Autor: pozzana

  • Show Fogaréu da cantora Renata Jambeiro

    Show Fogaréu da cantora Renata Jambeiro

    Show Fogaréu da cantora Renata Jambeiro: Renata Jambeiro é porta-voz da ancestralidade africana, unificando música, teatro e dança e fazendo arte nos palcos do mundo.  

    Show Fogaréu da cantora Renata Jambeiro

    O show Fogaréu, no Teatro Rival no Rio de Janeiro, apresenta o repertório do CD, aliando autores e compositores consagrados à nova geração do samba.

    Show Fogaréu da cantora Renata Jambeiro
    Show Fogaréu da cantora Renata Jambeiro

    Comporta ainda, duas músicas de autoria da cantora, sendo umas delas em parceria, além de canções afetivas, conhecidas do grande público; algumas já gravadas por Renata Jambeiro em álbuns anteriores.

    Com direção musical do violinista francês Nicolas Krassik e direção geral de parceria entre a cantora Renata Jambeiro e o ator Jefferson Almeida,e produção executiva de Jacqueline Marttins – Cola Comigo Que Tu Samba- o lançamento do CD Fogaréu  faz uma leitura altamente dançante, sofisticada, enérgica e cênica da cultura popular e das culturas tradicionais, uma vez que Renata é, além de cantora, também atriz, dançarina e pesquisadora.

    Fogaréu conta com cenário de Jefferson Almeida e luz concebida por Moisez Vasconcellos. A banda é formada pelos músicos Nicolas Krassik- violino, Lúcio Rodrigues- violão de 7, Leonardo Pereira- cavaco,Rodrigo Ramalho- acordeon,  Luís Barcelos- bandolim, Magno Julio – percussão, Luiz Augusto – percussão, Chris Mourão – percussão.   (mais…)

  • Primeira edição do Samba do Retiro

    Primeira edição do Samba do Retiro

    Primeira edição do Samba do Retiro contará com shows de Zélia Duncan, Xande de Pilares, Ana Costa e Juninho Thyba. Evento conta com promoção da Globo e acontece no dia 13 de dezembro, domingo, a partir das 15h, e tem como objetivo arrecadar fundos para o Retiro dos Artistas.

    Primeira edição do Samba do Retiro

    Primeira edição do Samba do Retiro: Xande de Pilares
    Primeira edição do Samba do Retiro: Xande de Pilares

    Um dos ritmos mais populares do país será destaque na primeira edição do Samba do Retiro, evento beneficente que acontece no dia 13 de dezembro, domingo, com o objetivo de arrecadar fundos para o Retiro dos Artistas.

    A partir das 15h, os moradores da instituição abrem as portas para Zélia Duncan, Ana Costa, Xande de Pilares e Juninho Thybau animarem a tarde junto com o ator Michel Melamed, mestre de cerimônias do encontro.

    A festa tem promoção da Globo e o ingresso custa 15 reais. Todos os artistas abriram mão do cachê.

    Samba do Retiro. Ziraldo
    Samba do Retiro. arte: Ziraldo

    O público também poderá conferir a exposição de fotos idealizada pelo renomado fotógrafo Marcelo Tabach. Intitulada “Alegria”, o trabalho se dedica a mostrar momentos descontraídos dos artistas que hoje moram no Retiro. (mais…)

  • Filme O Cantor de Samba na época de Noel Rosa

    Filme O Cantor de Samba na época de Noel Rosa

    Filme O Cantor de Samba na época de Noel Rosa: Hoje é aniversário do nascimento de Noel Rosa, um dos maiores nomes da história da música brasileira.

    Conheça como era o Rio de Janeiro, o carnaval e o futebol na época em que vivia o sambista. Veja ainda um registro valioso de Noel se apresentando com o seu grupo, o Bando de Tangarás, conjunto vocal e instrumental organizado no Rio de Janeiro em 1929. Seus integrantes eram Almirante (pandeiro e vocal), Braguinha (violão e vocal), Henrique Brito (violão), Noel Rosa (violão) e Alvinho (violão e vocal).

    Filme O Cantor de Samba na época de Noel Rosa

    O nome foi inspirado na lenda dos tangarás, pássaros “cantadores” e “dançarinos” que, sempre em grupo de cinco, quatro formando roda e o quinto no centro (personificado no conjunto por Almirante), saltitando, cantam e dançam alegremente.

