Autor: pozzana

  • Alma Boêmia de Toninho Geraes

    Alma Boêmia de Toninho Geraes

    Alma Boêmia de Toninho Geraes: Confira o novo clipe do grande compositor Toninho Geraes, Alma Boêmia. 

    Alma Boêmia de Toninho Geraes

    Ele é presença garantida nas melhores rodas de samba do Rio de Janeiro, um dos compositores mais gravados por Zeca Pagodinho, dono de um dos maiores sucessos de Martinho da Vila e, nos últimos anos, tem arrebatado público e crítica nas apresentações do seu mais recente CD, Preceito.

    Alma Boêmia de Toninho Geraes
    Alma Boêmia de Toninho Geraes

    Engana-se quem pensa que o samba não brota em Minas Gerais. Veio de lá, na década de 1980, um dos maiores compositores brasileiros do ritmo de alma carioca.

    Natural de Belo Horizonte, representa a mais alta linhagem de sambistas talhados em Minas Gerais, desde Ari Barroso, Ataulfo Alves e Geraldo Pereira até a guerreira Clara Nunes. 

    Nesses mais de 30 anos de carreira, traz na bagagem quatro álbuns autorais, mais de 200 composições, muitas registradas por grandes nomes da MPB. Mulheres, Seu Balancê e Me Leva são alguns exemplos do talento do filho de José da Anunciação Ribeiro e Maria Trindade. Mais da biografia do bamba no site oficial – toninhogeraes.com.br

    Confira letra e música do seu mais recente lançamento. (mais…)

  • Alcione cantando Não Deixe o Samba Morrer em 1976

    Alcione cantando Não Deixe o Samba Morrer em 1976

    Alcione cantando Não Deixe o Samba Morrer em 1976: Aqui vemos a grande cantora de samba em ótima forma, consagrada no Globo de Ouro de 76.

    Alcione cantando Não Deixe o Samba Morrer em 1976

    https://www.youtube.com/watch?v=bNHM0MXg7Gg

     

    Alcione conseguiu uma vaga em um sorteio e apresentou-se na TV do Maranhão. Ficou fixa na TV, apresentando-se lá nos anos 1960 até meados dos anos 1970 e além de cantar na TV, também cantava em bares e boates em várias cidades do Maranhão. Querendo alcançar rumos maiores, Alcione mudou-se para o Rio de Janeiro em 1976.

    Alcione cantando Não Deixe o Samba Morrer em 1976
    Alcione cantando Não Deixe o Samba Morrer em 1976

    Não conhecia nada no Rio e quem lhe ajudou a se estabelecer foi seu amigo, o cantor Everardo. Com ajuda dele também, Alcione começou cantando na noite, onde Everardo lhe apresentou as boates e bares da cidade. Ensaiava no Little Club, boate situada no conhecido Beco das Garrafas, reduto histórico do nascimento da bossa nova, em Copacabana. Cantou também em boates como Barroco, Bacarat, Holiday e Bolero.

    Começou a se inscrever em programas de calouros, e foi sendo chamada para se apresentar. Venceu as duas primeiras eliminatórias do programa A Grande Chance, de Flávio Cavalcanti. Nessa mesma época, conheceu a famosa TV Excelsior. Se inscreveu e conseguiu fazer um teste de voz, e passou com boa colocação. Assinou o primeiro contrato profissional com essa TV, apresentando-se no programa Sendas do Sucesso.

    Depois de seis meses na emissora, realizou turnê por quatro meses pela América Latina, sendo a primeira vez que saiu do Brasil. Após ter feito excursão também por países da América do Sul, recebeu proposta de turnê na Itália, e assim morou na Europa por dois anos. Voltou ao Brasil em 1972. (mais…)

  • Curta o Natal ao som de samba

    Curta o Natal ao som de samba

    Curta o Natal ao som de samba! Nada de flocos de neve e de se reunir em torno da lareira. O Natal brasileiro é quente, e pra temperar o calor, nada melhor que samba. Confira uma pequena seleção de sambas natalinos para embalar sua festa.

