Autor: pozzana

  • Samba e Feijoada dos 58 anos da Unidos de Padre Miguel

    Samba e Feijoada dos 58 anos da Unidos de Padre Miguel

    O Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos de Padre Miguel é uma escola de samba da cidade do Rio de Janeiro fundada no dia 12 de novembro de 1957. Está sediada na Rua Mesquita, 08 no bairro de Padre Miguel, encrustado na Comunidade da Vila Vintém.
    Uma das agremiações da zona rural, tornou-se campeã em seu primeiro desfile na Praça Onze em 1959 e adquiriu o direito de se apresentar entre as grandes escolas em 1960. 

    Samba e Feijoada dos 58 anos da Unidos de Padre Miguel

    Samba e Feijoada dos 58 anos da Unidos de Padre Miguel
    Samba e Feijoada dos 58 anos da Unidos de Padre Miguel

    O super show que a agremiação prepara para celebrar seu 58º aniversário, contará com a participação das estrelas: Marcelo Negrão, Grupo Art Junior, Grupo Família Clarão, Junior Parente, G.R.E.S. Unidos de Padre Miguel, G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira, e Reinaldo – O Príncipe do Pagode.

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  • História do Pagode

    História do Pagode

    História do Pagode: O pagode é um gênero musical nascido do samba. A História do Pagode tem suas origens no Rio de Janeiro entre o final da década de 1970 e início da década de 1980, a partir da tradição das rodas de samba feitas nos “fundos de quintal”.

    O termo “pagode” está presente na linguagem musical brasileira desde, pelo menos, o século XIX. Inicialmente, era associado às festas que aconteciam nas senzalas e, mais tarde, se tornou sinônimo de qualquer festa regada a alegria, bebida e cantoria.

    História do Pagode

    História do Pagode
    Instrumentos típicos do gênero. foto: Aline Torino

    Com o passar do tempo, o termo “pagode” começou a ser usado como sinônimo de samba, por causa de sambistas que se valiam deste nome pra suas festas, ou, seus pagodes.

    Como vertente musical, o pagode nasceria exatamente dessa manifestação popular completamente marginal aos acontecimentos musicais dos grandes meios de comunicação brasileira. A partir do surgimento de nova geração de sambistas no Rio de Janeiro nos anos oitenta, oriunda desses pagodes e que inovaria a forma de se fazer samba, o termo “pagode” batizar espontaneamente o novo estilo musical derivado do samba.

    Antigamente, pagode era considerado como festa de escravos nas senzalas de escravos negros e quilombos. Em meados do século XIX, o termo passou a designar reuniões para se compartilhar amizades, música, comida e bebida.

    Com a abolição da escravatura e fixação dos negros libertos no Rio de Janeiro, que têm uma relação intrínseca com o sincretismo de religiões de origem africana, como o candomblé umbanda, o pagode se consolidou a partir do século XX como uma necessidade de compartilhar e construir identidade de um povo recém liberto, e que precisa dar outra função ao corpo que até então é somente instrumento de trabalho. Por isso a relação estreita entre música e dança na cultura de origem africana, além do fato de ter a síncopa como principal característica da construção técnica-musical, derivada da percussão marcadora do ritmo. (leia mais em: história do samba). 

    A malandragem e os morros cariocas deram aos pagodes, e na década de 1970, o termo estava muito associado a festas em casas, geralmente nos fundos de quintais, e quadras dos subúrbios cariocas e de favelas e nos calçadões de bares do Centro do Rio, regadas a bebida e com muito samba.

    História do pagode. Arlindo Cruz, Almir Guineto e Zeca Pagodinho
    Arlindo Cruz, Almir Guineto e Zeca Pagodinho durante o 25º Prêmio da Música Brasileira. Foto: Reginaldo Teixeira

    O pagode, como manifestação cultural, apareceu nos meios de comunicação somente em 1978, quando os cantores Tim Maia e Beth Carvalho foram visitar a quadra do Cacique de Ramos, um bloco carnavalesco do bairro de Ramos, no subúrbio carioca.

