte da Lapa 40º, Imperator, Centro Cultural Carioca, Terreirão do Samba e outros redutos do samba. A intenção era apenas se divertir, relembrar os grandes mestres e sambas antigos da Estação Primeira. De lá para as melhores casas de shows e rodas de samba do Rio de Janeiro e São Paulo, são 10 anos fielmente dedicados ao mais brasileiro dos ritmos.

    Muitas conquistas marcam 2014, mas a principal, contou com a direção musical do mestre Milton Manhães e arranjos de Ivan Paulo, o grupo realizou o sonho de gravar o primeiro CD da carreira, homônimo. São 13 faixas inéditas, de renomados compositores, como Toninho Geraes, Claudinho Guimarães, Altay Veloso, Xande de Pilares, e, também, representando a nova geração, André da Mata, Rafael de Moraes, Armandinho do Cavaco e Nego Josy.

    Roda de Samba do Imperator – Centro Cultural João Nogueira – Participação especial de Diogo Nogueira

    Dia: 22 de outubro de 2015, das 20h às 00h

    Imperator: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier; Ingressos: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia-entrada), na bilheteria do Imperator e www.ingresso.com
    Informações: (21) 2597-3897 | 2596-6523

  • Flávia Bittencourt em show de lançamento do DVD Leve

    Flávia Bittencourt em show de lançamento do DVD Leve

    Sesc Belenzinho apresenta Flávia Bittencourt em show de lançamento do DVD Leve

    Show acontece no dia 24 de outubro com participação especial de Antúlio Madureira.

    A cantora e compositora maranhense Flávia Bittencourt faz show de lançamento do DVD Leve, no dia 24 de outubro, sábado, no Sesc Belenzinho, às 21 horas. O espetáculo tem participação especial do multiartista potiguar Antúlio Madureira, que também participa do DVD, na composição “Assum Preto”.

    Flávia Bittencourt

    O novo trabalho marca os 10 anos de carreira de Flávia Bittencourt. Gravado no Teatro Arthur Azevedo, em setembro de 2014, em São Luís do Maranhão, cidade natal da artista, o DVD tem ainda participação de outros convidados: Alcione e Bloco Tradicional Os Feras (em “O Surdo”), Luiz Melodia (em “Congênito”), as coreiras Josélia Santos e Ivone Barros (em “Franqueza”) e a bailarina Ana Botafogo (em “Rèconfort”)​. Os arranjos são coletivos e a direção musical é assinada pelo guitarrista e produtor Aquiles Faneco.

    Flávia gravou as composições inéditas “Rèconfort” (versão em francês de Clélia Morali para “De Volta Pro Aconchego”, de Dominguinhos e Nando Cordel), “Maracá Curumim” (Carlinhos Veloz) “Um Teu Segundo” e “Leve” (Flávia Bittencourt) e “Solidão” (Sérgio Habibe).

    Completam o repertório, músicas de autores consagrados, como “Hoje Eu Quero Sair Só” (Lenine, Mu Chebabi e Caxa Aragão), “Maracá Curumim” (Carlinhos Veloz),“Porque Brigamos” (Neil Dimond, versão de Rossini Pinto), “Pavão Mysterioso” (Ednardo),  “Franqueza” (Luiz Melodia e Renato Pial), “Carcará” (João do Vale), “Fanatismo” (Fagner e Florbela Espanca) – junto com “Vazio” (F. Bittencourt), “A Praieira” (Chico Science), “Eu Só Quero Um Xodó” (Dominguinhos e Anastácia), “Mar de Rosas” (I Never Promissed You a Rose Garden, Joe South, versão de Rossini Pinto), “Onde Você Levar (Alberto Trabulsi) e “Lamento das Flores” (F. Bittencourt, versão em inglês de Glyn Phillips) – junto com “À Primeira Vista” (Chico César).

