Dia Nacional do Choro: a data é celebrada em 23 de abril, em homenagem ao nascimento de Alfredo da Rocha Viana Filho, o Pixinguinha, um dos maiores nomes da música brasileira. Esse dia comemora um dos gêneros musicais mais autênticos do Brasil, reconhecido por sua riqueza melódica, harmônica e rítmica.
Dia Nacional do Choro
Patápio Silva (1880-1907)
O Choro, ou simplesmente “Chorinho”, surgiu no Rio de Janeiro no século XIX. É considerada a primeira música urbana tipicamente brasileira, nascendo da fusão de influências europeias, como polcas e valsas, com ritmos afro-brasileiros. O estilo se caracteriza pela improvisação, virtuosismo e expressividade de seus músicos.
Documentário Silas de Oliveira 100 anos: Vídeo sobre o centenário de nascimento do grande sambista Silas de Oliveira (1916-1972), fundador da escola de samba Império Serrano.
Documentário Silas de Oliveira 100 anos
Compositor de clássicos do samba, como “Aquarela brasileira”, “Heróis da liberdade” (com Manoel Ferreira e Mano Décio da Viola) e “Meu drama” (com Joaquim Ilarindo), entre outros.
Silas de Oliveira
Produzido pelo Centro de Programas Integrados da Funarte, o vídeo tem depoimentos do historiador Luiz Antonio Simas, das escritoras e pesquisadoras Marília Trindade Barboza e Rachel Valença e do baterista e compositor Wilson das Neves.
As fotografias que ilustram o vídeo fazem parte do acervo pessoal de Rachel Valença e foram gentilmente cedidas para esta homenagem. Funarte/2016.
FUNARTE
Presidente: Humberto Braga Diretor Executivo: Reinaldo Veríssimo Diretora do Centro de Programas Integrados: Maristela Rangel Coordenador do Canal Virtual/Portal das Artes: Pedro Paulo Malta
Operação de câmera e edição do vídeo: Márcia Francisco e Rafael Magalhães Site oficial: http://www.funarte.gov.br/
Desde menino frequentou as rodas de samba, apesar da resistência do pai, que era pastor protestante e via na música uma ‘manifestação do diabo’. O pai, dono do Colégio Assumpção, arrumou uma vaga de professor para o filho, tão logo ele concluiu o Científico. Ele pretendia que, com a profissão, o filho abandonasse o gosto pela música.
Silas dava aulas de Português, quando começou a namorar uma das alunas, a jovem Elaine dos Santos. Nessa época também fez amizade com o jornaleiro Mano Décio da Viola, que se tornaria seu maior parceiro. Pelas mãos de Elaine e de Mano Décio, Silas sobe os morros cariocas atrás de rodas de samba. Com os dois, frequenta também os tradicionais pagodes nas casas das tias baianas, regados a muita bebida, comida e batucada.
Seu talento como compositor começa a se revelar, ainda que timidamente. As visitas a estes locais passam a ser cada vez mais constantes e não tarda para que Silas passe a ser considerado como ‘gente da casa’ nos redutos de samba.
Silas de Oliveira (Rio, 4 de outubro de 1916 — Rio de Janeiro, 20 de maio de 1972) foi um grande compositor e sambista brasileiro.
Entre suas músicas imortais, destacam-se “Aquarela Brasileira” (1964), “Heróis da liberdade” (1969), entre outras pérolas.
Silas de Oliveira
Desde menino frequentou as rodas de samba, apesar da resistência do pai, que era pastor protestante e via na música uma ‘manifestação do diabo’. O pai, dono do Colégio Assumpção, arrumou uma vaga de professor para o filho, tão logo ele concluiu o Científico. Ele pretendia que, com a profissão, o filho abandonasse o gosto pela música.
Silas dava aulas de Português, quando começou a namorar uma das alunas, a jovem Elaine dos Santos. Nessa época também fez amizade com o jornaleiro Mano Décio da Viola, que se tornaria seu maior parceiro. Pelas mãos de Elaine e de Mano Décio, Silas sobe os morros cariocas atrás de rodas de samba. Com os dois, frequenta também os tradicionais pagodes nas casas das tias baianas, regados a muita bebida, comida e batucada.
