Feitiço Bom no Beco das Garrafas: Reduto da música popular onde se apresentaram cantores de renome como Elis Regina e Wilson Simonal, o Beco das Garrafas recebe no sábado dia 28 de maio o cantor e compositor carioca Thiago Pach.
Feitiço Bom no Beco das Garrafas
O artista assume sua paixão pela música negra que vai do Jazz ao blues e da bossa-nova ao batuque brasileiro, apresentando ícones do Brazilian Jazz, standards e composições próprias.
Thiago Pach apresenta seu show Feitiço Bom no Beco das Garrafas
Thiago Pach
Completamente temperado ao som da Percussão, o show Feitiço Bom tem uma sonoridade bem brasileira e moderna, reunindo um repertório que apresenta consagrados ícones da música popular brasileira mostrando que ela e o Jazz se misturam e se influenciam mutuamente, criando uma música forte e singular.
Os arranjos ficam a encargo do pianista Roberto Bahal.
Influenciado pela diversidade de ritmos brasileiros, o cantor e compositor também prepara o seu novo álbum intitulado Canto de Aruanda com produção musical de Alfredo Del-Penho e participação da cantora Aurea Martins.(mais…)
Madureira cheia de Bossa: Projeto populariza estética musical considerada elitista, levando para o subúrbio carioca grandes nomes da Bossa Nova.
A proposta do projeto é reunir artistas em pleno Parque de Madureira, fazendo um passeio por um dos mais dos mais importantes gêneros do país.
Madureira cheia de Bossa
Acostumada a sambar no pé, Madureira agora vai conferir que a bossa nova tem o pé no samba. Isso porque vem aí “Madureira Cheia de Bossa – Jovens tardes de improviso”, que estreia, no próximo dia 8 de maio, às 18h30, na Arena Carioca Fernando Torres.
A entrada é gratuita. Idealizado pelo jornalista Vagner Fernandes e contemplado pelo Programa Fomento Olímpico da Secretaria Municipal de Cultura, o projeto vai mostrar que, apesar de ter nascido na Zona Sul, a bossa nova tem tudo a ver com o samba da Zona Norte. O objetivo é, justamente, popularizar a estética musical considerada elitista. (mais…)
HANNA em homenagem a João Gilberto: No próximo dia 02 de fevereiro, quinta-feira, às 21h, a cantora HANNA subirá ao palco da Casa da Gávea para abrir sua temporada de shows de 2016, apresentando seu mais novo álbum “O amor é Bossa Nova – Homenagem a João Gilberto” (Paris Records), dedicado ao seu maior ídolo, acompanhada por Dodô Moraes (arranjos, teclados e acordeon), Marcio Souza (violão), Claudio Souza (contra-baixo), Gabriel Ferretti (bateria).
HANNA em homenagem a João Gilberto
HANNA em homenagem a João Gilberto.foto: Antônio Guerreiro
O álbum “O amor é Bossa Bova – Homenagem a João Gilberto” traz uma seleção dos standards do gênero imortalizados por João Gilberto, com a doce interpretação e requinte da cantora que começou na música se apresentando em clubes de jazz em Paris, por onde passaram ícones como Billie Holiday e Nina Simone, por exemplo.
HANNA apresenta músicas do novo álbum dia 11/02, quinta, na Casa da Gávea(mais…)
Bossa Nova na Lapa:Cariocas e turistas já estão habituados à programação brasileiríssima do Lapa 40 Graus. Pensando nisso, a casa resolveu dar espaço ao gênero que nasceu no Rio de Janeiro no final dos anos 50: a Bossa Nova.
Interpretando os clássicos, Rodrigo de Jesus e Trio sobem ao palco com arranjos próprios e improvisação dos instrumentistas para lembrar os sucessos de Tom Jobim, Chico Buarque, Roberto Menescal e outros.
Bossa Nova na Lapa
Bossa Nova na Lapa
“Garota de Ipanema”, “Insensatez”, “Ladeira da Preguiça”, “Chega de Saudade” farão parte do clássico repertório. Versões instrumentais de “Vera Cruz”, “Ponteio” entre outros, também estão previstas para inebriar o público.
