Categoria: Vídeos

  • Joyce Cândido em show inédito

    Joyce Cândido em show inédito

    Joyce Cândido em show inédito: Joyce Cândido comemora 10 anos de carreira com show no Theatro Net Rio.

    Cantora e compositora apresenta músicas dos cinco álbuns lançados na última década e traz convidados especiais que fazem parte da sua trajetória artística, como Badi Assad, Rildo Hora, Toninho Geraes e Carlinhos de Jesus, dentre outros

    Joyce Cândido em show inédito

    No repertório do espetáculo, estão presentes canções dos álbuns “Panapaná”, “O bom e velho samba novo”, ” O que sinto”, ” Imaginidade”, além do single “Fino trato”, que dá nome ao seu mais recente show. Alceu Maia e Rildo Hora, que já dirigiram shows da cantora, fazem participação especial ao lado de Carlinhos de Jesus, com quem Joyce dança em seu DVD.

    A cantora e violonista Badi Assad, referência musical da vanguarda paulistana, os cantores/compositores Toninho Geraes e Fabiano Salek fazem duetos com Joyce, que também toca piano no show.

    Convida amigos como Wilsinho Soler, cavaquinista de Londrina quem a levou para cantar pela primeira vez numa roda de samba; Guilherme Sá, cavaquinista carioca, com quem tem várias composições; e Léo Bento, seu parceiro no projeto de música para crianças. Compositores como Leandro Fregonesi, Roberto Pontes, Edu Krieger e Deivid Domênico têm músicas inéditas interpretadas por Joyce neste show.

    Trajetória – Joyce Cândido em show inédito

    Joyce Cândido vem ganhando prestígio no cenário das cantoras da nova geração. Lançou seu primeiro álbum, Panapaná, em 2006, em Londrina. Em seguida, muda-se para Nova Iorque, onde reside por três anos, estudando na Broadway Dance Center e cantando no circuito de bares novaiorquinos.

    Em 2010, ganhou o prêmio Press Award 2010 como Melhor Cantora Brasileira nos EUA, retornando ao Brasil no ano seguinte, lançando, pela Biscoito Fino, “O bom e velho samba novo”, produzido por Alceu Maia. O show de lançamento do CD teve direção de Bibi Ferreira.

    Joyce Cândido em show inédito
    Joyce Cândido – by Cris Gomes

    Na cidade maravilhosa, sua carreira artística ganhou respaldo de Chico Buarque, quem a indicou para a Biscoito Fino; Beth Carvalho e Milton Nascimento, que prestigiaram seus shows; Toquinho, que a convida para seu show de 50 anos de carreira; Jorge Aragão, que a convida para a gravação de seu Sambabook; Bibi Ferreira, sua diretora e amiga; Marília Pêra, Zezé Motta, João Bosco, Elza Soares, Carlinhos de Jesus, Toninho Geraes, que participam de seus shows, entre outros tantos artistas que Joyce vem conquistando amizade, respeito e admiração.

    O bom e velho samba novo – Joyce Cândido em show inédito

    Em 2013, o álbum “O bom e velho samba novo” ganhou versão DVD ao vivo, lançado pela Warner Music, com participações de João Bosco, Elza Soares, Toninho Geraes e Carlinhos de Jesus. Em 2015, lançou o EP ” O que sinto”, também pela Warner. Em 2017, Joyce estreou o espetáculo “Imaginidade”, lançando CD homônimo, seu quinto álbum, produzido de forma independente ao lado do compositor Léo Bento. Além disso, estreou o show  “Fino trato”,  no Circo Voador.

    Joyce tem se apresentado em mundo afora: Midem (Cannes), Womex (Budapeste e Santiago de Compostela); projeto Novas Vozes do Brasil (Espanha); shows pela Alemanha, Itália, Portugal, França, República Tcheca, Hungria, Holanda e Canadá. Em 2017, foi convidada a ir ao Japão, pela primeira vez, onde recebeu o prêmio como Embaixadora da Música Brasileira no Mundo, Focus Brasil – Press Award.