    Filme O Cantor de Samba na época de Noel Rosa
    Filme O Cantor de Samba na época de Noel Rosa

    Filme de autoria de Alexandre Dias sobre o início das gravações de discos no Rio de Janeiro. O filme pesquisou e recuperou as únicas imagens de Noel Rosa cantando no Bando dos Tangarás com Almirante.

    Noel de Medeiros Rosa (Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 1910 — Rio de Janeiro, 4 de maio de 1937) foi um sambista, cantor, compositor, bandolinista, violonista brasileiro e um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Ainda adolescente, aprendeu a tocar bandolim de ouvido e tomou gosto pela música — e pela atenção que ela lhe proporcionava.  Logo, passou ao violão e cedo tornou-se figura conhecida da boemia carioca.

    Teve contribuição fundamental na legitimação do samba de morro e no “asfalto”, ou seja, entre a classe média e o rádio, principal meio de comunicação em sua época – fato de grande importância, não só para o samba, mas para a história da música popular brasileira.

    Filme O Cantor de Samba na época de Noel Rosa. Ficha Técnica.

    Produção: Ana Giannasi, Renato Bulcão
    Fotografia: Louis Chilson
    Roteiro: José Roberto Torero
    Edição: Michael Ruman

    fonte: Wikipedia.org

  • Eduardo Gallotti e convidados em homenagem a Noel Rosa

    Eduardo Gallotti e convidados em homenagem a Noel Rosa

    Eduardo Gallotti e convidados em homenagem a Noel Rosa: hoje, 11/dez, às 22h30

    Abrindo o fim de semana, uma roda de samba especial em homenagem ao aniversário de Noel Rosa com Eduardo Gallotti convidando os cantores Moyses Marques, Alfredo Del Penho e Pedro Miranda.

    Eduardo Gallotti e convidados em homenagem a Noel Rosa

    Eduardo Gallotti e convidados em homenagem a Noel Rosa
    Eduardo Gallotti e convidados em homenagem a Noel Rosa

    O cantor, cavaquinista e compositor Eduardo Gallotti presta homenagem ao aniversário de NOEL ROSA (que faria 105 anos se vivo), com sambas do jovem compositor cantados e tocados por ele e pelos também compositores, instrumentistas e cantores que despontam no atual roteiro do samba carioca Pedro Miranda (Samba de Fato), Alfredo Del-Penho e Moyseis Marques.

    Será uma edição única e exclusiva do Trapiche com a garantia de uma noite com o melhor do samba, tendo no repertório clássicos de ontem e de hoje, além de faixas que a memória incrível do experiente Gallotti resgata. (mais…)

  • Feijoada da Banda da Rua do Mercado

    Feijoada da Banda da Rua do Mercado

    Feijoada da Banda da Rua do Mercado: Pra quem estava esperando a Banda passar, olha ela aí outra vez…

    Mantendo a tradição de enaltecer personalidades e grandes nomes do Carnaval e cultura carioca, a Banda da Rua do Mercado tem a honra de homenagear o compositor, intérprete, escritor e estudioso das culturas africanas, Nei Lopes do Salgueiro, no Carnaval de 2016, ano em que completará 18 anos de fundação.

    A Banda da Rua do Mercado começará o esquenta para o Carnaval de 2016, com uma primeira feijoada, no dia 12 de dezembro, a fim de lançar oficialmente, a camisa em homenagem a Nei Lopes.

    Feijoada da Banda da Rua do Mercado

    E é com dose extra de alegria, que a Banda desfilará sua maioridade no dia 4 de fevereiro, quinta-feira que antecedo o Carnaval, a partir das 19 horas, com concentração na esquina da Rua do Mercado com Rua do Ouvidor, em frente ao antigo prédio da Bolsa de Valores, do Rio de Janeiro, a partir das 17 horas.

    Feijoada da Banda da Rua do Mercado
    Feijoada da Banda da Rua do Mercado

    Uma das mais animadas do calendário de Momo, A Banda da Rua do Mercado saiu pela primeira vez no dia 11 de fevereiro de 1999, com uma grande homenagem aos trabalhadores do Centro do Rio.

    De lá para cá, cresceu e apareceu. Tornou-se uma das mais badaladas da cidade e entrou para o calendário oficial do Carnaval carioca.  Cerca de quinze mil pessoas participam dessa grande folia, seja acompanhando a Banda em seu trajeto ou assistindo às apresentações de grandes nomes do samba, que fazem shows, sem intervalos, no palco montado na concentração.