    Zeca Pagodinho abre este álbum com uma canção de esperança escrita por dois grandes nomes do samba, Wilson Moreira e Nei Lopes. 

    Curta o Natal ao som de samba

    Paulinho Albuquerque produziu para a Velas em 1999 o disco Um Natal de Samba. Especialmente nos tempos em que vivemos, é uma mensagem de paz para todos os nossos corações. João Nogueira e Sérgio Santos em “Sagrada Luz” seguem na poesia de Paulo César Pinheiro. A voz suave de Emilio Santiago aparece em seguida em “Sapato na Janela”.

    Arlindo Cruz e Sombrinha cantam na faixa de encerramento, “com os amigos e samba, você vai ter uma noite de luz”. 

    Curta o Natal ao som de samba.
    Curta o Natal ao som de samba. foto  Daniel Bonatto

    Mesmo que haja uma certa tristeza em algumas músicas, outras são muito otimistas. O álbum irá fazer você pensar nas pessoas menos afortunadas e nos problemas que todos enfrentamos em nossas vidas diárias.

    MÚSICAS:

    01. Canção da Esperança – Zeca Pagodinho 02. Sagrada Luz – João Nogueira 03. Sapato na Janela – Emilio Santiago 04. Festa na Cidade – Luizinho SP 05. Amor Divinal – Mauro Diniz 06. Meu Natal – Almir Guineto 07. Natal Imperiano – Toque de Prima 08. Noel e Natalina – Nei Lopes 09. Festa de Luz – Dunga 10. Presente de Natal – Fundo de Quintal 11. Quando o Natal Caiu numa Sexta – Luiz Carlos da Vila 12. Momentos de Paz – Luiz Grande 13. É Natal – Dona Ivone Lara & Délcio Carvalho 14. Natal Diferente – Arlindo Cruz & Sombrinha (mais…)

  • A Dama e o Maestro

    A Dama e o Maestro

    A Dama e o Maestro: A série de concertos A Dama e o Maestro acontece entre os dias 21 e 24 de janeiro de 2016, de quinta a domingo, na Caixa Cultural São Paulo, às 19h15. Com entrada franca, o projeto recebe grandes vozes femininas da Música Popular Brasileira interpretando arranjos de virtuosos pianistas.

    A cada dia um duo diferente: Mônica Salmaso  e  André Mehmari, Célia e Nelson Ayres, Alaíde Costa e João Carlos Assis Brasil e Claudette Soares e Leandro Braga. As apresentações também antecipam a celebração do aniversário da cidade de São Paulo.

    A Dama e o Maestro

    A Dama e o Maestro foi concebido com o intuito de proporcionar ao público refinados encontros entre mestres pianistas brasileiros e grandes intérpretes, musas inspiradoras para os elaborados arranjos criados especialmente para os espetáculos. “Este projeto celebra o que há de mais sofisticado na música popular brasileira”, garante Vander Lopes, coordenador geral.

    Duo de voz e piano na CAIXA Cultural São Paulo

    A Dama e o Maestro, com Monica Salmaso
    Mônica Salmaso. foto: Glauker Bernardes

    Mônica Salmaso e André Mehmari abrem a programação na quinta-feira, dia 21. São dois talentos vêm recebendo elogios do público e da crítica por onde passam. Mônica se destaca entre as maiores cantoras brasileiras, cuja voz e afinação lhe renderam vários  prêmios e indicações. André é pianista, arranjador, compositor e multi-instrumentista, considerado pela crítica um artista singular de imaginação vibrante e generosa. No roteiro, clássicos como “Senhorinha”, de Guina e Paulo César Pinheiro, “Camisa Amarela”, de Ary Barroso, “Milagre”, de Dorival Caymmi, “Insensatez”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, e “Baião de Quatro Toques”, de José Miguel Wisnick.