Rodrigo de Jesus e Trio foi formado em 2013 e interpreta os clássicos do jazz, bossa nova e MPB. À frente do trio, Rodrigo tem um histórico de músico profissional de 20 anos e já fez parte da Orquestra Brasileira de Guitarra. Léo Neiva (baixo elétrico e upright) e Alexandre Mello (bateria) completam o grupo. Para o evento, a convidada é a professora de canto e cantora erudita Patrícia Valches, que atua no jazz popular.(mais…)
A Dama e o Maestro: A série de concertos A Dama e o Maestro acontece entre os dias 21 e 24 de janeiro de 2016, de quinta a domingo, na Caixa Cultural São Paulo, às 19h15. Com entrada franca, o projeto recebe grandes vozes femininas da Música Popular Brasileira interpretando arranjos de virtuosos pianistas.
A cada dia um duo diferente: Mônica Salmaso e André Mehmari, Célia e Nelson Ayres, Alaíde Costa e João Carlos Assis Brasil e Claudette Soares e Leandro Braga. As apresentações também antecipam a celebração do aniversário da cidade de São Paulo.
A Dama e o Maestro
A Dama e o Maestro foi concebido com o intuito de proporcionar ao público refinados encontros entre mestres pianistas brasileiros e grandes intérpretes, musas inspiradoras para os elaborados arranjos criados especialmente para os espetáculos. “Este projeto celebra o que há de mais sofisticado na música popular brasileira”, garante Vander Lopes, coordenador geral.
Duo de voz e piano na CAIXA Cultural São Paulo
Mônica Salmaso.foto: Glauker Bernardes
Mônica Salmaso e André Mehmari abrem a programação na quinta-feira, dia 21. São dois talentos vêm recebendo elogios do público e da crítica por onde passam. Mônica se destaca entre as maiores cantoras brasileiras, cuja voz e afinação lhe renderam vários prêmios e indicações. André é pianista, arranjador, compositor e multi-instrumentista, considerado pela crítica um artista singular de imaginação vibrante e generosa. No roteiro, clássicos como “Senhorinha”, de Guina e Paulo César Pinheiro, “Camisa Amarela”, de Ary Barroso, “Milagre”, de Dorival Caymmi, “Insensatez”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, e “Baião de Quatro Toques”, de José Miguel Wisnick.
A segunda noite (sexta-feira, dia 22) promove o encontro o encontro entre a voz suave e de técnica perfeita da cantora Célia ao virtuosismo de Nelson Ayres, um dos maiores pianistas e maestros brasileiros. No programa da apresentação, Célia revisita sua carreira de 45 anos, cantando clássicos como “Adeus Batucada”, de Sinval Sylva, e “Minhas Madrugadas”, de Paulinho da Viola e Candeia.(mais…)
80 anos de Alaíde Costa: No dia 8 de dezembro, a intérprete e compositora Alaíde Costa completa 80 anos de vida, dos quais 60 foram inteiramente dedicados à música brasileira.
80 anos de Alaíde Costa
Para festejar a data, a cantora faz show gratuito no dia 6 de dezembro, domingo, às 19h, no Teatro Décio de Almeida Prado, acompanhada por seu parceiro de palco, o pianista e arranjador Giba Estebez.
80 anos de Alaíde Costa. foto: Glauker Bernardes
No show Alaíde Costa – 80 Anos, a cantora mostra que o tempo não foi capaz de macular a sua voz e o seu talento como intérprete, e lembra, por meio de cações, os momentos mais relevantes de sua carreira.
Além de músicas de autores consagrados, composições próprias também estão no repertório, como “Você é Amor”, parceria com Tom Jobin, “Amigo Amado”, com Vinícius de Moraes, “Banzo”, com José Márcio Pereira, e “Meu Sonho”, com Johnny Alf, entre outras.
Segundo Alaíde Costa, o espetáculo é para celebrar esse momento tão importante na sua história, fazendo o que mais gosta de fazer: cantando. O show é um presente da aniversariante para amigos e fãs. E a plateia é o presente que Alaíde espera para comemorar a data.(mais…)
Wanda Sá encerra turnê com shows gratuitos: Internacionalmente reconhecida com a Bossa Nova, cantora comemora seus 50 anos de carreira interpretando clássicos de Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Carlos Lyra e Jorge Benjor
Celebrando 50 anos de carreira, a cantora Wanda Sá fará, nos dias 05 (sábado) e 06 (domingo) de dezembro, dois shows gratuitos no Espaço Furnas, em Botafogo, encerrando a turnê do seu mais novo DVD e CD, lançado ano passado pela Biscoito Fino, gravados ao vivo no Espaço Tom Jobim.