    Nos arranjos das canções ressoam influências musicais da cantora que vão dos ritmos maranhenses – como bumba meu boi, tambor de crioula, bloco tradicional, tribo de índio -, passando pelo samba e por elementos da música pop e do rock. No DVD Leve, Flávia Bittencourt mostra sua estética particular, registra uma sonoridade peculiar, instigante e universal, desenvolvida a partir de suas experiências com músicos de várias partes do Brasil e do mundo.

    No show no Sesc Belenzinho, Flávia Bittencourt canta, toca violão, pandeiro e caixa do divino, acompanhada por Aquiles Faneco (guitarra e direção musical), Fabio Bergamini (bateria), Otávio Gali (contrabaixo), Felipe Tauil (percussão) e Rui Mário (teclado e sanfona). O convidado Antúlio Madureira canta e toca cabala e serrote.

    Show: Flávia Bittencourt

    Lançamento do DVD Leve

    Participação especial: Antúlio Madureira

    Dia 24 de outubro de 2015 – Sábado, às 21h
    Ingressos: R$ 25,00 / R$ 12,50 (meia-entrada) / R$ 7,50 (comerciário)

    SESC Belenzinho Teatro (3º andar. 392 lugares)
    Rua Padre Adelino, 1000
    Belenzinho (próximo ao metrô Belém), São Paulo/SP
    Telefone: (11) 2076-9700

  • Candeia

    Candeia

    Antônio Candeia Filho. mais conhecido como Candeia (1935 – 1978), foi um grande sambista, cantor e compositor brasileiro.

    Candeia

    Biografia Candeia

    O filho de Antonio Candeia e dona Maria, nasceu em agosto de 1935.

    Sambista e boêmio, o pai tocava flauta em rodas de choro e samba na década de 1930 e é considerado o idealizador das Comissões de Frente das escolas de samba. Tanto sua casa quanto a de dona Ester, ambas localizadas no bairro de Oswaldo Cruz, eram frequentadas assiduamente por sambistas, como Paulo da Portela, João da Gente, Dino do Violão, Claudionor Cruz, Cumpadi Cambé, Zé da Fome, Luperce Miranda.

    Dessas reuniões, acabou nascendo um bloco carnavalesco que teve vários nomes até chegar a “Bloco Vai Como Pode”. Desde os seis anos, Candeia frequentava esses encontros e, mais tarde, também participava das rodas musicais. Ainda jovem, aprendeu violão e cavaquinho, começou a jogar capoeira e a costumava ir a terreiros de candomblé.

    Como integrante da escola de samba Vai Como Pode, Candeia participou do núcleo original de sambistas que fundou a Portela.

    Em 1953, Candeia compôs seu primeiro samba para a nova escola de samba, “Seis datas magnas”, em parceria com Altair Marinho, que conseguiu a nota máxima do júri, um fato inédito até então. Venceu outras quatro seletivas de samba da Portela: “Festas juninas em fevereiro” (1955) e “Legados de Dom João VI” (1957), ambos em parceria com Waldir 59, “Rio, capital eterna do samba” e “Histórias e tradições do Rio quatrocentão”.

    No início da década de 1960, Candeia ingressou na Polícia Civil, assumindo o cargo de investigador. Ganhou fama como policial enérgico e truculento, principalmente com prostitutas e malandros, e chegou mesmo a receber vários prêmios por sua atuação na corporação. Sem abandonar o samba, dirigiu o conjunto Mensageiros do Samba, ao lado de Picolino e Casquinha, que realizou suas primeiras no bar Zicartola e, mais tarde, em 1964, teve lançado um LP.

