Autor: pozzana

  • Partideiros 1978

    Partideiros 1978

    Partideiros 1978: Quem eram os grandes compositores do partido alto na década de 1970? 

    Neste precioso registro nomes que são referência até hoje de um estilo de samba que, segundo Candeia, era a mais autêntica expressão do samba. Entre esses bambas, Aniceto, Xangô da Mangueira, Martinho da Vila, Wilson Moreira, entre outros.

    Partideiros 1978

    https://www.youtube.com/watch?v=btB9zE-JpmU

    Partideiros 1978 – Documentário

    Produzido em 1978, o documentário Partideiros tem roteiro de Nei Lopes, Rubem Confete e Clóvis Scarpino, que também dirige o filme ao lado de Carlos Tourinho.  Outros nomes que marcam presença – Grupo Vissungo, Pandeirinho, Campolino, Casquinha, Argemiro, Osmar do Cavaco, Clementina de Jesus, Giovana, Geraldo Babão, Guará, entre outros.

    Documentário Breve História do Samba

    Wilson Moreira. Partideiros 1978
    Wilson Moreira. Partideiros 1978

    Como há discórdia entre estudiosos para definir o que realmente seria o partido alto, o curta-metragem percorre pelas memórias dos músicos ajudando a traçar a identidade dessa vertente do samba.

    Guará dança o partido, da forma como aprendeu com o pai. Bucy Moreira relembra figuras como Pixinguinha, João da Baiana e Donga tocando na casa de sua avó, Tia Ciata. Ao som de pandeiro, flauta ou instrumento improvisado, Aniceto conta que esse estilo era o mesmo que a chula, música sem letra, feita somente do solo das instrumentações. 

    Samba do partido-alto, partido-alto ou simplesmente partido, é um estilo de samba, surgido no início do século XX dentro do processo de modernização do samba urbano do Rio de Janeiro.

    Tem suas origens nas umbigadas africanas e é a forma de samba que mais se aproxima da origem do batuque angolano, do Congo e regiões próximas. Apesar de ser um dos subgêneros de samba mais tradicionais, não existe um consenso entre praticantes e estudiosos, menos ou mais eruditos, para definir o que seria essa derivação do samba, muito também pelas mudanças pelo qual ele passou de sua origem até os dias atuais.

  • Leandro Sapucahy no Projeto Samba com Feyjão

    Leandro Sapucahy no Projeto Samba com Feyjão: Neste sábado, dia 16 de Abril, a partir das 15h, rola a terceira  edição do Projeto: “Samba com Feyjão“, no Espaço Cultural Laurindo Rosa, em Campo Grande. O evento recebe o cantor Leandro Sapucahy, para uma grande roda de samba.

    Leandro Sapucahy no Projeto Samba com Feyjão

    Produtor de grandes nomes do samba e da MPB, como Arlindo Cruz e Maria Rita, Leandro Sapucahy lançou seu primeiro CD, “Cotidiano”, em 2006.

    Leandro Sapucahy no Projeto Samba com Feyjão
    Leandro Sapucahy no Projeto Samba com Feyjão

    Nele, contou com a participação de bambas como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Marcelo D2. Passados dois anos, o sambista lançou seu segundo trabalho, o “Favela Brasil”, que retratava a relação entre a favela e o asfalto na cidade do Rio de Janeiro. Em 2009, fez uma homenagem a Roberto Ribeiro, que aprendeu a admirar por influência de sua mãe, lançando um CD totalmente composto por músicas do artista, falecido em 1996.

    Sem se afastar de suas raízes, lançou o CD “Leandro Sapucahy – Malandro também ama”, em que se revela um artista mais maduro e mais romântico, mostrando por meio das letras e melodias o jeito carioca e malandro de amar.

    Documentário Batuque na Cozinha (mais…)

  • Beth Carvalho volta ao Cacique

    Beth Carvalho volta ao Cacique

    Beth Carvalho volta ao Cacique: Dessa vez quem entra na roda do Fundo de Quintal é Beth Carvalho.

    A madrinha do samba volta à quadra do Cacique de Ramos para relembrar um dos grandes momentos da MPB: o encontro histórico da cantora com aquele que viria a ser um dos maiores grupos de samba do país.