    O bloco era uma popular reduto de sambistas anônimos e jogadores de futebol, que se reuniam aos finais de semana para comer, beber e cantar. A convite do ex-jogador de futebol Alcir Portela, Beth Carvalho foi conhecer um grupo de sambistas conhecidos como Fundo de Quintal, um grupo que tinha entre um de seus vocalistas Almir Guineto, ex-diretor de bateria da escola de samba Unidos do Salgueiro.

    O Fundo de Quintal fazia um samba diferente, misturado com outros ritmos africanos não tão difundidos e que tinha uma sonoridade nova, com a introdução de instrumentos como banjo com braço de cavaquinho (criado por Almir Guineto) e o repique de mão (criado pelo músico Ubirany) e a substituição do surdo pelo tantã (criado pelo músico e compositor Sereno).

    Beth gostou daquele samba feito no Cacique de Ramos e começou a gravar composições desses novos sambistas, ajudando a revelar nomes como Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, Almir Guineto e o Fundo de Quintal.

    História do Pagode: florescia mais um ‘filho’ do samba

    Com boa aceitação de público aos “pagodes” gravados por Beth Carvalho, outros começaram a ser gravados no início da década de 1980, e os próprios sambistas revelados pela cantora passaram a ser lançados e difundidos nas emissoras de rádio e canais de televisão pela indústria fonográfica. Desta forma, se consolidava um novo estilo musical dentro do samba.

    Almir Guineto. História do Pagode
    Almir Guineto. História do Pagode

    No final daquela década, nasceria uma nova vertente dentro do pagode, que se popularizaria na década seguinte. Estimuladas por necessidades comerciais, a indústria fonográfica avalizou a gravação de pagodes com uma roupagem mais “adocicada” tanto na letra, mas principalmente na harmonia, que ficou bastante modificada pelos constantes acordes sintetizados dos teclados eletrônicos, os quais resultam em um som com uma roupagem muito mais pop. Foi o caso do sucesso “Parabéns Pra Você”, do Grupo Fundo de Quintal.

    Conclusão: História do Pagode

    Ao mesmo tempo, determinados grupos, oriundos principalmente dos subúrbios paulistanos, começaram a adaptar coreografias e roupas de conjuntos vocais estadunidenses (como The Temptations, The Stylistics, Take 6) sob uma base rítmica próxima ao pagode como se conhecia até então, mas completamente diferentemente dos trabalhos de cantores como Bezerra da Silva e Zeca Pagodinho.

    As gravadoras apostaram com força nessa vertente mais “açucarada” de pagode injetada por letras românticas e instrumentos eletrônicos (até então praticamente alheios ao samba), pois viam nesse novo pagode um grande potencial para ser tocado em grandes concertos e competir com os artistas sertanejos populares daquele momento. A partir dessas modificações, nasceu o pagode romântico, um estilo de pagode muito distante de suas originais feições, embora tenha se tornado tão ou mais popular do que o pagode original.

    fonte: Wikipedia.org

  • Flautistas da Pro Arte em Festa na Aldeia

    Flautistas da Pro Arte em Festa na Aldeia

    Um Espetáculo Inédito em Homenagem aos 450 anos de Fundação da Cidade do Rio de Janeiro

    A cidade do Rio de Janeiro será homenageada no ano de 2015 com muita alegria pelos Flautistas da Pro Arte, que levarão aos palcos algumas das canções que eternizaram a Cidade Maravilhosa – canções que nos remetem às suas belezas e encantos e que já são parte de sua história.

