Escola de Cavaquinho Delavusca: Aprender a tocar cavaquinho é uma atividade prazerosa e enriquecedora. O Professor Daniel Delavusca pode te ensinar todos os macetes do instrumento de modo prático e divertido.
Escola Cavaquinho Delavusca
Aula presencial e online.
Didática simples e prática!
Aprenda tocando as músicas que você mais gosta!
Material de apoio incluso em 3 e-books: – Cavaco Solo; – Cavaco Base; e – Leitura rítmica e melódica.
As aulas ocorrem uma vez por semana. Tempo médio por aula: 1h e 20min
Joyce Cândido em show inédito: Joyce Cândido comemora 10 anos de carreira com show no Theatro Net Rio.
Cantora e compositora apresenta músicas dos cinco álbuns lançados na última década e traz convidados especiais que fazem parte da sua trajetória artística, como Badi Assad, Rildo Hora, Toninho Geraes e Carlinhos de Jesus, dentre outros
Joyce Cândido em show inédito
No repertório do espetáculo, estão presentes canções dos álbuns “Panapaná”, “O bom e velho samba novo”, ” O que sinto”, ” Imaginidade”, além do single “Fino trato”, que dá nome ao seu mais recente show. Alceu Maia e Rildo Hora, que já dirigiram shows da cantora, fazem participação especial ao lado de Carlinhos de Jesus, com quem Joyce dança em seu DVD.
A cantora e violonista Badi Assad, referência musical da vanguarda paulistana, os cantores/compositores Toninho Geraes e Fabiano Salek fazem duetos com Joyce, que também toca piano no show.
Convida amigos como Wilsinho Soler, cavaquinista de Londrina quem a levou para cantar pela primeira vez numa roda de samba; Guilherme Sá, cavaquinista carioca, com quem tem várias composições; e Léo Bento, seu parceiro no projeto de música para crianças. Compositores como Leandro Fregonesi, Roberto Pontes, Edu Krieger e Deivid Domênico têm músicas inéditas interpretadas por Joyce neste show.
Trajetória – Joyce Cândido em show inédito
Joyce Cândido vem ganhando prestígio no cenário das cantoras da nova geração. Lançou seu primeiro álbum, Panapaná, em 2006, em Londrina. Em seguida, muda-se para Nova Iorque, onde reside por três anos, estudando na Broadway Dance Center e cantando no circuito de bares novaiorquinos.
Em 2010, ganhou o prêmio Press Award 2010 como Melhor Cantora Brasileira nos EUA, retornando ao Brasil no ano seguinte, lançando, pela Biscoito Fino, “O bom e velho samba novo”, produzido por Alceu Maia. O show de lançamento do CD teve direção de Bibi Ferreira.
Joyce Cândido – by Cris Gomes
Na cidade maravilhosa, sua carreira artística ganhou respaldo de Chico Buarque, quem a indicou para a Biscoito Fino; Beth Carvalho e Milton Nascimento, que prestigiaram seus shows; Toquinho, que a convida para seu show de 50 anos de carreira; Jorge Aragão, que a convida para a gravação de seu Sambabook; Bibi Ferreira, sua diretora e amiga; Marília Pêra, Zezé Motta, João Bosco, Elza Soares, Carlinhos de Jesus, Toninho Geraes, que participam de seus shows, entre outros tantos artistas que Joyce vem conquistando amizade, respeito e admiração.
O bom e velho samba novo – Joyce Cândido em show inédito
Em 2013, o álbum “O bom e velho samba novo” ganhou versão DVD ao vivo, lançado pela Warner Music, com participações de João Bosco, Elza Soares, Toninho Geraes e Carlinhos de Jesus. Em 2015, lançou o EP ” O que sinto”, também pela Warner. Em 2017, Joyce estreou o espetáculo “Imaginidade”, lançando CD homônimo, seu quinto álbum, produzido de forma independente ao lado do compositor Léo Bento. Além disso, estreou o show “Fino trato”, no Circo Voador.