Wanda Sá encerra turnê com shows gratuitos
Acompanhada por Adriano Sousa (piano), Adriano Giffoni (baixo), João Cortez (bateria), Jessé Sadoc (trompete) e Dirceu Leite (sax e flauta), a cantora vai interpretar standarts bossanovísticos como “Água de Beber” (Tom e Vinícius), “Cartão de visita” (Carlos Lyra e Vinicius), “Por causa de você, menina” (Jorge Benjor), “Chove Chuva” (Jorge Benjor) e “Esperança perdida” (Tom Jobim), dentre outras.
No DVD e CD, a cantora contou com a participação de DORI CAYMMI, MARCOS VALLE, CARLOS LYRA , JOÃO DONATO e a dama do jazz , americano da atualidade, JANE MONHEIT que veio ao Brasil , especialmente para participar da gravação do cd de Wanda Sá.(mais…)
História da Bossa nova: Bossa Nova é um movimento da música popular brasileira do final dos anos 50 lançado por João Gilberto, Tom Jobim, Vinícius de Moraes e jovens cantores e compositores de classe média da zona sul carioca, derivado do samba e com influência do jazz.
De início, o termo era apenas relativo a um novo modo de cantar e tocar samba naquela época, ou seja, a uma reformulação estética dentro do moderno samba carioca urbano. Com o passar dos anos, a Bossa Nova tornou-se um dos movimentos mais influentes da história da música popular brasileira, conhecido em todo o mundo. Um grande exemplo disso é a música Garota de Ipanema composta em 1962 por Vinícius de Moraes e Antônio Carlos Jobim. (mais…)
Dá no Coro lança o CD Cores do Brasil: Após dois longos anos de produção, desde quando entusiasmaram plateias multinacionais nos festivais franceses de arte vocal Choralp e Choralies, o grupo carioca Dá no Coro volta ao cenário musical brasileiro com novo disco e uma extensa agenda de apresentações, até o fim do ano, em todo o Estado do Rio.
No próximo sábado, dia 31, às 20h, o grupo faz show de lançamento do novo disco “Cores do Brasil” na Arena Chacrinha, em Pedra de Guaratiba, e, no domingo, dia 01 de novembro, às 19h, no Teatro Municipal de Itaguaí, a preços populares. O projeto “Cores do Brasil” conta com o Patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, através do II Programa de Fomento à Cultura Carioca, da Secretaria Municipal de Cultura e também da Alfaparf, do Zona Sul e do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet.
Dá no Coro lança o CD Cores do Brasil
O novo álbum, com repertório autenticamente brasileiro e arranjos elaborados exclusivamente para o grupo por maestros especializados – André Protasio, Augusto Ordine, Flávio Mendes, Paulo Malaguti Pauleira, Zeca Rodrigues e Kodiak Agüero – reflete a total sinergia e vibração das apresentações ao vivo, somando às dezoito vozes o violão de Maurício Teixeira, as percussões de Jonas Hammar e Marcello Calldeira (cortar), e o contrabaixo de Pedro Sabino, além da participação especial dos percussionistas Marciano Silva, Mauro Ferreirae Naife Simões.
O repertório do novo disco faz jus à diversidade cultural e rítmica brasileira, tão cara ao grupo, através da releitura de preciosidades do cancioneiro nacional, como Água de Beber (Tom Jobim e Vinicius de Moraes),Lua Girou (Folclore Brasileiro da região de Beira-Rio, Bahia), Casa Forte (Edu Lobo), Caxangá (Milton Nascimento e Fernando Brant), Fantasia (Chico Buarque), Linha de Passe (João Bosco, Paulo Emílio e Aldir Blanc), Vapor da Paraíba (Vovó Teresa, do Jongo da Serrinha), Vera Cruz (Milton Nascimento e Márcio Borges), Tanta Saudade (Djavan e Chico Buarque) e Tuaregue Nagô (Lenine e Bráulio Tavares).
Um dos seus grandes diferenciais: o álbum traz obras do artista plástico Paulo Symões, que ilustram o encarte com dez postais de seus quadros, inspirados em cores e formas da Natureza. As obras do artista compõem também toda a programação visual do grupo neste momento:, desde o CD, site e todas as peças de divulgação, além de servirem como base para criação cenográfica, incluindo projeções de suas obras.