    Flautistas da Pro Arte em Festa na Aldeia

    No espetáculo de nome “Festa na Aldeia de São Sebastião do Rio de Janeiro“, serão apresentadas obras de compositores renomados como Tom Jobim, Cartola, Chico Buarque, Noel Rosa e Pixinguinha, passeando ainda por obras menos conhecidas do grande público, como é o caso de “Povos do Brasil”, de Leandro Fregonesi – cuja letra foi inspiração para o título do show -, do “Baião de São Sebastião”, alegre homenagem de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira à cidade, e do belo choro “Casinha na Marambaia”, de Henrique Costa e Rubem Campos. Todas as canções do espetáculo foram arranjadas especialmente para a formação do grupo.

    FESTA NA ALDEIA DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO

    Flautistas da Pro Arte em Festa na Aldeia
    foto: Andreia Nestrea

    O grupo Flautistas da Pro Arte – formado por 25 integrantes – celebrará esta festa com crianças e adolescentes oriundas de várias “aldeias” da cidade do Rio Janeiro, no Galpão do Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico, nos dias 14 e 15 de novembro, às 16h30.

    O projeto Flautistas da Pro Arte, que conta com o patrocínio da Petrobrás através da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio de Janeiro, centra sua atividade musical nos Seminários de Música Pro Arte, em Laranjeiras, onde seus integrantes tem aulas e realizam ensaios semanais.

    Flautistas da Pro Arte em Festa na Aldeia: O SOPRO DA EDUCAÇÃO E DA  RENOVAÇÃO

    Em 1989, um grupo de crianças e jovens estudantes de música dos Seminários de Música Pro Arte, no Rio, se reuniu sob a batuta das professoras de flauta, Tina Pereira e Claudia Ernest Dias. Tina Pereira, nascida em SãoJosé dos Campos, fez especialização em Educação Musical em Salzburg, Áustria e queria aplicar o métodoaprendido no Instituto Orff. Começou então a usar as canções da MPB como material didático. Nasciam ali osFlautistas da Pro Arte, que fizeram sua primeira apresentação no Paço Imperial, homenageando Dorival Caymmi.

    De tão envolvente, pioneiro e proveitoso, o trabalho consolidou-se rapidamente como prática artística e educativa e em poucos anos contava com um  grande número de pequenos músicos desenvolvendo seus dotes pelos caminhos da extraordinária riqueza da Música Popular Brasileira.

    Além da prática dos vários instrumentos de sopro, o grupo desde o princípio já aprendia também a cantar, dançar e se movimentar no palco. Os projetos se sucederam, homenageando compositores como Caymmi, Chico Buarque, Villa-Lobos, Radamés, João Bosco, K-Ximbinho, Lamartine, Ary Barroso, Noel Rosa e muitos outros.

    Em 2004, o projeto tinha 70 integrantes e a diretora Tina Pereira resolveu dividir o grupo em dois, criando portanto os Flautistas da Pro Arte (herdeiro do nome do projeto), onde permaneceram os alunos mais novos, e a Orquestra de Sopros da Pro Arte, formado pelos integrantes mais velhos.

    Tendo sempre à frente Tina Pereira, Claudia Ernest Dias e Raimundo Nicioli, o novo grupo teve sua estreia com o espetáculo “A Bênção, Baden!” na Sala Cecilia Meireles, palco nobre da música no Rio.