    Beth Carvalho volta ao Cacique

    A atual formação do Grupo Fundo de Quintal (Bira Presidente, Ubirany, Sereno, Ronaldinho, Mário Sérgio e Ademir Batera) é a anfitriã desse evento que leva ao Cacique os grandes nomes do samba.

    A Roda de Samba do Fundo de Quintal acontece toda segunda quarta-feira do mês. A primeira edição, com a participação de Zeca Pagodinho, teve os ingressos esgotados dias antes do evento.

    “Ter a Beth na nossa roda é como levar para casa a pessoa que nos levou para o samba. Gravamos com ela em 1978 e 1979”, diz Ubirany. De lá prá cá, quase 40 anos de sucesso!

    Documentário Um dia de Samba

    Beth Carvalho volta ao Cacique de Ramos
    Cacique de Ramos

    Dia 13/04 tem Cacique!

    Grupo Fundo de Quintal e Beth Carvalho. (mais…)

  • Samba e Choro com Paulão Sete Cordas

    Samba e Choro com Paulão Sete Cordas

    Samba e Choro com Paulão Sete Cordas: A tradicional casa de samba e choro Trapiche Gamboa apresenta nova temporada em abril, trazendo a “RODA DE SAMBA E CHORO COM PAULÃO SETE CORDAS E CONVIDADOS”. Terças-feiras 12, 19 e 26, sempre a partir das 20h30.

    Samba e Choro com Paulão Sete Cordas

    Trapiche Gamboa gosta de novidade e apresenta nas terças de abril uma roda de samba nova, única e exclusiva, sob o comando do craque do samba do Rio de Janeiro, o instrumentista, arranjador e produtor musical Paulão Sete Cordas.

    É a “Roda de samba e choro com PAULÃO SETE CORDAS e Convidados”, que conta com uma selecionada escalação de cantores bambas convidados, contemplando vozes mais experientes e reconhecidas do gênero, no circuito carioca, e vozes de jovens artistas que, cada vez mais, com dedicação e boa recepção de público, se alçam no mercado dos bambas. 

    Eterno Luiz Carlos da Vila

    Samba e Choro com Paulão Sete Cordas
    Paulão Sete Cordas – foto: Márcia Souza

    Na terça 12, com o cantor Marquinhos China (grupo  Tempero Carioca), na terça 19, com o cantor Julio Estrela, e na terça 26, com a cantora Alice Passos

    Paulão é natural da cidade do Rio de Janeiro, RJ, de família de músicos, foi criado no bairro do Jacarezinho, e desde menino teve estudos musicais tocando clarinete e posteriormente violão. (mais…)

  • Feijoada em homenagem a Dedé da Portela

    Feijoada em homenagem a Dedé da Portela

    Feijoada em homenagem a Dedé da Portela: No próximo domingo, dia 10, o GRES Leão de Nova Iguaçu abrirá  as portas de sua quadra para realizar a segunda feijoada do ano, em homenagem ao ilustre Dedé da Portela.

    A abertura do evento ficará por conta do Grupo Pura Raça e, ao longo da tarde, se apresentarão os sambistas Renan Pereira e ‘Sua Trupe’, Clenilson Bico Doce e Cleiton de Jesus. Na ocasião, a escola irá revelar o time que conduzirá os trabalhos para 2017.

    Feijoada em homenagem a Dedé da Portela

    Durante o evento será anunciada a equipe que comandará os trabalhos para o carnaval 2017

    A agremiação que garantiu a terceira colocação pelo grupo B, no carnaval 2016, promete manter o mesmo nível profissionalismo que possibilitou a realização de um belíssimo carnaval este ano. “A Leão de Nova Iguaçu conseguiu construir uma ótima equipe em 2016.

    Documentários de Samba

    Leão de Nova Iguaçu realiza Feijoada em homenagem a Dedé da Portela

    Feijoada em homenagem a Dedé da Portela
    Feijoada em Homenagem a Dedé da Portela

    Todos os integrantes somaram muito a Família Iguaçuana, fato que contribuiu para o sucesso de nosso desfile. Para 2017, queremos manter a mesma cadência, valorizando ainda mais nossos talentos”, afirma Oberdan Rodrigues (Bira), Presidente do Leão.

    Dedé da Portela, nome artístico de Edson Fagundes (São Paulo, 28 de maio de 1939 – Nova Iguaçu, 18 de fevereiro de 2003) foi um cantor e compositor brasileiro.