Dá no Coro: Biografia
Carioca e brasileiríssimo em sua abrangência de sotaques, o Dá no Coro trabalha não só com vozes – seu material artístico principal, mas também com percussões, violão, baixo e um forte trabalho cênico, incluindo danças e capoeira. Com direção musical de Sérgio Sansão e direção cênica de Jonas Hammar, o grupo apresenta, no repertório, sambas, jongos, maracatus, bossas novas, cirandas, baiões, toadas e um grande time de compositores brasileiros: Baden Powell, Chico Buarque, Djavan, Edu Lobo, Herbert Vianna, João Bosco, Lenine, Macau, Martinho da Vila, Milton Nascimento, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, além de preciosas canções folclóricas.
Formado há nove anos, o grupo reúne dezoito cantores e instrumentistas (violão, baixo e percussões) que desenvolvem um trabalho eminentemente vocal e performático, buscando refletir a diversidade cultural presente na sociedade brasileira e abraçando nossas raízes indígenas, europeias e, principalmente, africanas. No Brasil, o Dá no Coro já dividiu o palco com Dona Ivone Lara, Carlos Malta e Pife Muderno e Jongo da Serrinha. Em 2006 e 2011, fez apresentações na Argentina para logo em seguida realizar as apresentações e oficinas nos festivais franceses.
31/10 (sabado)Dá no Coro lança o CD Cores do Brasil na Arena Chacrinha
O grupo carioca de arte vocal e cênica faz releituras com arranjos especiais de 18 vozes, violão, baixo e percussão para obras-primas da música popular e para cânticos do folclore brasileiro.
Arena Carioca Abelardo Barbosa – Chacrinha: Rua Soldado Eliseu Hipólito, s/n esquina com Av.Litorânea – Pedra de Guaratiba Dias e horários: Dia 31/10, sábado, 20h Capacidade: 330 lugares Classificação: Livre Informações: 21 3404 7980 Ingressos: R$ 2,00 e R$ 1,00
01/11 – domingo – Dá no Coro lança CD “Cores do Brasil” no Teatro Municipal de Itaguaí R. Amélia Louzada, 311 – Centro, Itaguaí – RJ, 23815-180 / Telefone (021) 2688-2287 Preço do ingresso: R$10,00 (inteira) e 5,00 (meia e antecipado) Horário do show: 19h
O SAMBA ALINHADO COLOCA NA RODA O JAZZ E A BOSSA NOVA
O desafio inicial era escrever algumas poucas linhas, mas diante de um projeto provocador toda pretensão nesse sentido se torna impossível. É o caso do Samba Alinhado que se apresenta ao grande público, com nome e sobrenome, trazendo um time afinado, cada integrante com seu invejável currículo.
Ousadia e versatilidade apresentam-se na coragem em reunir ritmos de vários matizes e dar-lhes um colorido autoral. E explicam-se pela diversidade das composições que formam seu repertório.
Foi essa pluralidade que se amalgamou e encontrou seu porto seguro no som e no ritmo do SAMBA ALINHADO, que traz em seu repertório a perfeita combinação de samba e bossa nova com suas raízes.
A PROPOSTA
A ideia seminal é resgatar o vastíssimo repertório musical que a mídia deixou esquecido e apresentá-lo com arranjos com a identidade da bossa nova, do samba e da música instrumental.
O verniz final é a prometida melodia, a harmonização, o swing e o ritmo do samba e da bossa nova com uma levada moderna. O projeto completa-se com os instrumentos tradicionais da bossa nova, como o baixo acústico, o piano, o violão e a bateria. Todos integrados ao pandeiro, ao tamborim, ao tantã, ao surdo e às congas. Um perfeito casamento que resulta numa Sam bossa da mais alta qualidade.
No rol das canções, figuram autores que representam essas diversas tendências, como Tom Jobim, Chico Buarque, Cartola, Pixinguinha, Vinícius de Moraes, João Donato, Djavan, Villa-Lobos, Hermeto Pascoal, João Gilberto, Dorival Caymmi, Marcos Valle, João Gilberto, João Nogueira, Paulo César Pinheiro, Baden Powell, Nonato Buzar, Paulinho da Viola e Wilson das Neves.
Vencer esse desafio é tarefa para músicos tarimbados, aqueles que são capazes de executar harmonizações complexas sempre que são exigidos mais do que os chamados arranjos intuitivos.
Show – Rival Petrobras 81 anos apresenta Samba Alinhado
Lançamento do CD “ Nossa Sambossa”
Dia 14 de outubro, quarta-feira, 19h30 no Teatro Rival Petrobras
Rua Álvaro Alvim, 33/37, Cinelândia – Tel.: 2240.4469
Preços:
R$ 50 (inteira)
R$ 35 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)
R$ 25 (Meia-entrada)