    Projeto Flautistas da Pro Arte: www.flautistasdaproarte.com.br

    REPERTÓRIO / Flautistas da Pro Arte em Festa na Aldeia

    1 – Sebastian (Milton Nascimento e Gilberto Gil)
    2 – Ensaboa (Cartola) – arranjo: Sérgio Sansão
    3 – Pelo telefone (Donga) – arranjo: Marcelo Caldi
    4 – Casinha na Marambaia (Henrique Costa / Rubem Campos) – arranjo: Marcelo Caldi
    5 – A Violeira (Chico Buarque / Tom Jobim) – arranjo: Raimundo Nicioli
    6 – Cidade Mulher  (Noel Rosa / Vadico) – arranjo: Raimundo Nicioli
    7 – Pra que mentir (Noel Rosa /Vadico) – arranjo: Raimundo Nicioli
    8 – Estrela, Estrela  – arranjo: Raimundo Nicioli
    9 – Povos do Brasil  (Leandro Fregonesi)
    10 – Caminhando  (Nelson Cavaquinho/Lourival Bahia) – arranjo: Alexandre Caldi
    11 – O morro não tem vez (Tom Jobim / Vinicius de Moraes)
    12 – Samba de uma nota só (Tom Jobim / Newton Mendonça) – arranjo: Tina Pereira
    13 – Baião de São Sebastião (Luiz Gonzaga / Humberto Teixeira) – arranjo: Marcelo Caldi
    14 – Jongo pelas águas do Mar / Benguelê (Pixinguinha) Arranjo: Ignez Perdigão

  • Razões Africanas, roda de jongo, samba, maracatu e ijexás

    Razões Africanas, roda de jongo, samba, maracatu e ijexás

    Tradicional roda de jongo no no Trapiche Gamboa também tem samba, maracatu e ijexás do grupo Razões Africanas.

    Razões Africanas, roda de jongo, samba, maracatu e ijexás

    Roda de jongo, samba, maracatu e ijexás
    tradicional roda de jongo, samba, maracatu e ijexás

    Composto pelas cantoras Lazir Sinval, Dely Monteiro e Luiza Marmello (também integrantes do consagrado grupo “Jongo da Serrinha” ao lado da Tia Maria do Jongo), músicos de mão cheia (Marcos Rum, Anderson Vilmar e Marcello Mattos – percussão, Rafael do Cavaco e Fábio Pereira – harmonia) e tambores que já guardam história, o grupo Razões Africanas garante há alguns anos as já tradicionais e contagiantes noites de quinta do Trapiche.

    Eles promovem uma roda com muito jongo, ijexás, samba, maracatu e canções em língua africana, realizando um resgate e valorização da nossa cultura. É um encontro de vozes, sons e energias que vibram em torno do legado da Mãe África à nossa terra, carregado de encantamento e umbigada! 

    QUINTAS-FEIRAS, 12, 19 e 26/nov, às 20h30 no Trapiche Gamboa

    Razões Africanas, roda de jongo, samba, maracatu e ijexás

    Trapiche Gamboa: Rua Sacadura Cabral, 155, Gamboa. Tel.: 2516-0868. Couvert artístico: R$18 (lista amiga até as 16h pelo e-mail trapichegamboa@ig.com. br: R$14). Livre. A casa abre às 18h

  • Mart’nália, Pedro Miranda e Diogo Nogueira na Gamboa

    Mart’nália, Pedro Miranda e Diogo Nogueira na Gamboa

    Relembre esse encontro bonito gravado em 2012 no Trapiche Gamboa. Mart’nália, Pedro Miranda e Diogo Nogueira na Gamboa!

    No Samba na Gamboa, Diogo Nogueira ao lado de Mart’nália e Pedro Miranda, fazendo um samba da melhor qualidade e falando da vida com liberdade.

    Mart’nália, Pedro Miranda e Diogo Nogueira na Gamboa

    Mart’nália

    Filha do sambista Martinho da Vila e da cantora Anália Mendonça (seu nome é uma mistura dos nomes dos pais), a cantora nasceu no bairro de Pilares, Zona Norte do Rio de Janeiro. Desde criança foi cercada pela música e iniciou a carreira profissional aos 16 anos, fazendo vocais de apoio para o pai ao lado dos irmãos Pinduca e Analimar. Em meados da década de 1990, passou a realizar apresentações em circuitos de bares, pequenas casas noturnas e até teatros do Rio de Janeiro, o que culminou no lançamento de seu CD Minha Cara, mais voltado para o samba-canção.