    Foi um dos importantes músicos da Portela. Sua parceria mais profícua foi com Norival Reis, com quem compôs em 1984 o enredo “Contos de areia”, mesmo ano em que Portela foi a campeã do primeiro dia de carnaval

    Feijoada em Homenagem a Dedé da Portela – 10/04/2016

    Local: Rua Mario José da Fraga, 41 – Santa Eugenia, Nova Iguaçu – RJ – Quadra do Leão

    Horário: 13h. Valor: R$ 10

  • Democracia musical na Estudantina

    Democracia musical na Estudantina

    Democracia musical na Estudantina: Tradicional reduto da dança carioca, a Estudantina se renova para agitar a Praça Tiradentes! Com atrações para todos os gostos e ingressos a preços populares, o Centro Cultural Estudantina Musical está lançando, agora em abril, uma programação variada: do samba de raiz ao rock e ao blues, passando pela bossa nova. Se antes lá só se dançava o samba de gafieira, agora valem todos os tipos de passos e gingados. E agora a animação começa cedo: às 18h30.  

    Democracia musical na Estudantina

    O projeto Bossa do Samba & Amigos, mensal e às sextas-feiras, vai transformar o ambiente numa verdadeira roda de samba bem no meio do salão da Estudantina, junto ao público. A Companhia Nó da Dança é presença certa na estreia, no dia 15.

    A proposta do Bossa do Samba era tocar clássicos do samba, da bossa nova e do choro; entretanto, durante os sete anos de estrada, as fronteiras musicais foram sendo rompidas pelas influências individuais e a sintonia coletiva, criando possibilidades de inserir no repertório canções da MPB e ousadas misturas com o funk, soul, balanço.

    Damas Negras do Samba

    Democracia musical na Estudantina. Bossa do Samba
    Bossa do Samba. Democracia musical na Estudantina

    A mistura não descaracterizou o trabalho; ao contrário, deu personalidade e propriedade, além de tornar as apresentações ainda mais animadas e dançantes. Nos shows do Bossa do Samba, ouvem-se Pixinguinha, Tom Jobim, Fundo de Quintal, Cartola, Chico Buarque, O Rappa, João Nogueira, Sandra de Sá, Zeca Pagodinho e muito mais.

    O grupo está trabalhando o primeiro CD, “No samba me criei”, que reúne samba-canção, partido alto, samba-choro e samba de gafieira. O grupo é formado por Nininho Jhaazz (voz), Isaias Costa (voz e violão), Luizão Lima (baixo), Carlinhos Rufino (percussão) e Dudu Lima (bateria). O Bossa do Samba  está em fase de pré produção para gravar seu 1º DVD somente com canções do compositor bahiano Nelson Rufino. 

    A abertura da casa – fundada há 87 anos e tombada pelo Instituto Rio Patrimônio Histórico (IRPH) em 2012 – será sempre às 18h30, com som ambiente e serviço de bar. Os shows vão começar sempre às 20h com término entre 23h e 23h30, com intervalos de meia hora. E o melhor:  ingressos a preços populares a R$ 20.

    Projeto Estudantina Musical: Praça Tiradentes, 79 – Centro. Tel.: 2232-1149 e 2232-0396

     Dia 15 de abril, sexta-feira – Bossa do Samba & Amigos  – participação Companhia Nó da Dança

     Horário: 20h. Couvert artístico: R$ 20
    Abertura da casa: 18h30. Censura: 16 anos

  • Damas Negras do Samba

    Damas Negras do Samba

    Damas Negras do Samba: Dona Ivone Lara comemora seus 95 anos com show no Imperator. 

    Para celebrar, o Projeto “Quartas Brasileiras” apresenta Damas Negras do Samba, com participações de  Áurea Martins, Luiza Dionizio e Nilze Carvalho.

    Damas Negras do Samba

    O projeto “Quartas Brasileiras”, que acontece mensalmente no Imperator – Centro Cultural João Nogueira, está em festa. E não à toa! O público que vem prestigiando os espetáculos das quartas-feiras ultrapassou a marca de dez mil pessoas, e Dona Ivone Lara vai comemorar lá seus 95 anos de idade apresentando o show “Damas Negras do Samba”, com participações de Áurea Martins, Luíza Dionízio e Nilze Carvalho, além dos convidados Bruno Castro, André Lara e Sarah. A festa será no dia 13 de abril, no exato dia do aniversário de dona Ivone, em horário especial: 19h.