    No entanto, sua carreira como policial terminou de modo trágico em dia 13 de dezembro de 1965. Ao se envolver em uma batida de trânsito, acabou surpreendido pelo motorista que lhe desferiu cinco tiros, um deles alojou-se na medula óssea e o deixaria sem movimento nas pernas. Com a paralisia, foi obrigado a se aposentar por invalidez e passou a se locomover em cadeira de roda. A limitação física o levou a mergulhar em uma profunda depressão. Ao mesmo tempo, Candeia pôde se dedicar exclusivamente ao samba, que passaria por profundas mudanças. Segundo pessoas próximas, ele se tornou mais sensível, equilibrado e liberto, corrigindo seu caráter e enriquecendo sua obra como sambista, que atingiria maturidade de caráter lírico e social, mostrando um homem amargurado, mas que tentará resistir. Muitas de suas letras procurariam discutir sua nova condição, tendo no compor e cantar do samba o sentido e o significado de sua vida.bem como ele se dedicou a retomar o legado de seu pai através dos pagodes que comandava. Isso contribuiu para que o sambista começasse a resgatar sua auto-estima.

    CandeiaEm 1970, ele teve seu primeiro disco como intérprete lançado pela gravadora Equipe. O LP “Candeia”, cuja capa fazia um jogo com as palavras autêntico, samba, original, melodia, portela, brasil e poesia que formavam o nome do sambista, continha doze canções de sua autoria, entre elas “Dia da Graça”, considerado um dos grandes sambas do compositor e feito em homenagem à Portela. No ano seguinte, foi lançado seu segundo LP, intitulado “Raiz” pela gravadora, que trouxe o samba “De qualquer maneira”, outro clássico do samba, cuja letra cria uma imagem figurativa da cadeira de rodas de Candeia à de um rei em seu trono.

    Em 1975, Candeia concluiu seu terceiro LP individual, “Samba de roda”, lançado pela Tapecar. Também naquele ano, participou da gravação do LP “Partido em 5″”, o primeiro de uma série de três volumes dedicados ao partido-alto, estilo que se tornou uma das bandeiras do sambista. Entre 1973 a 1976, Candeia foi um dos personagens do documentário homônimo de Leon Hirszman sobre o sub-gênero conhecido pela improvisação. Também em 1975, Candeia lançou um manifesto crítico aos rumos que a Portela vinha tomando no carnaval, com críticas severas e transparentes a direção, gigantismo, fantasias, alegorias, samba de enredo, destaques, participação de componentes e posição externa. Apesar do tom duro, o sambista apresentou propostas claras, radicais, elaboradas e sem meandros, que no seu entender evitaria que a escola não perdesse de vista seus objetivos iniciais. No entanto, elas jamais foram discutidas pela direção da escola de Oswaldo Cruz. Com isso, em dezembro daquele ano, Candeia e outros sambistas e compositores fundaram o Grêmio Recreativo de Arte Negra Escola de Samba Quilombo, que se propunha a ser uma agremiação carnavalesca diferente, enfatizando principalmente a identidade cultural afro-brasileira.

    https://www.youtube.com/watch?v=V7Z_6vxi3Pc

    Em 1977, Candeia participou do álbum “Quatro grandes do samba”, que contava também com Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Elton Medeiros. Também naquele ano, assinou com a gravadora estrangeira WEA, que era mais conhecida no mercado fonográfico por ser voltada a música dos Estados Unidos, fato que gerava críticas a Candeia. O sambista, no entanto, rebatia seus críticos, afirmando que jamais pensou em fazer concessões ao selo. A WEA lançou “Luz da inspiração”, onde Candeia trabalhou suas reflexões sobre a identidade cultural do negro brasileiro após a abolição. Ainda em 1977, ele começou a escrever o livro “Escola de samba: a árvore que esqueceu a raiz””. Candeia pretendia escrever o livro com Paulinho da Viola mas por falta de tempo do cantor, a obra foi escrita junto com Isnard de Araújo, devido à sua participação na criação do projeto Museu Histórico da Portela. Inicialmente proposto como um levantamento histórico da escola de samba, aproveitando depoimentos de integrantes da Velha Guarda portelense, o livro aprofundou as ideias de como uma escola de samba deveria se portar, como símbolo de arte e resistência negra.