    A partir de 1994, passou a integrar o grupo Batacotô, com quem lançou o Samba dos Ancestrais. A artista também foi percussionista da banda de Ivan Lins. Mart’nália teve também o privilégio de se tornar apadrinhada de grandes nomes da Jovem Guarda, graças a seu pai. Caetano Veloso foi o diretor artístico de seu álbum, Pé do meu Samba, além de compor a faixa-título, e Maria Bethânia produziu Menino do Rio.

    A partir desses dois álbuns, Mart’nália passou a atrair maior atenção da mídia e a ter uma agenda de shows bem mais estabelecida em todo o país, abrindo caminho para turnês internacionais pela Europa e África. Hoje Mart’nália é reconhecida pelo talento e carisma que a fazem uma artista única.

    Pedro Miranda

    Mart'nália, Pedro Miranda
    Mart’nália, Pedro Miranda

    Integrou vários grupos como Cordão do Boitatá, Grupo Semente, Anjos da Lua e Pé de Moleque. Passou a integrar o grupo Cordão do Boitatá no ano de 1997, em show com Darcy do Jongo da Serrinha. Logo depois passou também a integrar o Grupo Semente, ao lado de Teresa Cristina. Inicialmente como pandeirista, o artista foi investindo no trabalho vocal e hoje é admirado por grandes artistas brasileiros, como Caetano Veloso.

    Confira mais da biografia do sambista em dicionariompb.com.br/pedro-miranda/dados-artisticos

  • Documentário sobre samba de terreiro

    Documentário sobre samba de terreiro

    Como eram os sambas de quadra, os sambas de terreiro e o carnaval de antigamente?

    https://www.youtube.com/watch?v=YSFEHKl2ZNw

    Documentário sobre samba de terreiro apresentado por ilustres portelenses e sambistas. Paulinho da Viola, Monarco, Dona Ivone Lara, Casquinha, Zé Keti, Surica, Elton Medeiros e muitos outros bambas.

    Documentário sobre samba de terreiro

    paulinhoDurante a década de 1930, era costume em um desfile de carnaval que uma escola de samba apresentasse o samba-enredo na primeira parte e, na segunda parte, os melhores versadores improvisassem com outros sambas-de-terreiro.

    Estes sambas ficaram conhecidos assim, porque eles eram produzidos durante todo o ano nos espaços que se tornariam as futuras quadras. Antes de ser cimentado, o chão do terreiro era feito de terra batida.

    Documentário Fala Mangueira de 1981

    Geralmente, um samba-de-terreiro retratava o cotidiano dentro das comunidades onde se localizavam as escolas de samba cariocas.

    Comum até o início da década de 1970, estes sambas deixariam de ser tocados nos desfiles em um longo processo de mercantilização do carnaval. Ao deixar de ser cantado nos desfiles, o samba-de-terreiro ficou relegado às quadras das escolas de samba, servindo inicialmente para animar festas até se restringir à temporada seletiva de samba-enredo.

    Documentário Breve História do Samba

    Documentário sobre samba de terreiro: Outras composições famosas saídas dos terreiros/quadras, estão “Foi um Rio que passou em minha vida” (de Paulinho da Viola, “Portela na Avenida” (de Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro), “Azul, Vermelho e Branco” (de Aroldo Melodia), “Salve a Mocidade” (de Luiz Abdengo dos Reis), “Tem capoeira” (de Batista da Mangueira), “A Deusa da Passarela” (de Neguinho da Beija-Flor).

    Em 2007, o IPHAN conferiu registro oficial às matrizes do samba do Rio de Janeiro: samba de terreiro, partido-alto e samba-enredo.

    Documentário A História do Samba Carioca

  • Monica Mac recebe o compositor Barberinho no Trapiche

    Monica Mac recebe o compositor Barberinho no Trapiche

    Nesta sexta-feira tem roda de samba da cantora Monica Mac com o compositor Barberinho do Jacarezinho como convidado especialíssimo, 06/nov, a partir das 22h30, no Trapiche Gamboa.