    Aos 34 anos, a cantora celebra dez anos de carreira, contando a partir do lançamento de seu primeiro CD. Sua a vida musical, porém, começou cedo, na pequena cidade do interior de São Paulo, Maracaí, onde iniciou seus estudos, tocando piano. Formou-se no Conservatório Carlos Gomes de Marília, (SP) e fez Faculdade de Música em Londrina, PR.

    Show Joyce Cândido 10 anos de carreira 

    Local: Theatro Net Rio / Data : 12 de dezembro de 2017, terça-feira / Horário : 21h00

    Lista amiga : producao@joycecandido.com
    Ingressos: R$80,00 (plateia); R$60,00 (balcão)
    Clientes NET e lista amiga pagam meia. Informações: (21) 2147-8060
    Endereço:  Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro

  • Documentário Silas de Oliveira 100 anos

    Documentário Silas de Oliveira 100 anos

    Documentário Silas de Oliveira 100 anos: Vídeo sobre o centenário de nascimento do grande sambista Silas de Oliveira (1916-1972), fundador da escola de samba Império Serrano.

    Documentário
    Silas de Oliveira 100 anos

    Compositor de clássicos do samba, como “Aquarela brasileira”, “Heróis da liberdade” (com Manoel Ferreira e Mano Décio da Viola) e “Meu drama” (com Joaquim Ilarindo), entre outros.

    Silas de Oliveira
    Silas de Oliveira

    Produzido pelo Centro de Programas Integrados da Funarte, o vídeo tem depoimentos do historiador Luiz Antonio Simas, das escritoras e pesquisadoras Marília Trindade Barboza e Rachel Valença e do baterista e compositor Wilson das Neves.

    As fotografias que ilustram o vídeo fazem parte do acervo pessoal de Rachel Valença e foram gentilmente cedidas para esta homenagem. Funarte/2016.

    FUNARTE

    Presidente: Humberto Braga
    Diretor Executivo: Reinaldo Veríssimo
    Diretora do Centro de Programas Integrados: Maristela Rangel
    Coordenador do Canal Virtual/Portal das Artes: Pedro Paulo Malta

    Operação de câmera e edição do vídeo: Márcia Francisco e Rafael Magalhães
    Site oficial: http://www.funarte.gov.br/

    • Silas de Oliveira

    Documentário Silas de Oliveira 100 anos
    Documentário Silas de Oliveira 100 anos

    Desde menino frequentou as rodas de samba, apesar da resistência do pai, que era pastor protestante e via na música uma ‘manifestação do diabo’. O pai, dono do Colégio Assumpção, arrumou uma vaga de professor para o filho, tão logo ele concluiu o Científico. Ele pretendia que, com a profissão, o filho abandonasse o gosto pela música. 

    Silas dava aulas de Português, quando começou a namorar uma das alunas, a jovem Elaine dos Santos. Nessa época também fez amizade com o jornaleiro Mano Décio da Viola, que se tornaria seu maior parceiro. Pelas mãos de Elaine e de Mano Décio, Silas sobe os morros cariocas atrás de rodas de samba. Com os dois, frequenta também os tradicionais pagodes nas casas das tias baianas, regados a muita bebida, comida e batucada.

    Seu talento como compositor começa a se revelar, ainda que timidamente. As visitas a estes locais passam a ser cada vez mais constantes e não tarda para que Silas passe a ser considerado como ‘gente da casa’ nos redutos de samba.

  • Nelson Cavaquinho Documentário

    Nelson Cavaquinho Documentário

    Nelson Cavaquinho Documentário, 1969, de Leon Hirszman: Filme sobre o lendário sambista da primeira Estação de Mangueira, um dos maiores personagens da história da música popular brasileira.

    A direção e o roteiro é de Leon Hirszman, um gigante do audiovisual, capaz de expor a realidade com uma autenticidade comovente.

    Nelson Cavaquinho Documentário, 1969

    https://www.youtube.com/watch?v=6VTH_T00gnY

    nelson-cavaquinho-documentarioO filme de 1969, premiado como Destaque do Júri no Festival Brasileiro de Curta-Metragem em 1971, retrata mais do que a música ou a biografia de Nelson.

