Categoria: Redutos do samba

  • Mulheres no Samba: a nova batida de Niterói

    Mulheres no Samba: a nova batida de Niterói

    Mulheres no Samba: Nas esquinas de Santa Rosa, um novo compasso desponta. Um coro de vozes femininas se levanta para celebrar a cidade com ritmo, poesia e resistência.

    Mulheres no Samba: a nova batida de Niterói

    Artigo original - Samba Carioca 
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    6/11/2025 ::  redação Samba Carioca.com.br

    A partir de 7 de novembro, o coletivo Mulheres no Samba de Niterói inaugura uma roda fixa no Bar do Alex, sempre às sextas-feiras, às 18h. A entrada é gratuita, e o convite é aberto — o samba se faz em comunidade, com vozes, batuques e corações em sintonia.

    A proposta é simples e poderosa: valorizar o protagonismo feminino no samba, revelar novas intérpretes e abrir espaço para instrumentistas formadas em projetos sociais e culturais. isto é, como a Oficina das Minas, reconhecida por ampliar oportunidades e promover a equidade de gênero na música.

    Alaíde Costa
    Alaíde Costa

    Nesse sentido, entre risos, tambores e acordes, nasce uma roda que é celebração e resistência. O público participa com contribuição voluntária, reforçando o sentido coletivo do encontro — um samba que se sustenta no afeto, na partilha e na fé na arte.

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  • Eu sou Cacique

    Eu sou Cacique

    Eu sou Cacique: Últimas semanas da exposição “Eu sou Cacique” do artista plástico Alexandre Palma, em Santa Teresa, no Rio de Janeiro.

    Eu sou Cacique

    A té sábado, 02/04, público poderá conferir, gratuitamente, pinturas em homenagem ao Bloco Cacique de Ramos, na Galeria Modernistas. Debate sobre o carnaval e apresentação musical estão programados para o encerramento

    Cacique de Ramos

    A exposição “Eu Sou Cacique” encerra no sábado, dia 2 de abril, na Galeria Modernistas em Santa Teresa.

    A exposição de pinturas recebeu um grande público e visitas importantes como Ricardo Cravo Albin e o músico Dauá Puri. Aberta em fevereiro com a performance “Vermelho 22”, a individual de Alexandre Palma apresenta um conjunto de 25 trabalhos a óleo, com texto de apresentação de Carlos Alberto Medeiros. (mais…)

  • Trapiche Gamboa

    Trapiche Gamboa

    Situado no berço do samba, na Gamboa, entre a Pedra do Sal, a Ladeira do Valongo e o Largo da Prainha, entre o centro da cidade e o bairro da Saúde, o Trapiche Gamboa é um grande sobrado do século XIX (1857) e foi inaugurado como casa de shows em 2004.

    Trapiche Gamboa

    A arquitetura de 1857 e com pé direito de 13 metros está conservada com piso original e parede de pedra revestida com óleo de baleia. Antes de abrigar a casa de samba, o sobrado era uma oficina mecânica.

    Nestes onze anos, o Trapiche Gamboa tornou-se um refúgio para o samba de roda (uma das mais autênticas expressões da música brasileira) e se consagrou como uma das maiores, mais bonitas e aprazíveis casas (de samba) da cidade. Já foi cenário do programa “Samba na Gamboa” da TV Brasil, comandado pelo cantor Diogo Nogueira, e de outras produções televisivas. Importantes sambistas já passaram pelo salão e exímios músicos da nova safra do samba do Rio frequentemente realizam as magistrais rodas da casa. (mais…)

  • Samba do Trabalhador

    Samba do Trabalhador

    Samba do Trabalhador /  Clube Renascença

    Horário: Segunda – de 16 às 21 horas
    Couvert: mulher: R$ 20,00 / homem: R$ 20,00
    Endereço: Barão de São Francisco, 54 (próximo ao supermercado Guanabara) Andaraí
    Informações: 21 32532322 – Rio de Janeiro/RJ

    Toda segunda-feira Moacyr Luz comanda uma das melhores rodas da cidade, o Samba do Trabalhador. O local é o Clube Renascença, um antigo reduto do movimento negro. O Clube Renascença está totalmente “ressuscitado” e é ainda mais antigo do que o velho Cacique de Ramos. Além de se curtir um pagode de qualidade, é ambiente familiar.

    Samba do Trabalhador /Renascença Clube

    Frequentam a roda muitos dos melhores sambistas cariocas. Além do compositor Moacyr Luz, marcam presença Toninho Gerais, Ivan Milanez,  entre outros compositores.

    Integram a roda: Moacyr Luz (voz e violão), Gabriel Cavalcante (voz e cavaco), Alexandre Nunes (voz e cavaco), Alvaro Santos (voz e percussão), Luiz Augusto (percussão), Nilson Visual (surdo), Junior Oliveira (percussão), Mingo Silva (voz e percussão) e Daniel Neves (violão de 7 cordas).

    História do Carnaval Carioca

    Sábado no Andaraí rola das 18 às 22h. Carlinhos Doutor, Meco (irmão do Zeca) e Araquem Marba organizaram a roda, que é comandada por Renato Milagres (filho de Meco) e o grupo Roda de Bamba, formado por João Martins (banjo e voz), Márcio Ricardo (violão sete), Rafael Tiru (cavaco), Thiaguinho (surdo), Guaracy (tantã), Neném (pandeiro), Thiago Misamply (repique e voz) e Pipa Vieira (percussão). Almir Guineto e Wilson Moreira são figuras fáceis no local. Nas quartas é dia da roda “O Samba é Meu Dom”.

    O lugar é especial, foi fundado no final dos anos 50 como um lugar de divertimento e afirmação negra. O clube tem um pátio com uma grande Caramboleira que tem dado frutas, que caem maduras para deleite do público e dos sambistas.

    Moacyr Luz conta mais da história do Samba do Trabalhador em seu blog:
    Veja no link – youpode.com.br/blog/blogdomoa/2009/06/01/samba-do-trabalhador

    Fotos:
    Moacyr Luz – Ierê Ferreira
    Efson e Roda – Marco Pozzana

    Leia a nossa entrevista com o Moacyr Luz