    Monica Mac recebe o compositor Barberinho no Trapiche

    Monica Mac é natural de Niterói, nascida em família de músicos, pedagoga por formação e cantora por devoção. Há 20 anos dedica-se exclusivamente à música como profissão e nos últimos 10 anos deu ao samba papel de destaque no seu repertório. Com sua forte voz, carisma e seu jeito peculiar e empolgante de se apresentar, tornou-se referência no cenário do samba niteroiense e conquistou um público exigente e amante do gênero.

    Barberinho do Jacarezinho
    Barberinho do Jacarezinho

    Barberinho é cantor, cavaquista, integrante do divertido grupo de samba “Trio Calafrio” e nada menos do que um compositor abençoado pelo também compositor Aldir Blanc. Foi eternizado na voz de Bezerra da Silva e também gravado por Zeca Pagodinho, Neguinho da Beija Flor, Almir Guineto, Arlindo Cruz e Dudu Nobre, por exemplo.

    Será mais uma roda de samba em edição única e exclusiva na Gamboa para não deixar ninguém parado. Imperdível!

    Trapiche Gamboa – Rua Sacadura Cabral, 155, Gamboa. Tel.: 2516-0868.  Couvert artístico: R$30,00 (R$25,00 na lista amiga pelo e-mail trapichegamboa@ig.com.br). 18 anos. A casa abre às 19h30. Aceita cartões de débito e crédito.

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    Sobre a casa “Trapiche Gamboa”:

    Situado no berço do samba, na Gamboa, entre a Pedra do Sal, a Ladeira do Valongo e o Largo da Prainha, entre o centro da cidade e o bairro da Saúde, o Trapiche Gamboa é um grande sobrado do século XIX (1857) e foi inaugurado como casa de shows em 2004. Ele se tornou um refúgio para o samba de roda (a mais autêntica forma de música brasileira) e consagrou-se como uma das maiores, mais bonitas e aprazíveis casas (de samba) da cidade. Importantes sambistas já passaram por lá e exímios músicos da nova safra do samba do Rio de Janeiro frequentemente realizam as magistrais rodas da casa.

    A arquitetura de 1857 e com pé direito de 13 metros está conservada com piso original e parede de pedra revestida com óleo de baleia. Antes de abrigar a casa de samba, o sobrado era uma oficina mecânica.

    Quem é do samba ou quer conhecê-lo melhor e mais de perto, seja carioca ou turista, deve visitar o Trapiche Gamboa, endereço de uma boa combinação de petiscos e de roda de samba como a dos antigos terreiros. No segundo andar, há ainda um mezanino onde é possível bater um papo com menos barulho. Já no terceiro andar, uma varanda oferece ar fresco com um barzinho à disposição. É bem aconchegante e convidativo.

    Classificação da casa: durante a semana: livre | sextas e sábados: 18 anos.
    Abertura da casa: segunda à quinta: 18h30 | sexta: 19h30 | sábado: 20h30.
    Horários dos shows: segunda à quinta: 20h30 | sexta e sábado: 22h30.

  • Mulheres do Samba na Roda de Samba do Imperator

    Mulheres do Samba na Roda de Samba do Imperator

    Ainda é primavera e nesta edição do mês de novembro a Roda de Samba do Imperator, no dia 19, a proposta é deixar ainda mais florida a nossa noitada de samba e fazer reverências às mulheres do samba.

    Mulheres do Samba na Roda de Samba do Imperator

    Por Marcelo Faria – Agência Sambrasil Comunicações

    Para esta roda de samba o projeto traz, a representatividade e importância da mulher no samba, com a já consagrada sambista Dorina e duas jovens e talentosas revelações do samba que são: Janaína Moreno e Renata Jambeiro. Além é claro da participação fundamental do Grupo Arruda, no comando da roda e conta em sua formação, com a voz feminina da talentosíssima Maria Menezes.