    Em tom crítico, Leon relata o descaso repugnante ao que o Brasil relega seus verdadeiros heróis. Infelizmente, uma constante, mas que não passa despercebida pelo diretor. (mais…)

  • Onde a coruja dorme

    Onde a coruja dorme

    Onde a coruja dorme (2006): Conheça a essência do samba do cantor Bezerra da Silva, que tornou-se uma estrela nacional nos anos 80, durante a chamada “explosão do pagode”.

     Conhecido como “a voz do morro”, Bezerra da Silva foi um dos mais relevantes sambistas de sua época, retratando de forma direta a realidade do povo em suas canções.

    Onde a coruja dorme

    https://www.youtube.com/watch?v=FW59GxdxDEA&ab_channel=WillianMenezes

    Classificado inicialmente pela crítica como “sambandido”, sua música encantou o público brasileiro com crônicas cáusticas e extremamente bem humoradas sobre o cotidiano das favelas cariocas e da Baixada Fluminense.

     Ao seu lado, um time de compositores de origem simples alimentava sua música com versos e harmonias. Uma frase sua se tornou a marca que sintetiza a ideia de esperteza do brasileiro: “Malandro é malandro e mané é mané”.

    • Bezerra da Silva canta Pai Véio

    Onde a coruja dorme. Bezerra da Silva
    Onde a coruja dorme. Bezerra da Silva

    O fruto dessa história é mostrado no documentário Onde a coruja dorme. Lançado como curta metragem em 2001, ganhou prêmios nos festivais de cinema do Rio e Gramado.

    “Você com o revólver na mão é um bicho feroz. Sem ele anda rebolando e até muda de voz”.

    Compositores: Onde a coruja dorme

    Poucos sabem o segredo do sucesso de Bezerra da Silva: sua equipe de compositores – pedreiros, trocadores de ônibus, carteiros, técnicos de refrigeração e biscateiros em geral. Sambistas genuínos escolhidos a dedo por Bezerra. Trabalhadores anônimos que cantam como ninguém o universo da malandragem carioca.

    Graças a um edital, “Coruja” ficou pronto e foi lançado em 2001, ganhando prêmios no Festival do Rio, em Gramado, e circulando bem por festivais estrangeiros.

    Onde a coruja dorme – ficha técnica

    Direção: Simplício Neto, Márcia Derraik
    produção executiva: Rodrigo Letier, Roberto Berliner e Marcia Derraik
    coordenação de produção: Lorena Bondarovsky
    direção de fotografia: Mauro Pinheiro Jr. ABC
    som: Pedro Moreira / Luis Eduardo “Boom”
    edição: Leonardo Domingues
    edição de som e mixagem: Denilson Campos | Soloaudio

  • O homem que engarrafava nuvens

    O homem que engarrafava nuvens

    O homem que engarrafava nuvens: O homem que engarrafava nuvens é um documentário brasileiro lançado em 2009, dirigido por Lírio Ferreira. Diversos grandes nomes da MPB gravaram depoimentos e deram canjas nesse filme, entre eles, o sambista Zeca Pagodinho.

    Este documentário conta a trajetória do compositor Humberto Teixeira, parceiro de Luiz Gonzaga, que juntos foram os responsáveis pela popularização do Baião na cultura nacional.

    O homem que engarrafava nuvens

    O homem que engarrafava nuvens
    O homem que engarrafava nuvens

    Produzido pela filha Denise Dumont, O homem que engarrafava nuvens conta com depoimentos, entre outros, de Zeca Pagodinho, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Bebel Gilberto, Daniel Filho, Elba Ramalho, Otto e David Byrne (Talking Heads). (mais…)

  • Brasileirinho

    Brasileirinho

    Brasileirinho – Grandes encontros do Choro: Brasileirinho é um filme documentário de 2005, um tributo ao choro, gênero musical brasileiro.

    O filme do cineasta e diretor finlandês Mika Kaurismaki foi uma das atrações da mostra Fórum do Festival de Berlim de 2005. 