Joyce tem se apresentado em mundo afora: Midem (Cannes), Womex (Budapeste e Santiago de Compostela); projeto Novas Vozes do Brasil (Espanha); shows pela Alemanha, Itália, Portugal, França, República Tcheca, Hungria, Holanda e Canadá. Em 2017, foi convidada a ir ao Japão, pela primeira vez, onde recebeu o prêmio como Embaixadora da Música Brasileira no Mundo, Focus Brasil – Press Award.
Aos 34 anos, a cantora celebra dez anos de carreira, contando a partir do lançamento de seu primeiro CD. Sua a vida musical, porém, começou cedo, na pequena cidade do interior de São Paulo, Maracaí, onde iniciou seus estudos, tocando piano. Formou-se no Conservatório Carlos Gomes de Marília, (SP) e fez Faculdade de Música em Londrina, PR.
Show Joyce Cândido 10 anos de carreira
Local: Theatro Net Rio / Data : 12 de dezembro de 2017, terça-feira / Horário : 21h00
Lista amiga : producao@joycecandido.com Ingressos: R$80,00 (plateia); R$60,00 (balcão) Clientes NET e lista amiga pagam meia. Informações: (21) 2147-8060 Endereço: Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro
Noca da Portela lança CD no Renascença:“Homenagens”. Esse é o título do CD que Noca da Portela lança no próximo dia 16 de outubro, domingo, no Renascença Clube, Andaraí.
Aos 83 anos de idade e 62 anos de samba, o cantor e compositor merece mesmo ser reverenciado.
Noca da Portela lança CD no Renascença
As homenagens a que o artista se refere podem ser a lugares – a Minas Gerais natal, o Rio de Janeiro que adotou como seu, Bahia, São Paulo e Brasília –, assim como pode ser aos parceiros – como Nelson Cavaquinho, Dona Ivone Lara e o acadêmico imortal Arnaldo Niskier –, a famosos e desconhecidos – caso de Tia Surica e do idoso que se exercita diariamente no entorno do Engenhão –, ou mesmo ao próprio samba, que festeja seu centenário.
“Noca é um artista muito atuante. Com sambas de enredo seus, várias escolas já desfilaram – Irmãos Unidos do Catete, Paraíso do Tuiuti, Portela… Suas músicas carnavalescas embalaram inúmeros desfiles de grandes blocos – Barbas, Simpatia É Quase Amor, Cacique de Ramos…” – Martinho da Vila
Noca da Portela lança CD no Renascença
São mais de 400 sambas inéditos guardados, 15 dos quais saíram da gaveta e acabam de ser gravados pelo autor sob a regência e com os arranjos de Mauro Diniz.(mais…)
Documentário Silas de Oliveira 100 anos: Vídeo sobre o centenário de nascimento do grande sambista Silas de Oliveira (1916-1972), fundador da escola de samba Império Serrano.
Documentário Silas de Oliveira 100 anos
Compositor de clássicos do samba, como “Aquarela brasileira”, “Heróis da liberdade” (com Manoel Ferreira e Mano Décio da Viola) e “Meu drama” (com Joaquim Ilarindo), entre outros.
Silas de Oliveira
Produzido pelo Centro de Programas Integrados da Funarte, o vídeo tem depoimentos do historiador Luiz Antonio Simas, das escritoras e pesquisadoras Marília Trindade Barboza e Rachel Valença e do baterista e compositor Wilson das Neves.
As fotografias que ilustram o vídeo fazem parte do acervo pessoal de Rachel Valença e foram gentilmente cedidas para esta homenagem. Funarte/2016.