    Damas Negras do Samba. Dona Ivone Lara
    Dona Ivone Lara    foto: Silvana Marques

    Iniciada em março de 2015, a série “Quartas Brasileiras” tem surpreendido a direção da casa do Méier levando o público da terceira idade para assistir a espetáculos de qualidade no horário alternativo das 16h. Excepcionalmente, a edição de abril do projeto, com o show “Damas Negras do Samba”, será às 19h.

    Esse encontro de gerações de cantoras promete emocionar a plateia com famosos sambas de quadra e sucessos da aniversariante, como “Sonho meu”, “Acreditar e “Candeeiro da vovó”, ambas parcerias de Dona Ivone Lara com Délcio Carvalho. Nestes 100 anos do primeiro registro de um samba, nada melhor do que festejar com clássicos que vão de “Foi um rio que passou em minha vida” (Paulinho da Viola) e “Salve a Mocidade” (Luiz Reis) a “Alguém me avisou” (Dona Ivone Lara).

    O projeto “Quartas Brasileiras”

    Pelo palco do “Quartas Brasileiras” já passaram grandes nomes da nossa música como Zezé Motta, Áurea Martins, Golden Boys, Jerry Adriani, Wanderley Cardoso, Ivan Lins, Eduardo Dussek, The Fevers, Leny Andrade e Miele. Aliás, essa dupla – formada pela cantora e pelo saudoso showman – fez tanto sucesso que retornou à casa duas vezes com ingressos esgotados.

    “Quero parabenizar ao Imperator por esse projeto maravilhoso em que tive a honra de me apresentar por três vezes com o meu eterno parceiro Luiz Carlos Miele. Projetos como “Quartas Brasileiras” nos motivam a continuar nos apresentando com tanta dignidade!  Com o esse projeto, o Imperator prova com números que o povo precisa da verdadeira cultura musical e não de movimentos que passam rapidamente!”, emociona-se Leny.

    A curadoria do projeto é de Fernanda Santos e Flávio Loureiro, que estão felizes com a missão cumprida.  “O grande medidor do projeto é o balcão da bilheteria. Lá ficamos escutando o que estão querendo os espectadores. Eles dão sugestões de artistas, pedem para comprar os ingressos com mais antecedência, reivindicam uma segunda sessão ou mesmo um bis de uma atração que já se apresentou na casa. Foi ouvindo o público que pleiteamos junto ao Imperator liberar as vendas dos ingressos para todos os shows com bastante antecedência!”, explica a produtora Fernanda Santos.

    O “Quartas Brasileiras” pretende dar continuidade a esse belo projeto musical e já reservou grandes shows para o público da Zona Norte.  No mês de maio, o Imperator recebe o grupo Quarteto em Cy no dia 11.

    Projeto Quartas Brasileiras – Damas Negras do Samba que comemoram os 95 anos de Dona Ivone Lara.

    Com Dona Ivone Lara, Áurea Martins, Luiza Dionízio e Nilze Carvalho Convidados especiais: Bruno Castro, André Lara e Sarah

    Dia 13 de abril, quarta-feira. Horário: 19h – edição especial

    Imperator – Centro Cultural João Nogueira – Rua Dias da Cruz 170, Méier. Tel: 2597-3897

    Preços: Balcão e Plateia inferior: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

  • Os Chorões no Rio Scenarium

    Os Chorões no Rio Scenarium

    Os Chorões no Rio ScenariumPara homenagear o mês do Choro e o aniversário de Pixinguinha, o Salão Anexo do Rio Scenarium recebe, a partir de 5 de abril, uma exposição fotográfica inédita sobre o tema. As imagens foram registradas pela fotógrafa Marília Figueirêdo e a curadoria é do músico Henrique Cazes, que comandará, na noite de inauguração, uma roda de choro com a participação especial de músicos que já se apresentaram na casa nos últimos anos.

    Os Chorões no Rio Scenarium

    Os Chorões no Rio Scenarium. Zé da Velha
    Zé da Velha

    Choro é uma palavra com grande gama de significados musicais. Um improviso, um jeito de tocar e sentir a música, um gênero musical, um encontro para compartilhar a paixão por essa tradição carioca de 150 anos… Tudo isso acontece ao se reunirem para tocar seus aficionados, os chorões, num discreto ritual de sons e olhares, que tanto pode acontecer num ambiente doméstico, num boteco ou num palco. O importante é que se leve para a cena o espírito de tocar ‘compartilhando’ ou, como diria o decano Zé da Velha, “tocar que nem garçom: servindo o outro”.