    Fundada em 1998 por jornalistas, operadores do mercado financeiro, comerciantes, profissionais liberais, estudantes e trabalhadores do Centro do Rio, além de frequentadores da região em torno da Praça XV e do Arco do Teles, a Banda da Rua do Mercado teve como um de seus fundadores e maior incentivador, Albino Pinheiro, também fundador da Banda de Ipanema. (mais…)

  • Nei Lopes do Salgueiro

    Nei Lopes do Salgueiro

    Biografia: Nei Lopes

    Nei Lopes é compositor, intérprete, escritor e estudioso das culturas africanas. Bacharel em Direito e Ciências Sociais, este carioca de 73 anos, tem vasta obra literária publicada sobre suas pesquisas. Ícone cultural e “enciclopédia viva do samba”, não esconde a paixão por sua escola de coração, a Acadêmicos do Salgueiro. 

    Nei Lopes

    Feijoada da Nei Lopes
    Nei Lopes. foto: Felipe Nébias

    Expoente da cultura e cenário musical, Nei Lopes entra para a seleta lista de homenageados pela Banda da Rua do Mercado, por sua contribuição intelectual e artística ao Brasil.

    Em 2001, participou do projeto musical “Ouro Negro”, em homenagem ao maestro Moacir Santos, escrevendo letras para cinco canções gravadas respectivamente por Gilberto Gil, Milton Nascimento, Djavan, João Bosco e Ed Motta. Em 2005, seu CD “Partido ao cubo” foi eleito o melhor disco de samba, no Prêmio da Música Brasileira.

    Também conferencista, em 2010, Nei Lopes apresentou na Academia Brasileira de Letras “O negro na literatura brasileira: autor e personagem”. No ano seguinte, palestrou na Bienal do Livro do Rio de Janeiro; performance repetida em 2012, na Tarrafa Literária, em Santos. Neste mesmo ano, também gravou depoimento sobre sua trajetória no Museu da Imagem e do Som. De escritor a personagem foi biografado na coleção “Retratos do Brasil Negro”, com a publicação escrita pelo jornalista Oswaldo Faustino. (mais…)

  • Zé Guilherme em homenagem a Orlando Silva

    Zé Guilherme em homenagem a Orlando Silva

    Zé Guilherme lança CD em homenagem a Orlando Silva no Sesc Belenzinho

    Zé Guilherme em homenagem a Orlando Silva: Abre a Janela – Zé Guilherme Canta Orlando Silva faz justa reverência ao Cantor das Multidões e mostra o olhar de um intérprete contemporâneo para um clássico da música brasileira.

    O Sesc Belenzinho apresenta, no dia 11 de dezembro (sexta-feira, às 21 horas), show de lançamento do CD Abre a Janela – Zé Guilherme Canta Orlando Silva, terceiro trabalho do artista cearense radicado em São Paulo.

    Zé Guilherme em homenagem a Orlando Silva

    O disco é uma bela homenagem a um dos mais significativos intérpretes da música popular brasileira, que completaria 100 anos em 2015. O trabalho é norteado por uma releitura delicada e pessoal do repertório do Cantor das Multidões.

    Zé Guilherme em homenagem a Orlando Silva
    Zé Guilherme. foto: Alessandra Fratus

    Zé Guilherme interpreta de forma autêntica e contemporânea 18 canções que foram selecionadas em um longo processo de pesquisa sobre a trajetória e o repertório de Orlando Silva. Não foi tarefa fácil para o artista escolher diante da extensa lista de músicas. As eleitas foram: “Abre a Janela”, “Cidade Brinquedo”, “Malmequer”, “A Jardineira”, “A Primeira Vez”, “Pela Primeira Vez”, “Curare”, “Dama do Cabaré”, “Lábios Que Beijei”, “Preconceito”, “Aos Pés da Cruz”, “O Homem Sem Mulher Não Vale Nada”, “Meu Consolo É Você”, “Lealdade”, “Meu Romance”, “Cidade do Arranha-céu”, “Faixa de Cetim” e “Alegria”.