    A segunda noite (sexta-feira, dia 22) promove o encontro o encontro entre a voz suave e de técnica perfeita da cantora Célia ao virtuosismo de Nelson Ayres, um dos maiores pianistas e maestros brasileiros. No programa da apresentação, Célia revisita sua carreira de 45 anos, cantando clássicos como “Adeus Batucada”, de Sinval Sylva, e “Minhas Madrugadas”, de Paulinho da Viola e Candeia. (mais…)

  • Documentário Breve História do Samba

    Documentário Breve História do Samba

    Documentário Breve História do Samba: Documentário realizado para a disciplina de Sociologia do curso de Comunicação Social: Radialismo da UNESP de Bauru-SP por Andrey Sanches e Thais Oliveira. Com depoimentos de Lecy Brandão, Paulinho da Viola, Monarco, Donga, Sérgio Cabral, Elton Medeiros, entre outros bambas.

    Documentário Breve História do Samba

    O primeiro registro da palavra “samba” aparece na Revista O Carapuceiro, de Pernambuco, em 3 de fevereiro de 1838, quando Frei Miguel do Sacramento Lopes Gama, escreve contra o que chamou de “samba d’almocreve”.

    Documentário Breve História do Samba
    Donga, Pixinguinha e João da Baiana

    Em meados do século 19, a palavra samba definia diferentes tipos de música introduzidas pelos escravos africanos, desde o Maranhão até São Paulo. O samba carioca provavelmente recebeu muita influência de ritmos da Bahia, com a transferência de grande quantidade de escravos para as plantações de café no Estado do Rio, onde ganhou novos contornos, instrumentos e histórico próprio, de forma tal que, o samba moderno, como gênero musical, surgiu no início do século 20 na cidade do Rio de Janeiro (a capital brasileira de então).

    Muitos pesquisadores apontam para os ritmos do maxixe, do lundu e da modinha como fontes que, quando sintetizadas, deram origem a ao samba moderno.

    Comparado com o maxixe e o tango, o samba aos poucos estava sendo pavimentado e, já dispondo de instrumentos percussivos, foi gradualmente ganhando popularidade como ritmo musical do Rio de Janeiro. (mais…)

  • Documentário Fala Mangueira de 1981

    Documentário Fala Mangueira de 1981

    Documentário Fala Mangueira de 1981: Como era o morro da Mangueira no início da década de 80? Como e o que pensavam os seus moradores? Documentário Fala Mangueira! de 1981 é um registro precioso da alma do morro em um dos momentos mais marcantes de sua história, quando o poeta Cartola saía de cena.

    Documentário Fala Mangueira de 1981

    Documentário Fala Mangueira de 1981
    Documentário Fala Mangueira de 1981

    O documentário “Fala Mangueira!” de 1981 – narrado por Grande Otelo e com direção de Frederico Confalonieri.

    O documentário mostra o Morro de Mangueira, seus habitantes, sua escola e sua música.  influência que o carnaval exerce sobre o cotidiano do morro, acompanhando a fabricação dos carnavais de 1981 e 1982, entrevistando vários moradores que contam a história de mais de meio século de existência da favela e ressaltando sua importância comunitária e cultural, ao som dos mais belos sambas compostos sobre a Mangueira.

    Documentário Fala Mangueira de 1981. Um pouco da história do morro

    A favela surgiu a partir de alguns barracos nas terras do Visconde de Niterói. Desde 11 de maio de 1852, quando se inaugurou nas proximidades da Quinta da Boa Vista o primeiro telégrafo aéreo do Brasil, a elevação vizinha da Quinta era conhecida como Morro dos Telégrafos. Pouco depois, foi instalada ali perto uma indústria com o nome de Fábrica de Fernandes Braga, que produzia chapéus e que, em pouco tempo, passou a ser conhecida como “fábrica das mangueiras”, já que a região era uma das principais produtoras de mangas do Rio de Janeiro. (mais…)

  • Feijoada da Tia Surica especial com Moacyr Luz

    Feijoada da Tia Surica especial com Moacyr Luz

    Feijoada da Tia Surica especial com Moacyr Luz: A próxima feijoada, dia 19 de dezembro, no Teatro Rival Petrobras, está em ritmo de festas de fim de ano. Dezembro é mês de confraternização,  Tia Surica prepara a feijoada com tempero especial, desta vez com a presença de Moacyr Luz.