FUNARTE
Presidente: Humberto Braga Diretor Executivo: Reinaldo Veríssimo Diretora do Centro de Programas Integrados: Maristela Rangel Coordenador do Canal Virtual/Portal das Artes: Pedro Paulo Malta
Operação de câmera e edição do vídeo: Márcia Francisco e Rafael Magalhães Site oficial: http://www.funarte.gov.br/
Desde menino frequentou as rodas de samba, apesar da resistência do pai, que era pastor protestante e via na música uma ‘manifestação do diabo’. O pai, dono do Colégio Assumpção, arrumou uma vaga de professor para o filho, tão logo ele concluiu o Científico. Ele pretendia que, com a profissão, o filho abandonasse o gosto pela música.
Silas dava aulas de Português, quando começou a namorar uma das alunas, a jovem Elaine dos Santos. Nessa época também fez amizade com o jornaleiro Mano Décio da Viola, que se tornaria seu maior parceiro. Pelas mãos de Elaine e de Mano Décio, Silas sobe os morros cariocas atrás de rodas de samba. Com os dois, frequenta também os tradicionais pagodes nas casas das tias baianas, regados a muita bebida, comida e batucada.
Seu talento como compositor começa a se revelar, ainda que timidamente. As visitas a estes locais passam a ser cada vez mais constantes e não tarda para que Silas passe a ser considerado como ‘gente da casa’ nos redutos de samba.
Silas de Oliveira (Rio, 4 de outubro de 1916 — Rio de Janeiro, 20 de maio de 1972) foi um grande compositor e sambista brasileiro.
Entre suas músicas imortais, destacam-se “Aquarela Brasileira” (1964), “Heróis da liberdade” (1969), entre outras pérolas.
Silas de Oliveira
Desde menino frequentou as rodas de samba, apesar da resistência do pai, que era pastor protestante e via na música uma ‘manifestação do diabo’. O pai, dono do Colégio Assumpção, arrumou uma vaga de professor para o filho, tão logo ele concluiu o Científico. Ele pretendia que, com a profissão, o filho abandonasse o gosto pela música.
Silas dava aulas de Português, quando começou a namorar uma das alunas, a jovem Elaine dos Santos. Nessa época também fez amizade com o jornaleiro Mano Décio da Viola, que se tornaria seu maior parceiro. Pelas mãos de Elaine e de Mano Décio, Silas sobe os morros cariocas atrás de rodas de samba. Com os dois, frequenta também os tradicionais pagodes nas casas das tias baianas, regados a muita bebida, comida e batucada.
Silas de Oliveira na caixinha de fósforo
Seu talento como compositor começa a se revelar, ainda que timidamente. As visitas a estes locais passam a ser cada vez mais constantes e não tarda para que Silas passe a ser considerado como ‘gente da casa’ nos redutos de samba.
Reinaldo no Cozido da Portela:Cantor Reinaldo será a grande atração do ‘Cozido da Portela’. O evento vai agitar a quadra da escola no feriado de 7 de Setembro.
Reinaldo no Cozido da Portela
O cantor Reinaldo, o Príncipe do Pagode, será a grande atração do Cozido da Portela, evento que vai movimentar a quadra da Majestade do Samba no feriado de 7 de setembro, Dia da Independência (quarta-feira), a partir das 13h. Cerveja gelada, comida gostosa e música da melhor qualidade não vão faltar.
A abertura ficará a cargo do grupo Soul + Samba, que promete agitar a galera com muito pagode, samba e outros ritmos. Em seguida, Reinaldo sobe ao palco do Portelão para matar a saudade dos fãs.(mais…)
Musical Ataulfo Alves: O musical Ataulfo Alves, o Bom Crioulo volta a ser encenado. Desta vez, em sessão única, em Nova Friburgo, nesta sexta-feira, às 20h.
Sucesso no Rio de Janeiro, a peça foi convidada para o Festival Sesc de Inverno, que está completando 15 anos e é o maior evento cultural multilinguagem do Brasil.
Musical Ataulfo Alves, o Bom Crioulo
Festival Sesc de Inverno terá musical sobre o compositor. Espetáculo fará apresentação especial pelos 100 anos do samba.
O musical faz parte da comemoração do centenário do samba, que no festival inclui shows de Monarco e Damas do Samba.