    Brasileirinho – Grandes encontros do Choro

    Brasileirinho, documentário musical de longa-metragem, mostra a vitalidade atual de um dos mais originais estilos musicais do Brasil, o Choro. Sendo a primeira música instrumental genuinamente brasileira, o Choro tem evoluído nos últimos 130 anos para uma forma fascinante de música tropical contemporânea.

    • História do Choro

    Brasileirinho – Grandes encontros do Choro
    Brasileirinho – Grandes encontros do Choro

    No documentário se apresentam alguns dos mais renomados músicos e intérpretes da atualidade, como Yamandu Costa, Paulo Moura e Guinga, entre outros.

    Seus depoimentos, unidos aos belíssimos números musicais remetem à compreensão da história desse gênero e demonstram o jeito autenticamente brasileiro de tocar o Choro.

    Faixas:
    1. Papo de Anjo
    2. Santa Morena
    3. Um Chorinho Pra Você
    4. Um Calo De Estimação
    5. Assanhado
    6. Brejeiro
    7. Degenerado
    8. Falando de Amor
    9. Papo De Anjo
    10. Foi Uma Pedra Que Rolou
    11. Formosa
    12. Aguenta Seu Fulgêncio
    13. Bole Bole
    14. Chorinho De Gafieira
    15. O Bom Filho à Casa Torna
    16. Sonoroso
    17. Carinhoso
    18. Barração

    Data de lançamento: 31 de agosto de 2005 (França)
    Direção: Mika Kaurismäki
    Fotografia: Jacques Cheuiche
    Roteiro: Mika Kaurismäki, Marco Forster
    Produção: Mika Kaurismäki, Marco Forster

    fonte: Wikipédia

  • Samba Riachão

    Samba Riachão

    Samba Riachão é um filme de 2001, dirigido por Jorge Alfredo, que narra a história do sambista conhecido como Riachão, que aparece como cronista na capital baiana. Um relato histórico da MPB.

    Samba Riachão (2001)

    Riachão é o cronista musical da cidade de Salvador, tendo vivenciado todas as transformações pelas quais passou a música popular brasileira e os meios de comunicação no decorrer do século XX. É através das histórias deste cronista que o filme apresenta um relato histórico da MPB.

    No documentário Samba Riachão, tendo como pano de fundo a sinuosa biografia do sambista Clementino Rodrigues – o Riachão -, o diretor Jorge Alfredo cria faz uma visão panorâmica do samba na Bahia.

    • Paulinho da Viola Meu Tempo é Hoje

    Samba Riachão
    Samba Riachão

    O homenageado personifica a imagem do malandro: terno de linho branco, chapéu, camisa semi-aberta, sapato mocassim e muitos anéis e colares, tornando-se uma das figuras mais emblemáticas da história da música brasileira. (mais…)

  • Paulinho da Viola Meu Tempo é Hoje

    Paulinho da Viola Meu Tempo é Hoje

    Paulinho da Viola Meu Tempo é Hoje: Documentário dirigido por Izabel Jaguaribe, é um perfil afetivo do cantor, instrumentista, compositor e sambista Paulinho da Viola.

    Paulinho Viola Meu Tempo é Hoje(2003)

    Paulinho da Viola Meu Tempo é Hoje
    Paulinho da Viola Meu Tempo é Hoje

    O filme mostra a trajetória do compositor ao indicar suas influências musicais, seus mestres e amigos. Acompanha também sua rotina discreta e muito peculiar em atividades do cotidiano desconhecidas do grande público. (mais…)

  • Entrevista com Cartola

    Entrevista com Cartola

    Entrevista com Cartola: O Vox Populi, produzido e exibido entre 1977 e 1986, era um programa semanal de entrevistas que trazia convidados vitais para se entender o cenário brasileiro.

    No vídeo, um dos compositores mais importantes da música brasileira. Cartola, nascido Agenor de Oliveira, é considerado por muitos como o maior sambista da música brasileira. 

    Entrevista com Cartola: Vox Populi

    O programa Vox Populi, da TV Cultura, foi um dos mais marcantes da emissora paulista. No ar entre 1977 e 1986, trazia personalidades brasileiras que ficavam sentadas num estúdio, respondendo perguntas do público e de outras personalidades – perguntas gravadas previamente, a maior parte delas no meio da rua, daí o título do programa.