    Feijoada da Tia Surica especial com Moacyr Luz

    Além da participação do Grupo Amigos da Portela, o evento também com a participação do DJ Alex Correia, animando os intervalos a partir das 13h.  Outra novidade é que os ingressos podem ser comprados pelo site ingresso.com. E vale lembrar que a feijoada é servida até às 16h.

    Feijoada da Tia Surica especial com Moacyr Luz
    Feijoada da Surica. foto: Márcia Furtado

    A história da feijoada com samba da Tia Surica no Teatro Rival começou na Copa do Mundo de 2006, quando ela recebeu o convite de Ângela Leal para transformar o teatro na extensão do seu quintal.

    Virou point para receber seus amigos para curtir samba da melhor qualidade e o delicioso feijão. Tia Surica aceitou o convite e levou as panelas, os ingredientes e toda a sua equipe para o Rival. Era o pontapé inicial para uma história de sucesso.

    Convidados ilustres como Monarco, Dona Ivone Lara, Neguinho da Beija-Flor, Dominguinhos do Estácio, Dudu Nobre, Teresa Cristina, Seu Jorge, Dorina, Cordão da Bola Preta e integrantes de várias escolas de sambas do Rio de Janeiro já passaram pelo “quintal do Rival”. (mais…)

  • Arlindo Cruz no show do álbum Herança Popular

    Arlindo Cruz no show do álbum Herança Popular

    Arlindo Cruz no show do álbum Herança Popular: O tradicional, o moderno, o popular e o samba da mais absoluta qualidade são elementos certos no show do elogiado álbum “Herança Popular”, de Arlindo Cruz.

    No repertório estão canções do novo CD como “Não penso em mais nada” e “Sinceridade”, além de sucessos da carreira do cantor como “O meu lugar”, “Bagaço da Laranja” e releituras de sambas clássicos da música popular brasileira. Com direção de Babi Cruz e Arlindo Neto.

    Arlindo Cruz no show do álbum Herança Popular

    Arlindo Cruz no show do álbum Herança Popular
    Arlindo Cruz no show do elogiado álbum Herança Popular

    “O meu disco já é uma homenagem aos grandes nomes do samba e no show eu exalto ainda mais mestres como Jorge Aragão, Cartola, Dona Ivone Lara, Zeca Pagodinho, Sombrinha, Wilson Moreira e muitos outros que deixaram a genialidade deles de herança para nossa música”, conta Arlindo. Ele adianta que essa homenagem aos sambistas também estará no cenário do espetáculo assinado por Zé Carratú.

    “Tudo isso está dentro do tradicional e do popular, mas minha música também conta com influências de outros gêneros. Atualmente, considero que meu samba está cada vez mais urbano, graças a Chico Buarque e Caetano Veloso, por  exemplo”, acrescenta.

    Arlindo Cruz no show do álbum Herança Popular – O disco

    Em seu primeiro disco totalmente autoral da carreira, Arlindo consegue equilibrar a atualidade de suas letras com a reverência aos antepassados. A música de sua autoria “Ela sambou, eu dancei”, lançada pelo grupo Raça nos anos 90, ganha versão renovada no novo álbum, com participação de Mr. Catra e novos versos com referências ao “quadradinho” e à poderosa Anitta. É modernidade total, contemporaneidade na veia. (mais…)

  • Samba-canção, um gênero romântico

    Samba-canção, um gênero romântico

    Samba-canção, um gênero romântico: Cantoras Ellen de Lima e Áurea Martins são destaque do programa

    O Samba na Gamboa vai embalar a sua noite com canções de alegrias e dores de amor. É o samba-canção marcando presença. Na mesa de bambas, Diogo Nogueira recebe Áurea Martins e Ellen de Lima para falar um pouco sobre esse gênero do samba, quais são as canções que as tocam de forma especial, quem são os seus compositores favoritos e quais histórias engraçadas rolavam nos bastidores dos shows.

    Samba-canção, um gênero romântico

    Áurea Martins começou a cantar no coral da igreja, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A música entrou em sua vida como uma herança de família. Ela começou a carreira no rádio, fez algumas apresentações na TV e se consagrou nas noites cariocas.