Musical Ataulfo Alves. foto: Eric Paiva
A peça canta e conta trechos da vida e obra do compositor, tendo como pano de fundo o Brasil das décadas de 1940, 50 e 60.
É dirigida por Luiz Antonio Pilar e tem direção musical de Alexandre Elias – que dirigiu montagens como “Tim Maia, Vale Tudo – O Musical”; “Simbora, o Musical – A história de Wilson Simonal”; e “Gonzagão, a Lenda”, pelo qual recebeu Prêmios Shell e Bibi Ferreira.
Músicas inesquecíveis como “Ai que Saudades da Amélia”, “Atire a Primeira Pedra” e “Mulata Assanhada”. Suas canções foram interpretadas por artistas como Carmen Miranda, Silvio Caldas, Dalva de Oliveira e Elza Soares foram compostas por Ataulfo Alves, um mestre do samba.
“Sempre quis fazer um musical onde o personagem negro fosse o vetor principal. Ele é um ícone da história negra e da música popular brasileira. Ataulfo é um personagem que, a partir de seu talento individual trabalhou em coletividade com grandes nomes da música brasileira, teve uma grande carreira e nunca negou sua origem. Daí o nome do espetáculo: Ataulfo Alves – O Bom Crioulo”, explica Luiz Pilar.
Musical Ataulfo Alves, o Bom Crioulo
Indicada para acima de 14 anos e tem 1h30 de duração, a peça se desenrola num bar vazio, a partir de um encontro imaginário entre o maître e o espírito do músico. O texto trata dos encontros e desencontros, glórias e dores, curiosidades e também da briga com o jornalista e sambista Mário Lago e do ciúme de Dona Judith, mulher de Ataulfo, por causa de Carmem Costa.
A maior parte dos eventos desta 15ª edição do Festival Sesc de Inverno é de graça e acontece no Sesc. O ingresso mais caro custo R$ 20. Um ônibus está percorrendo o Centro da cidade, gratuitamente, para facilitar para o público. www.festivalsescdeinverno.com.br
100 anos de samba no Festival de Inverno: Os 100 anos do Samba serão comemorados com shows pra lá de especiais. Zé da Velha e Silvério Pontes, parceiros há 30 anos, têm muito o que mostrar no trombone e trompete.
Eles sobem ao Palco das Artes no Sesc de Nova Friburgo, às 20h, desta quarta-feira, dia 17. E no sábado, dia 20, é a vez de Monarco e Tuco Pellegrino colocarem todo mundo para sambar. Aos 81 anos, o consagrado compositor da Portela vai lembrar sambas-enredo de sucesso e composições do baluarte.
100 anos de samba no Festival de Inverno
Tuco e Monarcoby Vinicius Terror
As Damas do Samba na Roda (Nilze Carvalho, Ana Costa, Áurea Martins e Luiza Dionizio) animam a festa no Sesc Quitandinha, em Petrópolis, no domingo.
E domingo é o último dia desta edição do Festival Sesc de Inverno, que acontece há 15 anos, simultaneamente em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, região serrana fluminense.
Renato Milagres recebe Sombrinha: Em ritmo olímpico o samba pede passagem no Clube Municipal.
Medalha de Ouro do Samba de Raiz o time capitaneado por Renato Milagres e os craques do Grupo Cia. Ltda recebem nesta edição do Encontro de Bambas que acontecerá na próxima sexta-feira (12), o cantor e compositor Sombrinha, para celebrar o sucesso emplacado com o álbum Matéria Prima, mais um de sua carreira solo que conquistou público e critica.
Renato Milagres recebe Sombrinha no Clube Municipal
Um dos maiores representantes do samba verdadeiro, com uma trajetória de muito sucesso, muitos prêmios e reconhecimento nacional e internacional, Sombrinha é também fundador do grupo Fundo de Quintal, o qual integrou por onze anos.
Encontro de Bambas #Olímpico será nesta sexta-feira.