    O trio feminino preparou um repertório especial para esta edição, onde serão lembrados os sucessos das compositoras e cantoras como: D.Ivone Lara, Jovelina, Clementina, Clara Nunes, Beth Carvalho, Leci Brandão, Elza Soares, Marlene e uma singela homenagem à Vó Maria.

    O projeto inovador tem como objetivo, além de levar grandes atrações para a casa de shows, é marcante, pois sempre apresentará um artista já consagrado pela mídia e público e jovens talentos do samba, para que tenham a possibilidade de maior visibilidade e auxiliar no impulsionamento de suas carreiras.

    Conheça um pouco de cada artista:

    Dorina: Sambista respeitada e com bagagem reconhecida no mundo samba, além de seu talento como cantora, ela também desenvolve com muita categoria o oficio de comunicadora e produtora. Recentemente esteve a frente do projeto Mulheres de Zeca e seu último trabalho fez uma grande homenagem ao saudoso e espetacular compositor, Luiz Carlos da Vila, com o CD “Dorina Samba de Luiz”.

    Ganhadora de vários prêmios com 8 CDs, 1 Dvd, participou Casa de Samba, Cidade do Samba,  Sambabook de Martinho da Vila fez parte dos Suburbanistas , criou o Bloco Mulheres de Zeca que deu origem ao Musical de mesmo nome que fez uma temporada de sucesso em outubro do ano passado no Imperator.

    Janaína Moreno: Mineira de Belo Horizonte, hoje se pode se dizer que a cantora, compositora, percussionista e atriz, não é so de Minas, ela é do Brasil. Filha de Oxum, puro dengo, pura doçura. Voz forte quando fala, voz intensa quando canta. Filha de Ogum, mulher guerreira, de uma linhagem de muitas mulheres de luta e talento nato dedicado à musica de qualidade e com carinho especial pelo Samba. Tem como referencia, Jacó do Bandolim, Sérgio Bitencourt, Elizete Cardoso, Paulo César Pinheiro, Jorge Ben Jor e Clara Nunes. Que estão presentes em seu trabalho de estreia, o CD Festeira.

    E em sua bela carreira, já esteve no palco ao lado de cantores como Monarco, Dudu Nobre, D. Ivone Lara, Alcione, Moacyr Luz, Diogo Nogueira, Zeca Pagodinho e outros bambas. Não podia ser diferente: Janaína Moreno foi feita da cabeça aos pés de pura arte serelepe. Transita do samba ao skate, da bossa nova ao cinema, do bambolê ao teatro passando pelas castanholas e pandeiros sem nunca deixar de lado o inesquecível charme de sua voz Festeira.

    Renata Jambeiro: A cantora e atriz, por onde passa é reconhecida como uma artista de grande performance, carisma e talento. Dona de uma belíssima voz, vem se destacando no cenário carioca do samba, por seu carinho e dedicação ao gênero. A cantora apresentou-se na África e aproveitou a oportunidade para realizar pesquisa musical relacionando à influência africana na cultura brasileira. Na busca pela ancestralidade representada pela tradição oral, pelos griôs (contadores de histórias), pelos pretos velhos e pelo sotaque de tambores, com aprofundamento nos elementos humanos, geradores da história da música popular brasileira. Concretizando assim o desejo da cantora de focar seu trabalho nos temas da cultura popular, miscigenação brasileira, a musicalidade dos tambores, bailes e terreiros.

    Renata está com seu novo projeto no “forno”, literalmente, o CD chamado “Fogaréu”, que está em fase de masterização e com lançamento previsto para novembro.

    Grupo ArrudaGrupo Arruda: São 10 anos, completados em maio de 2015, de samba e amizade, pois o Arruda e seus componentes acreditam que o samba é muito mais que um estilo musical, é um estilo de vida, um jeito de viver. Tudo começou de maneira despretensiosa na famosa banca da tia Zezé, ao lado do viaduto da Mangueira, hoje se apresenta de maneira consistente em renomadas rodas de samba, como Renascença e Samba Luzia, além de conceituadas casas de show do porte da Lapa 40º, Imperator, Centro Cultural Carioca, Terreirão do Samba e outros redutos do samba. A intenção era apenas se divertir, relembrar os grandes mestres e sambas antigos da Estação Primeira. De lá para as melhores casas de shows e rodas de samba do Rio de Janeiro e São Paulo, são 10 anos fielmente dedicados ao mais brasileiro dos ritmos.