    Samba-canção, um gênero romântico
    Cantoras Ellen de Lima e Áurea Martins com Diogo Nogueira.

    “Quase toda a minha família é de músicos. A vovó tocava banjo, a mamãe cantava e os meus tios tocavam clarinete e saxofone. E eu segui esse caminho cantando. Cantei na noite por quase 50 anos. Foi na noite que eu encontrei jovens dispostos a ouvir a mensagem que eu estava passando”, revela.

    Ellen de Lima se popularizou como a cantora das misses e hoje é uma grande representante da música popular brasileira. Ela canta e encanta o público há mais de 50 anos com a sua voz marcante e presença de palco.

    “Eu costumo dizer que nasci cantando. Desde pequenininha dava demonstração desse meu lado artístico. O primeiro lugar em que eu cantei foi em um parque de diversões lá em Olaria. Agora, adivinha o que é uma menina de 7 anos cantar a música “Fracasso”, de Mário Lago? Não cantei “Ciranda, cirandinha” não!”, conta a cantora. (mais…)

  • Tantinho cantando Padeirinho da Mangueira

    Tantinho cantando Padeirinho da Mangueira

    Tantinho cantando Padeirinho da Mangueira: Tantinho da Mangueira nasceu e foi criado no Morro de Mangueira, na favela de Santo Antônio.

    Aos 73 anos, morreu Tantinho da Mangueira ‘Devani Ferreira’ (21 de agosto de 1946 – 12 de abril de 2020). Cantor, compositor e partideiro carioca conhecido como Tantinho da Mangueira.

    Tantinho cantando Padeirinho da Mangueira

    https://www.youtube.com/watch?v=fRd27JpzwBw

    Programa Ensaio Completo

    Tantinho cantando Padeirinho da Mangueira
    Tantinho cantando Padeirinho da Mangueira

    01. RECORDAR É VIVER     02. MODIFICADO     03. MEU AMOR PACIÊNCIA     04. MORA NO ASSUNTO   05. RUA DAS CASAS     06. TERREIRO EM ITACURUÇÁ     07. DIRETOR DE HARMONIA
    08. SE MANDA MANÉ      09. JEQUITIBÁ     10. SEMPRE MANGUEIRA     11. FAVELA      12. ESCURINHO     13. SITUAÇÃO DO ESCURINHO      14. VEM ROMPENDO O DIA      15. AGONIZA MAS NÃO MORRE  16. LINGUAGEM DO MORRO     17. 100 ANOS DE LIBERDADE     18. SORRINDO SEMPRE     19. TEMPOS IDOS     20. ALVORADA

    Frequentador assíduo das rodas de partido-alto no Buraco Quente, Chalé e Três Tombos, favelas que também integram o morro, onde conviveu desde pequeno com personagens emblemáticas da localidade, Cartola, Nelson Cavaquinho, Dona Neuma, Padeirinho, Nelson Sargento, Pelado, Carlos Cachaça, Geraldo das Neves e Jorge Zagaia, entre outros.

    Padeirinho, ou Osvaldo Vitalino de Oliveira, cantava seus sambas pelas biroscas do morro da Mangueira. Foi levado pelo seu cunhado Geraldo da Pedra para apresentar-se na Ala dos Compositores da Mangueira. Padeirinho cantou o samba “Mangueira desceu para cantar” e, apesar de a música ter sido censurada por usar o “Hino da Marinha”, tornou-se integrante da ala.

    O apelido “Padeirinho” lhe foi dado por ser filho de padeiro e exímio calangueiro (cantador de calangos). Trabalhou como funcionário do Cais do Porto (Estivador) e da Limpeza Pública do Rio de Janeiro.

    Tocava vários instrumentos de percussão, entre eles pandeiro e tarol, sendo considerado habilidoso nos improvisos e partido-alto que versava pelos morros e entradas que compõem o morro da Mangueira (Vacaria, Pendura Saia, Candelária, Santo Antônio e Chalé).

    Se gostou de Tantinho cantando Padeirinho da Mangueira veja também Elton Medeiros no programa Água Viva.