Renato Milagres recebe Sombrinha
A abertura do Encontro de Bambas #olímpico ficará por conta do grupo Swing Carioca, a partir das 20h, desta sexta-feira, 12 de Agosto de 2016, com ingressos antecipados ou adquiridos até o inicio do evento (20h) no valor de R$ 15,00 (Damas) e R$.20,00 (Cavalheiros).
Após as 20h, a entrada para o evento que reunirá Renato Milagres e Sombrinha com o melhor do Samba de Raiz, custará R$.20,00 para as Damas, e Cavalheiros R$.25,00.(mais…)
Elton Medeiros:Nascido no bairro carioca da Glória, Elton Medeiros é compositor, cantor, sambista, produtor musical e radialista.
Considerado um dos melhores melodistas e ritmistas da história do samba, Elton teve sua trajetória na música iniciada aos 17 anos quando tocava de dia na Orquestra Juvenil de Estudantes, que se apresentava na Rádio Roquette-Pinto, e à noite tocava trombone na gafieira Fogão, do compositor Uriel Azevedo.
Elton Medeiros, biografia resumida
Élton Antônio Medeiros começou sua carreira de compositor sendo fundador da ala dos compositores da escola de samba Aprendizes de Lucas.
Seu samba “Exaltação a São Paulo” foi considerado um dos melhores da história da escola. Porém, é através das reuniões no Zicartola que Elton Medeiros criará suas principais obras, sendo um dos principais incentivadores e frequentadores do restaurante musical localizado em um sobrado na Rua da Carioca.
Lá, entrou em contato com sambistas como Cartola, Nelson Cavaquinho, Zé Ketti, Ismael Silva e Paulinho da Viola, que se tornaria seu principal parceiro musical. Além disso, como fruto do Zicartola surgiram o grupo A Voz do Morro e o show A Rosa de Ouro.
Em 1975, ao lado de Wilson Moreira, Nei Lopes, entre outros, participou da fundação do Grêmio Recreativo de Artes Negras Quilombo, idealizado por Candeia.
Entre os principais sambas de Elton Medeiros, destacam-se clássicos como “Peito Vazio”, “O Sol Nascerá” (em parceria com Cartola), “Pressentimento” (com Hermínio Bello de Carvalho), “Madrugada” (Zé Ketti) e “Onde a Dor Não Tem Razão” (com Paulinho da Viola).
2006) Circuito original • Selo Rio 8 Fonográfico • CD (2005) Bem que mereci • Selo Quelé/Biscoito Fino • CD (2003) Um ser de luz – saudação à Clara Nunes • Deckdisc • CD (2002) A música de Paulinho da Viola • Deck Disc • CD (2001) 1º Compasso • Selo Biscoito Fino • CD (2001) Meninos do Rio • Carioca Discos • CD (2001) Aurora de paz • Rob Digital • CD (2000) A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes – Paulinho da Viola e os Quatro Crioulos • SESC-SP • CD (1999) Só Cartola • Leblon Records • CD (1997) A alegria continua • WEA • CD (1996) Mais feliz • Leblon Records • CD (1993) Rosa de ouro – volumes I e II • Odeon • CD (1980) Elton Medeiros • Eldorado • LP (1977) Quatro grandes do samba (c/ Guilherme de Brito, Candeia e Nelson Cavaquinho) • RCA Victor • LP (1973) Elton Medeiros • Odeon • LP (1969) Samba… no duro • (c/ Os Cinco Crioulos) • LP (1968) Samba… no duro • (c/ Os Cinco Crioulos) • LP (1968) Samba na madrugada • RGE • LP (1968) Mudando de conversa • Odeon • LP (1967) Os sambistas • Musidisc • LP (1967) Rosa de ouro (vol. II) • Odeon • LP (1967) Samba… no duro • Odeon • LP (1966) Roda de samba 2 • Musidisc • LP (1965) Rosa de ouro • Odeon • LP (1965) Roda de samba • Musidisc • LP