    Com problemas nos rins decorrentes da sua paralisia, Candeia foi internado, mas se recusou a continuar o tratamento, alegando que não tinha tempo. Em 1978, seu livro foi finalmente lançado. Ele também conseguiu finalizar a gravação de Axé – Gente amiga do samba, o seu quinto e último álbum, considerado um dos mais importantes discos da história do Samba. Mas o sambista não viveria para ver seu lançamento. Em 14 de novembro daquele ano, ele teve uma crise aguda que o levou ao coma. O sambista foi internado no Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá. Seu estado piorou dois dias depois e Candeia morreu na manhã daquela quinta-feira por conta da infecção renal. Poucos dias depois, a WEA lançou o disco.

    Candeia permanece sendo um dos maiores sambistas da história. Muitas de suas composições estão entre as mais queridas do gosto popular e de grandes mestres da nossa música.

    Fonte: Wikipédia.org

  • Lançamento do CD Inventos

    Lançamento do CD Inventos

    GUANDUO | com Juliano Camara e Eduardo Pinheiro (violões). Lançamento do CD Inventos.

    Ganduo

    Em 2015 o Guanduo foi vencedor do XV Prêmio BDMG Instrumental, um dos principais concursos de música instrumental do país.

    Neste certame o duo ainda levou o prêmio de melhor arranjo, com a música Lamento Sertanejo.

    Neste mesmo ano o Guanduo foi finalista do concurso Violão Sem Fronteiras, ficando entre os 6 grupos selecionados para se apresentar no Festival Assad, organizado pelos irmãos Assad.

    O repertório do disco de estreia do Guanduo – que será apresentado na Casa do Choro – é muito diversificado e traz um pouco de todas as referências do duo.

    14 a 16 OUT às 19h
    Mais informações: casadochoro.com.br

  • Lançamento do CD Cosmopolita

    Lançamento do CD Cosmopolita

    Vale conferir o lançamento do CD, de Rogério Caetano e Eduardo Neves, na Casa do Choro.

    Amantes do choro podem apreciar no Rio de Janeiro a Série Choro da Lua, sempre na Casa do Choro

    O novo trabalho em Duo de Eduardo Neves & Rogério Caetano chamado Cosmopolita é o resultado de uma grande amizade e afinidade musical.

    Cosmopolita

    Com uma sonoridade contemporânea apontando para novos caminhos, fazem juntos uma música alegre, vibrante, camerística e despojada.

    Juntos exploram de forma natural o campo fértil da música popular brasileira interpretando obras autorais e recriando clássicos de Pixinguinha, Copinha, Nelson Cavaquinho e Dominguinhos

    ROGÉRIO CAETANO e EDUARDO NEVES | Lançamento do CD Cosmopolita. (RJ)

    28 a 30 OUT | 19h

    Preços: R$30 e R$15 (meia-entrada) | Classificação livre | Capacidade: 100 lugares
    Mais informações: casadochoro.com.br

  • Duo Nascimento Vinci na Casa do Choro

    Duo Nascimento Vinci na Casa do Choro

    Duo Nascimento Vinci em apresentações 26 e 27 de outubro na Casa do Choro

    Sempre bom apreciar a boa música instrumental, ainda mais quando ela e feita por compositores jovens, talentosos e cheios de história!

    Bruno Vinci, é de Pouso Alegre/MG e morador na cidade de São Paulo. É violonista 7 cordas. Além dos clássicos chorões, já acompanhou quase toda a trupe do clube do Milton: Toninho Horta, os irmãos Lô e Márcio Borges e Fernando Brant.

     Rafael Nascimento, de São Paulo/SP. É violonista 6 cordas. E também já tocou com muita gente jovem e da antiga, de Yamandú Costa ao mestre, Izaías do Bandolim.

    Duo Nascimento Vinci

    Ambos são discípulos de Luizinho 7 Cordas e Alessandro Penezzi, nomes de referência no violão brasileiro. Com trabalho autoral voltado para a música instrumental brasileira, o duo está preparando seu primeiro CD “Preto no Branco” onde exploram a sonoridade da formação com muita criatividade nas composições, interpretação e execução.

    26 e 27 OUT | 12h30
     com Bruno Vinci e Rafael Nascimento (violões).