    Traduzir esse ritual em imagens é um desafio e a fotógrafa Marília Figueirêdo usou sua intimidade com a música para registrar momentos especiais. Neta da pianista Aida Naccarati, pioneira em tocar para ginástica rítmica no Rio, Marília mais tarde estudou saxofone e participou na década de 1980 da lendária banda de reggae e ska “Kongo”. No entanto, o fato do tio ser fotógrafo de casamentos e o pai um amador que tinha laboratório em casa, fez com que sua curiosidade pela fotografia se desenvolvesse ainda na infância. Em 2005, Marília reencontrou, de uma só vez, suas duas paixões: música e fotografia. E, desde então, ela vem desenvolvendo ampla cobertura fotográfica do Choro, tanto em ambientes informais quanto nos palcos, acumulando precioso acervo.

    Henrique Cazes
    Henrique Cazes

    Presente no palco do Rio Scenarium desde a abertura da casa, em 1999, o Choro aprofundou sua ligação com o espaço no período entre 2004 e 2007, quando Henrique Cazes, um dos mais ativos chorões contemporâneos, atuou como diretor musical do espaço. “Os Chorões no Rio Scenarium” resume em 30 imagens a passagem dessa música pelo palco da casa na última década, reunindo diferentes gerações irmanadas na paixão pelo Choro.

    A roda de choro de abertura contará com a presença de Joel Nascimento, Leo Gandelman, Silvério Pontes, Rogério Caetano, João Camarero, Beto Cazes, Alexandre Maionese e muitos outros nomes expressivos do choro carioca, sob o comando de Henrique Cazes. 

     

    Exposição “Os Chorões no Rio Scenarium”

    De 5 a 30 de abril, no Salão Anexo do Rio Scenarium

    Endereço: Rua do Lavradio, 20. Centro Antigo – Rio de Janeiro/RJ.

    Horário de abertura da casa: Terça a quinta feira, 18h30; Sexta, 19h; Sábado e Domingo, 20h.

    Ingressos: de terça a quinta, R$35; Sexta, R$45; Sábado, domingo, vésperas de feriados e datas especiais, R$50.

    Informações: (21) 3147-9000. www.rioscenarium. com.br

    Marília Figueirêdo (Rio de Janeiro, 1958)

    Filha de mineira com paraibano, a carioca de 57 anos começou a se interessar pela fotografia desde muito cedo. Por influência do pai – que era fotógrafo amador e tinha um laboratório de revelação improvisado no banheiro de casa – e também do tio, que era fotógrafo profissional, especializado em casamentos.

    Em 1982, formou-se em Engenharia Química pela UFRJ e fez uma pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho na PUC-Rio, área em que atua até hoje. Há cerca de dez anos, voltou a fotografar regularmente e, em 2006, iniciou cursos de aprimoramento de técnicas fotográficas.

    Na última década, Marília construiu um acervo significativo. Devido à oportunidade de estar próxima ao ambiente da música, passou a registrar músicos em ação, principalmente chorões, seja em rodas informais ou em shows. Fotografou capas e encartes de CDs e DVDs, bem como fotos de cena e divulgação.

    A relação da fotógrafa com a música também é antiga. A avó Aida Ribeiro Naccarati era pianista profissional, especializada em ginástica rítmica. Nos anos 1980, Marília tocou saxofone num grupo de reggae e ska chamado Kongo, experiência que contribuiu muito para que ela tivesse o olhar treinado para o momento certo do clique, captando a emoção dos músicos.

    Músicos que figuram na exposição:

    Henrique Cazes; Zé da Velha; Silvério Pontes; Beto Cazes; Marcello Gonçalves; João Camarero; Charlles da Costa; Omar Cavalheiro; Deo Rian; Joel Nascimento; Luis Barcelos; Ronaldo do Bandolim; Rafael Malmith; Rogério Caetano; Dirceu Leite; Silvério Pontes; Leo Gandelman; Leonardo Miranda; Dani Spielman; Alexandre Maionese 

  • Henrique Cazes

    Henrique Cazes

    Henrique Cazes: Começou a tocar violão com seis anos de idade e gradativamente foi incorporando o cavaquinho, o bandolim, o violão tenor, o banjo, a viola caipira e a guitarra elétrica, sempre como autodidata.