    No show, Zé Guilherme também tece alguns comentários, entre uma e outra canção, a respeito da vida e obra de Orlando Silva, bem como sobre o contexto social da época e as razões que nortearam sua escolha do repertório. A banda que o acompanha é formada por Adriano Busko (percussão), Bré Rosário (percussão), Cezinha Oliveira (direção musical, violão, baixo e vocal), Luque Barros (violão de 7 cordas, baixo e vocal), Maik Oliveira (cavaquinho e bandolim) e Pratinha Saraiva (flautas e bandolim). O espetáculo tem ainda direção de cena assinada por Mario Tommaso, figurino de Elísio Kamers e iluminação de Silvestre Júnior (mais…)

  • Considerações sobre o Trem do Samba

    Considerações sobre o Trem do Samba

    Considerações sobre o Trem do Samba:  Aconteceu, dia 5, o tradicional Trem do Samba, projeto iniciado há 20 anos por Marquinhos de Oswaldo Cruz e que movimenta mais de cem mil pessoas. Os shows começaram na Central do Brasil e embarcaram no Trem da Central até a estação de Oswaldo Cruz onde, desta vez, 3 palcos foram montados e tiveram shows simultâneos.

    Considerações sobre o Trem do Samba

    Na Central, a presença marcante das velhas guardas das escolas de samba movimentou os shows. Tia Surica, como sempre, atraiu aplausos empolgados do público.

    Considerações sobre o Trem do Samba. Nelson Sargento
    Nelson Sargento no Trem do Samba. foto: Gianne Carvalho

    O trem depois seguiu lotado e, em cada vagão um grupo animava os convidados. Os passageiros puderam adquirir o ingresso com a troca por um alimento não – perecivel. Nelson Sargento disse que não podia faltar ao evento. Foi prestigiar os músicos com sua alegria de sempre e ainda ensaiando alguns trechos dos sambas mais conhecidos.

    Considerações sobre o TREM DO SAMBA

    Há quase duas décadas, o Dia Nacional do Samba, comemorado em 2 de dezembro, ganhou sua maior e mais democrática celebração. Criado em 1996 pelo compositor Marquinhos de Oswaldo Cruz, o Trem do Samba reúne alguns dos mais expressivos artistas do gênero em um concorrido festival, com entrada franca, que atrai mais de 200 mil pessoas a cada ano.

    Além dos cinco trens que partem no dia 6 da Central do Brasil rumo ao bairro de Oswaldo Cruz, com grupos, blocos e sambistas animando cada um dos seus 36 vagões, a festa inclui shows com grandes nomes do samba – como D. Ivone Lara, Nelson Sargento, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Noca da Portela, Tantinho da Mangueira, Velhas Guardas da Portela, Mangueira, Vila Isabel e Império Serrano, Hamilton de Holanda, Dorina, entre muitos outros, espalhados em quatro palcos (Central e Oswaldo Cruz). O projeto conta com o patrocínio da Prefeitura do Rio, através da Riotur e apoio da Supervia. A realização é da Merecita Promoções em parceria com a produtora Conceito A Mais.

    Trem do Samba
    foto: Gianne Carvalho

    “A ideia é valorizar e celebrar o samba, uma das maiores expressões artísticas e culturais do país, aproximando o público de seus ídolos, bem como valorizar sua história”, resume Marquinhos. Esse foi o ponto de partida, além da preocupação em chamar a atenção do bairro de Oswaldo Cruz para sua história, que deu forma ao projeto, ainda modesto, no fim da década de 80, quando Marquinhos nem havia se tornado compositor.

    Ao refazer o trajeto de Paulo da Portela e outros sambistas – que no início do século passado se reuniam no trem de volta pra casa para cantar e ao mesmo tempo fugir da repressão que havia ao samba –, Marquinhos foi contando essa e outras histórias e a elas juntou a sua própria história para dar origem ao Trem do Samba: “Começou em 1991 e durou alguns anos. Me tornei compositor nesse tempo e quando retomei em 1996, nunca mais parei”, completa o sambista, que viu, ano a ano, seu projeto se tornar o maior festival do gênero no país, graças não só à adesão dos cariocas, de norte a sul, mas de turistas estrangeiros e de outras cidades brasileiras, que vem ao Rio prestigiar o evento. Para comemorar seus 20 anos em 2015, o Trem do Samba atravessará fronteiras para uma inédita edição francesa, em Nice.

