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  • Isto é samba: Lendas em festival inédito em São Paulo

    Isto é samba: Lendas em festival inédito em São Paulo

    Isto é samba: Evento acontecerá no Parque Villa Lobos, no dia 12 de abril (sábado) e conta com grandes atrações como Jorge Aragão, Diogo Nogueira, Leci Brandão, além de um reencontro inédito de ex integrantes do Fundo de Quintal.

    No dia 12 de abril (sábado)São Paulo se transforma na capital do samba e o Parque Villa Lobos será palco de um evento inédito, onde a grandiosidade desse estilo musical tão amado será celebrada em mais de 10 horas ininterruptas de música, tradição e emoção. Os gigantes do gênero estarão juntos em um festival histórico: Jorge Aragão, Diogo Nogueira, Leci Brandão, Marquinhos Sensação, Samba do Tatu, Pagode da 27Thiago Bispo, Grupo Façanha e, para coroar essa grande festa, uma celebração especial dos 45 anos do Fundo de Quintal – com um reencontro inédito entre os ex-integrantes Sombrinha, Cleber Augusto e Ronaldinho.

    Diogo Nogueira na Lapa
    Diogo Nogueira

    “Isso É Samba” nasce como um movimento de valorização da cultura e do entretenimento ao vivo. Um convite para celebrar as raízes do samba. Já imaginou poder presenciar Mestres do Samba cantando grandes clássicos?

    Encontro de lendas em um festival inédito em São Paulo

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  • Diogo Nogueira na Lapa

    Diogo Nogueira na Lapa

    Diogo Nogueira na Lapa: A casa de samba Lapa 40 Graus recebe um dos principais intérpretes da nova geração, Diogo Nogueira, com sua turnê “Porta-Voz da Alegria”, baseada em seu mais recente trabalho.

    No repertório, além das canções do álbum e os principais sucessos de sua carreira, o sambista interpreta “Sangrando” e “Ponto de Interrogação”, de Gonzaguinha, além de um pot-pourri de Djavan (“Avião”, “Flor de Lis” e “Fato Consumado”), de Almir Guineto e Fundo de Quintal.

    Diogo Nogueira na Lapa

    Diogo Nogueira na Lapa
    Diogo Nogueira na Lapa

    O show acontece na sexta-feira (29) a partir das 23h30 e terá música a pedido da mãe de Cazuza

    Cantor, compositor e instrumentista, Diogo prepara surpresas para o espetáculo. É nesta turnê que o artista toca flugehorn (instrumento de sopro da família dos trompetes) em público pela primeira vez. Além disso, acrescentou ao set list a canção “Codinome Beija-Flor”, um pedido pessoal de Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, fã confessa da versão de feita por Nogueira. (mais…)

  • Samba-canção, um gênero romântico

    Samba-canção, um gênero romântico

    Samba-canção, um gênero romântico: Cantoras Ellen de Lima e Áurea Martins são destaque do programa

    O Samba na Gamboa vai embalar a sua noite com canções de alegrias e dores de amor. É o samba-canção marcando presença. Na mesa de bambas, Diogo Nogueira recebe Áurea Martins e Ellen de Lima para falar um pouco sobre esse gênero do samba, quais são as canções que as tocam de forma especial, quem são os seus compositores favoritos e quais histórias engraçadas rolavam nos bastidores dos shows.

    Samba-canção, um gênero romântico

    Áurea Martins começou a cantar no coral da igreja, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A música entrou em sua vida como uma herança de família. Ela começou a carreira no rádio, fez algumas apresentações na TV e se consagrou nas noites cariocas.

    Samba-canção, um gênero romântico
    Cantoras Ellen de Lima e Áurea Martins com Diogo Nogueira.

    “Quase toda a minha família é de músicos. A vovó tocava banjo, a mamãe cantava e os meus tios tocavam clarinete e saxofone. E eu segui esse caminho cantando. Cantei na noite por quase 50 anos. Foi na noite que eu encontrei jovens dispostos a ouvir a mensagem que eu estava passando”, revela.

    Ellen de Lima se popularizou como a cantora das misses e hoje é uma grande representante da música popular brasileira. Ela canta e encanta o público há mais de 50 anos com a sua voz marcante e presença de palco.

    “Eu costumo dizer que nasci cantando. Desde pequenininha dava demonstração desse meu lado artístico. O primeiro lugar em que eu cantei foi em um parque de diversões lá em Olaria. Agora, adivinha o que é uma menina de 7 anos cantar a música “Fracasso”, de Mário Lago? Não cantei “Ciranda, cirandinha” não!”, conta a cantora. (mais…)

  • Mart’nália, Pedro Miranda e Diogo Nogueira na Gamboa

    Mart’nália, Pedro Miranda e Diogo Nogueira na Gamboa

    Relembre esse encontro bonito gravado em 2012 no Trapiche Gamboa. Mart’nália, Pedro Miranda e Diogo Nogueira na Gamboa!

    No Samba na Gamboa, Diogo Nogueira ao lado de Mart’nália e Pedro Miranda, fazendo um samba da melhor qualidade e falando da vida com liberdade.

    Mart’nália, Pedro Miranda e Diogo Nogueira na Gamboa

    Mart’nália

    Filha do sambista Martinho da Vila e da cantora Anália Mendonça (seu nome é uma mistura dos nomes dos pais), a cantora nasceu no bairro de Pilares, Zona Norte do Rio de Janeiro. Desde criança foi cercada pela música e iniciou a carreira profissional aos 16 anos, fazendo vocais de apoio para o pai ao lado dos irmãos Pinduca e Analimar. Em meados da década de 1990, passou a realizar apresentações em circuitos de bares, pequenas casas noturnas e até teatros do Rio de Janeiro, o que culminou no lançamento de seu CD Minha Cara, mais voltado para o samba-canção.

    A partir de 1994, passou a integrar o grupo Batacotô, com quem lançou o Samba dos Ancestrais. A artista também foi percussionista da banda de Ivan Lins. Mart’nália teve também o privilégio de se tornar apadrinhada de grandes nomes da Jovem Guarda, graças a seu pai. Caetano Veloso foi o diretor artístico de seu álbum, Pé do meu Samba, além de compor a faixa-título, e Maria Bethânia produziu Menino do Rio.

    A partir desses dois álbuns, Mart’nália passou a atrair maior atenção da mídia e a ter uma agenda de shows bem mais estabelecida em todo o país, abrindo caminho para turnês internacionais pela Europa e África. Hoje Mart’nália é reconhecida pelo talento e carisma que a fazem uma artista única.

    Pedro Miranda

    Mart'nália, Pedro Miranda
    Mart’nália, Pedro Miranda

    Integrou vários grupos como Cordão do Boitatá, Grupo Semente, Anjos da Lua e Pé de Moleque. Passou a integrar o grupo Cordão do Boitatá no ano de 1997, em show com Darcy do Jongo da Serrinha. Logo depois passou também a integrar o Grupo Semente, ao lado de Teresa Cristina. Inicialmente como pandeirista, o artista foi investindo no trabalho vocal e hoje é admirado por grandes artistas brasileiros, como Caetano Veloso.

    Confira mais da biografia do sambista em dicionariompb.com.br/pedro-miranda/dados-artisticos