    Henrique Cazes

    Henrique Cazes (Rio de Janeiro 1959) – biografia resumida

    Henrique Cazes
    Henrique Cazes

    Estreou profissionalmente em 1976 com o Conjunto Coisas Nossas, e em 1980 passou a integrar a Camerata Carioca, onde trabalhou em contato direto o bandolinista Joel Nascimento e o maestro Radamés Gnattali.

    Em 1988 Henrique iniciou sua carreira de solista de cavaquinho, com o lançamento do primeiro disco “Henrique Cazes”, simultaneamente ao método “Escola Moderna do Cavaquinho”, o mais utilizado livro didático do instrumento.

    Como solista lançou ainda outros discos como “Tocando Waldir Azevedo”, “Desde que o Choro é Choro”, “Pixinguinha de Bolso”, “Tudo é Choro” e “Vamos acabar com o baile”. Em 1998 publicou o livro “Choro, do Quintal ao Municipal”, em que resume a história de 150 anos de Choro e que se desdobrou em exposição homônima exibida no Rio e em várias outras capitais

    Documentário “Chorinhos & chorões” (1974)

    Fundou e dirige a Orquestra Pixinguinha, a Camerata Brasil e o Novo Quinteto. Concluiu em 2011 o Mestrado em etnomusicologia na Escola de Música da UFRJ, defendendo trabalho sobre rodas de choro. Na mesma instituição, é professor desde 2013, implantando o mundialmente pioneiro bacharelado em cavaquinho.

    Dicografia – Henrique Cazes

    • Vivaldi e Pixinguinha (com a Camerata Carioca), 1982, LP
    • Tocar (com a Camerata Carioca), 1983, LP
    • Henrique Cazes. Selo Musicazes, 1988, LP
    • Waldir Azevedo, Pixinguinha, Hermeto & cia, 1992, CD
    • Desde que choro é choro, 1995, CD
    • Relendo Waldir Azevedo, 1997, CD
    • Chorinho (var.), 2001, CD
    • Beatles’n’Choro, 2002, CD
    • EletroPixinguinha XXI, 2003, CD
    • Beatles’n’Choro (vol. 2), 2003, CD
    • Pixinguinha de Bolso, 2004, CD
    • Beatles’n’Choro (vol. 3), 2004, CD
    • Beatles’n’Choro (vol. 4), 2005, CD
  • Show grátis de Arlindo Cruz em Pilares

    Show grátis de Arlindo Cruz em Pilares

     

    Show grátis de Arlindo Cruz em Pilares: Os cantores Arlindo Cruz e Arlindo Neto fazem um super show de graça no sábado, dia 2 de abril , no Samba da Rua de Pilares. O evento acontece, a partir das 21h, e fica localizado na Avenida João Ribeiro, 2, ao lado do Habib´s. Tie e e Bombonzinho abrem os trabalhos com muito samba e pagodes que marcaram época. Nos intervalos tem Tops DJS. De acordo com os organizadores a previsão de público neste evento é de mais de 25 mil pessoas.

    Show grátis de Arlindo Cruz em Pilares

    Juntos, pai e filho prometem empolgar o público com canções que fizeram história no samba.O show, comandado pelos sambistas, terá a apresentação de grandes samba enredos, os novos sambas e os que marcaram época.

    Arlindo Cruz e Arlindo Neto fazem show de graça no Samba de Rua, em Pilares no sábado dia 2 abril

    Ainda no repertório do show inclui músicas novas dos dois, além dos inúmeros sucessos do samba que Arlindo compôs, como ‘O Meu Lugar’, ‘Camarão Que Dorme A Onda Leva’ e vários outros. 

    Pai e filho se apresentam no pagode ‘2 Arlindos’

    Arlindo Cruz
    Arlindo Cruz e Arlindo Neto
    Arlindo Cruz e Arlindo Neto

    Arlindo é músico profissional, exímio nas cordas dedilhadas, sobretudo cavaquinho e banjo. Se não fosse compositor e cantor, poderia viver disso. Suas composições, sempre com interessantes soluções harmônicas e melodias trabalhadas, revelam que foram feitas por um músico (o que no samba, cheio de compositores mais intuitivos que técnicos, é um curioso diferencial). (mais…)