    Cartola: biografia

    Entrevista com Cartola
    Entrevista com Cartola

    Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980), foi um cantor, compositor, poeta e violonista brasileiro. Tem como maiores sucessos, as músicas As Rosas não Falam e O Mundo É um Moinho.

    Considerado por diversos músicos e críticos como o maior sambista da história da música brasileira, Cartola nasceu no bairro do Catete, mas passou a infância no bairro de Laranjeiras. Tomou gosto pela música e pelo samba ainda moleque e aprendeu com o pai a tocar cavaquinho e violão. Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a se mudar para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma incipiente favela.

    Nelson Cavaquinho

    Na Mangueira, logo conheceu e fez amizade com Carlos Cachaça — seis anos mais velho — e outros bambas, e se iniciaria no mundo da boêmia, da malandragem e do samba. Com 15 anos, após a morte de sua mãe, abandonou os estudos — tendo terminado apenas o primário.

    Arranjou emprego de servente de obra e passou a usar um chapéu-coco para se proteger do cimento que caía de cima. Por usar esse chapéu, ganhou dos colegas de trabalho o apelido “Cartola”. Junto com um grupo de amigos sambistas do morro, Cartola criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira. Ele compôs também o primeiro samba para a escola de samba, “Chega de Demanda”. Os sambas de Cartola se popularizaram na década de 1930, em vozes ilustres como Araci de Almeida, Carmen Miranda, Francisco Alves, Mário Reis e Sílvio Caldas.

    Em 1974, aos 66 anos, Cartola gravou o primeiro de seus quatro discos-solo e sua carreira tomou impulso de novo com clássicos instantâneos como “As Rosas não Falam”, “O Mundo É um Moinho”, “Acontece”, “O Sol Nascerá” (com Elton Medeiros), “Quem Me Vê Sorrindo” (com Carlos Cachaça), “Cordas de Aço”,”Alvorada” e “Alegria”. No final da década de 1970, mudou-se da Mangueira para uma casa em Jacarepaguá, onde morou até a morte, em 1980.

  • As Batidas do Samba

    As Batidas do Samba

    As Batidas do Samba (2010), de Bebeto Abrantes: Um registro da evolução do samba desde o início do século XX até a atualidade.

    Passando pelas transformações que o gênero sofreu ao longo dos anos, como a introdução dos instrumentos de percussão no ritmo, o documentário ainda registra ensinamentos dos mestres Marçalzinho, Monarco e Wilson das Neves.

    As Batidas do Samba

    A evolução da batida do samba carioca desde o início do século XX é o tema deste filme. Detalha-se o processo de introdução dos instrumentos percussivos e sua transformação para dar ao ritmo a peculiaridade que assume no Rio de Janeiro.

    “Pra mim não existe música ruim, ou ela é música ou então ela não é nada”
    (Wilson das Neves).

    Coração do Samba

    As Batidas do Samba. Cartaz
    As Batidas do Samba. Cartaz

    Descontadas raras exceções, os músicos, compositores e percussionistas do mundo do samba, sem formação musical, são talentos intuitivos, que não escrevem partituras, o que aumenta a importância do registro desta memória, orientado por mestres como Marçalzinho, Monarco e Wilson das Neves.

    As Batidas do Samba – Ficha técnica:

    Roteiro: BEBETO ABRANTES, MARCELO RODRIGUES | Diretor de Fotografia: PEDRO URANO | Operador de Câmera: DANTE BELLUTI | Som Direto: VALÉRIA FERRO | Montagem: MARCELO RODRIGUES | Música: FONOGRAMAS DE SAMBAS ORIGINAIS | Editor de Som: L.C. VARELLA | Produtor: FLÁVIA LIMA | Produtor Executivo: MARA LOBÃO | Companhia Produtora: PANORÂMICA COMUNICAÇÃO |

    As Batidas do Samba – Destaques

    Monarco – Wilson das Neves – Nilo Sérgio – Paulao 7 Cordas – Moacyr Luz – Grupo Fundo de Quintal – Marçalzinho.

     

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