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    Silas de Oliveira

    Silas de Oliveira (Rio, 4 de outubro de 1916 — Rio de Janeiro, 20 de maio de 1972) foi um grande compositor e sambista brasileiro.

    Entre suas músicas imortais, destacam-se “Aquarela Brasileira” (1964), “Heróis da liberdade” (1969), entre outras pérolas.

    Silas de Oliveira

    Desde menino frequentou as rodas de samba, apesar da resistência do pai, que era pastor protestante e via na música uma ‘manifestação do diabo’. O pai, dono do Colégio Assumpção, arrumou uma vaga de professor para o filho, tão logo ele concluiu o Científico. Ele pretendia que, com a profissão, o filho abandonasse o gosto pela música.

    Silas dava aulas de Português, quando começou a namorar uma das alunas, a jovem Elaine dos Santos. Nessa época também fez amizade com o jornaleiro Mano Décio da Viola, que se tornaria seu maior parceiro. Pelas mãos de Elaine e de Mano Décio, Silas sobe os morros cariocas atrás de rodas de samba. Com os dois, frequenta também os tradicionais pagodes nas casas das tias baianas, regados a muita bebida, comida e batucada.

    Silas de Oliveira
    Silas de Oliveira na caixinha de fósforo

    Seu talento como compositor começa a se revelar, ainda que timidamente. As visitas a estes locais passam a ser cada vez mais constantes e não tarda para que Silas passe a ser considerado como ‘gente da casa’ nos redutos de samba.

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