    Muitas conquistas marcam 2014, mas a principal, contou com a direção musical do mestre Milton Manhães e arranjos de Ivan Paulo, o grupo realizou o sonho de gravar o primeiro CD da carreira, homônimo. São 13 faixas inéditas, de renomados compositores, como Toninho Geraes, Claudinho Guimarães, Altay Veloso, Xande de Pilares, e, também, representando a nova geração, André da Mata, Rafael de Moraes, Armandinho do Cavaco e Nego Josy.

    Roda de Samba do Imperator – Centro Cultural João Nogueira

    Dia: 19 de novembro de 2015, das 20h às 00h
    Imperator: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
    Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia-entrada)

  • Samba Pop com Ivo Meirelles

    Samba Pop com Ivo Meirelles

    Ivo Meirelles aterrissa no palco do Lapa 40 Graus inovando mais uma vez.

    Com um suingue típico dos morros cariocas, ele transforma canções  consagradas por Cassia Eller, Lobão, Cazuza, Benjor, Frejat, Marina e Paralamas, dentre outros, em verdadeiros grandes sambas. E ainda nos brinda com alguns clássicos do samba tradicional!  

    Samba Pop com Ivo Meirelles 

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  • Grupo Revelação de volta ao Lapa 40 Graus

    Grupo Revelação de volta ao Lapa 40 Graus

    O GRUPO REVELAÇÃO volta ao palco principal do Lapa 40 Graus nas quartas de Novembro. Matando a saudade do público da casa, a nova temporada traz shows começando a partir das 23h30. Liderado pelo sambista David (voz), o grupo canta seus sucessos e hits do samba, além de receber convidados especiais.

    Grupo Revelação de volta ao Lapa 40 Graus

    O show tem formato de roda de samba em palco 360º. O repertório conta com as músicas “Filho da Simplicidade”, “Só Vai de Camarote”, “Tá Escrito”, “A Felicidade É Você”, “A Gente Pega Fogo”, “A Paixão Me Pegou”, “A Pureza da Flor”, “Na Palma da Mão”, “Ô Irene”, “Agora Viu Que Me Perdeu e Chora/Mulher Não Manda Em Homem”.

    Grupo Revelação de volta ao Lapa 40 GrausA abertura fica por conta do grupo Samba na Madruga nos dias 04 e 18 e Tendências nos dias 11 e 25, sempre no primeiro piso.

    Nos intervalos tem DJ Nelsinho (FM O Dia) e DJ Gustavo Brasil.

    Lapa 40º – Rua Riachuelo, 97 – Lapa/RJ. Data: Quartas (04, 11, 28, e 25 de Novembro). Horário: Abertura da casa (18h) | Grupo de Abertura (19h) | DJs (22h) | Revelação (23h30). Capacidade: 1.200 pessoas. Censura: 18 anos.
    Estacionamento próprio: Não. Acesso para deficientes físicos. Telefone: (21) 3970-1338. Site: www.lapa40graus.com.br E-mail: contato@lapa40graus.com.br. É obrigatória a apresentação de documento com foto e data de nascimento para entrar na casa. Não é permitido o acesso de menores de 18 anos, mesmo que acompanhados por um adulto.

    Grupo Revelação de volta ao Lapa 40 Graus

    Ingressos: Até a meia-noite: R$ 20,00 (Feminino) / R$ 30,00 (Masculino) || Depois da meia-noite: R$ 30,00 (Feminino) / R$ 40,00 (Masculino)
    OBS: Sujeito a alteração na bilheteria.