    Preços: R$20 e R$10 (meia-entrada) | Classificação livre | Capacidade: 100 lugares

    Mais informações no site casadochoro.com.br

  • Lançamento do CD “Nossa Sambossa”

    Lançamento do CD “Nossa Sambossa”

    Lançamento do CD “Nossa Sambossa”

    O SAMBA ALINHADO COLOCA NA RODA O JAZZ E A BOSSA NOVA

    O desafio inicial era escrever algumas poucas linhas, mas diante de um projeto provocador toda pretensão nesse sentido se torna impossível. É o caso do Samba Alinhado que se apresenta ao grande público, com nome e sobrenome, trazendo um time afinado, cada integrante com seu invejável currículo.

    Ousadia e versatilidade apresentam-se na coragem em reunir ritmos de vários matizes e dar-lhes um colorido autoral. E explicam-se pela diversidade das composições que formam seu repertório.

    Foi essa pluralidade que se amalgamou e encontrou seu porto seguro no som e no ritmo do SAMBA ALINHADO, que traz em seu repertório a perfeita combinação de samba e bossa nova com suas raízes.

    SAMBA ALINHADO

    A PROPOSTA

    A ideia seminal é resgatar o vastíssimo repertório musical que a mídia deixou esquecido e apresentá-lo com arranjos com a identidade da bossa nova, do samba e da música instrumental.

    O verniz final é a prometida melodia, a harmonização, o swing e o ritmo do samba e da bossa nova com uma levada moderna.  O projeto completa-se com os instrumentos tradicionais da bossa nova, como o baixo acústico, o piano, o violão e a bateria. Todos integrados ao pandeiro, ao tamborim, ao tantã, ao surdo e às congas. Um perfeito casamento que resulta numa Sam bossa da mais alta qualidade.

    No rol das canções, figuram autores que representam essas diversas tendências, como Tom Jobim, Chico Buarque, Cartola, Pixinguinha, Vinícius de Moraes, João Donato, Djavan, Villa-Lobos, Hermeto Pascoal, João Gilberto, Dorival Caymmi, Marcos Valle, João Gilberto, João Nogueira, Paulo César Pinheiro, Baden Powell, Nonato Buzar, Paulinho da Viola e Wilson das Neves.

    Vencer esse desafio é tarefa para músicos tarimbados, aqueles que são capazes de executar harmonizações complexas sempre que são exigidos mais do que os chamados arranjos intuitivos.

    Show – Rival Petrobras 81 anos apresenta Samba Alinhado

    Lançamento do CD “ Nossa Sambossa”

    Dia 14 de outubro, quarta-feira, 19h30 no Teatro Rival Petrobras
    Rua Álvaro Alvim, 33/37, Cinelândia – Tel.: 2240.4469

    Preços:
    R$ 50 (inteira)
    R$ 35 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)
    R$ 25 (Meia-entrada)

  • Pedro Miranda / Lola Crioula

    Pedro Miranda / Lola Crioula

    Pedro Miranda / Lola Crioula (Geraldo Babão)

    Pedro Miranda fez essa bela gravação na Praia de Ipanema.

    Pedro Miranda estava com seu fiel colaborador, Luis Filipe de Lima com o seu violão de sete cordas.

    Naquele clima gostoso, de calor da areia e mulheres bonitas de biquíni, apareceram os amigos do Pedro, Alcides Antonio Marcos e Rafael de Moraes, que também são músicos, munidos de tamborim e pandeiro. Foi perfeito.

    Eles começaram com “Samba Original” (Elton Medeiros e Zé Keti) e continuou com “Lola Crioula” (Geraldo Babão).

  • João Nogueira e o Clube do Samba

    João Nogueira e o Clube do Samba

    João Nogueira e o Clube do Samba homenageiam Cartola

    João Nogueira e o Clube do Samba homenageiam Mestre Cartola com o diploma de sócio
    honorário pelos serviços prestados ao gênero brasileiro. Do Fantástico 1979.