     

  • Casuarina em homenagem à obra de Dorival Caymmi

    Casuarina em homenagem à obra de Dorival Caymmi

    Casuarina em homenagem à obra de Dorival Caymmi: Entrando no clima intimista que o Teatro Rival Petrobras oferece, o CASUARINA leva à casa da Cinelândia, pela primeira vez, o show “No Passo de Caymmi”, baseado em seu sexto e mais recente CD. O trabalho reúne 17 canções representativas de todas as fases da carreira de Dorival Caymmi, um dos maiores artistas da história da música brasileira que teria completado 101 anos em 2015.

    O show acontece dia 11 de dezembro, sexta-feira, às 19h30.

    Casuarina em homenagem à obra de Dorival Caymmi

    É o primeiro CD gravado exclusivamente pelo quinteto, sem músicos convidados, overdubs ou instrumentos “estrangeiros” à sua formação. Mantendo a coerência com o estilo artesanal escolhido para o disco (a arte, por exemplo, foi toda desenhada a mão pelo designer Diogo Montes), eles decidiram deixar as vozes e os instrumentos o mais natural possível, tal como foram gravados, praticamente sem fazer uso de ferramentas de afinação e pós-produção. Não é coincidência que a obra do compositor tenha sido o estopim para que o Casuarina buscasse a sofisticação na simplicidade: artesão do mínimo, Caymmi criou personagens, histórias e linguagens com uma capacidade de síntese sem paralelos no nosso cancioneiro.

    Casuarina em homenagem à obra de Dorival Caymmi
    Casuarina em homenagem à obra de Dorival Caymmi

    No repertório, lendárias canções praieiras, como “É Doce Morrer no Mar” e “O Bem do Mar”; alguns de seus sambas-canção, já com ares bossanovistas, como “Dora” e “Marina”; sambas irreverentes, como “A Vizinha do Lado” e “Requebre Que Eu Dou Um Doce”; e uma amostra das loas que teceu à sua terra natal, como “Saudade da Bahia” e “Você Já Foi à Bahia?”. Há, também, quatro clássicos registrados em forma de vinheta, que ajudam na transição entre os climas do disco: “Suíte dos Pescadores”, “Maricotinha”, “Oração de Mãe Menininha” e “Maracangalha”.

    O CD, indicado ao Prêmio da Música Brasileira em 2015, foi produzido pela Superlativa e gravado a partir do desejo do grupo de registrar os arranjos originais feitos por Daniel Montes e João Fernando para o projeto ’100 Anos de Caymmi’, elaborado por Gabriel Azevedo e apresentado na Caixa Cultural do Rio de Janeiro em maio de 2014. “Ao término dos ensaios, sabíamos que seria injusto que arranjos tão delicados se perdessem na efemeridade de poucos shows. Na semana seguinte já estávamos em estúdio gravando. Esse trabalho nos reconecta com a nossa essência e nos faz voltar a ter prazer de soar intimista”, justifica João Cavalcanti, um dos vocalistas do Casuarina. (mais…)

  • Documentário A História do Samba Carioca

    Documentário A História do Samba Carioca

    Documentário A História do Samba Carioca (1987): O Rio de Janeiro é o berço das inovações do samba, incorporando ao movimento baiano o chamado Samba Enredo, trilha sonora dos luxuosos desfiles de carnaval.

    Grandes músicos, na maioria não profissionais da música, transformaram o ritmo num estilo de vida e forma de expressão. Um dos mais importantes representantes desse universo carioca é Martinho da Vila, popular criador de obras como “Tom maior” e “Pra que dinheiro”.

    Eclats Noirs du Samba (Fragmentos Negros do Samba) é uma série produzida pela televisão francesa que destaca a importância da influência da cultura negra na música brasileira.

    Documentário A História do Samba Carioca

    Documentário A História do Samba Carioca
    Documentário A História do Samba Carioca

    Produzido no Brasil em 1987 pela TF1 em associação com o “Centro National de La Cinematographie et du Ministere des Affaires Etrageres” Eclats Noirs du Samba é apresentado por Grande Otelo com a participação de grandes nomes da MPB e dirigido pelo consagrado diretor francês Hubert Niogret.

    O documentário fala da origem do Samba. Da conexão Bahia – Rio de Janeiro e suas vertentes criadas a partir disso: Chorinho, Partido Alto, Samba de Morro e Samba Enredo. A história do samba carioca. (mais…)