Silas de Oliveira na caixinha de fósforo
Seu talento como compositor começa a se revelar, ainda que timidamente. As visitas a estes locais passam a ser cada vez mais constantes e não tarda para que Silas passe a ser considerado como ‘gente da casa’ nos redutos de samba.
Documentários de Samba:Felizmente são muitas as produções reportando o melhor do samba carioca. Entre tantos documentários de samba interessantes, selecionamos alguns dos mais significativos. Confira nos vídeos um pouco do melhor da história do samba!
Documentários de Samba
Os melhores documentários sobre samba
Documentário A História do Samba Carioca
Saravah – O francês Pierre Barouh, um apaixonado pela música brasileira, foi ao Brasil em 1969 para filmar algo que se relacionava à música brasileira na época. Saravah é um registro antológico dos octogenários Pixinguinha e João da Baiana, além da jovem Maria Betânia, e dos jovens Baden Powell e Paulinho da Viola, entre outros.
Paulinho da Viola na Tv Tupi – Nesse precioso registro, um especial da extinta TV Tupy de Televisão em 1980, Paulinho da Viola apresentou músicas autorais e de grandes sambistas e ainda contou valiosas histórias do samba.
Os Pagodes da Tia Doca – Nesta continuação do Paulinho da Viola na Tv Tupi, Paulinho adentra no quintal da famosa pastora da Portela. Ali, figuras lendárias da história do samba estavam presentes – Alvaiade, Clara Nunes, Argemiro, Casquinha, entre outros. Dona Ivone Lara Fecha o vídeo como só ela poderia fazer.
Samba – Com o intuito de revelar as entranhas da orquestra que rege um dos maiores espetáculos do mundo, a bateria da escola de samba, o documentário de Thereza Jessouroun centra suas lentes na bateria do Grêmio Recreativo Estação Primeira de Mangueira e aproveita os depoimentos do filho do fundador da bateria da escola, Elmo dos Santos.
Os Pagodes da tia Doca
Breve História do Samba –Documentário realizado para a disciplina de Sociologia do curso de Comunicação Social: Radialismo da UNESP de Bauru-SP por Andrey Sanches e Thais Oliveira. Com depoimentos de Lecy Brandão, Paulinho da Viola, Monarco, Donga, Sérgio Cabral, Elton Medeiros, entre outros bambas.
Fala Mangueira de 1981 – Como era o morro da Mangueira no início da década de 80? Como e o que pensavam os seus moradores? O Documentário Fala Mangueira! de 1981 é um registro precioso da alma do morro em um dos momentos mais marcantes de sua história, quando o poeta Cartola saía de cena.
A História do Samba Carioca – Eclats Noirs du Samba (Fragmentos Negros do Samba) é uma série produzida pela televisão francesa que destaca a importância da influência da cultura negra na música brasileira. O documentário fala da origem do Samba. Da conexão Bahia – Rio de Janeiro e suas vertentes criadas a partir disso: Chorinho, Partido Alto, Samba de Morro e Samba Enredo.
Batuque na Cozinha – O filme Batuque na Cozinha (2004), sobre as pastoras Tia Doca, Tia Eunice e Tia Surica, foi dirigido pela cineasta Anna Azevedo e mostra as famosas rodas de fundo de quintal que as pastoras da Portela organizavam. Tia Eunice, tia Doca, Tia Surica. A história do samba passa pelo quintal, pela cozinha e pela vida dessas mulheres, pastoras da Velha Guarda da Portela.
Documentário Batuque na Cozinha
• Paulo Moura Documentário sobre samba – Grande virtuoso, Paulo Moura era amante do samba e das raízes africanas da nossa cultura. Daqueles músicos que deixaram um enorme legado musical. Em sessenta e cinco anos de vida profissional, o clarinetista e saxofonista, arranjador, maestro, compositor popular e sinfônico viveu o espírito de sua época (1932-2010) sempre alguns passos a frente.
• Documentário sobre samba de terreiro – Como eram os sambas de quadra, os sambas de terreiro e o carnaval de antigamente? Documentário sobre samba de terreiro apresentado por ilustres portelenses e sambistas. Paulinho da Viola, Monarco, Dona Ivone Lara, Casquinha, Zé Keti, Surica, Elton Medeiros e outros bambas.
O Jaqueirão do Zeca – Para escolher o seu repertório, Zeca organiza uma grande roda de samba conhecida como Jaqueirão. O encontro é uma grande festa sem hora para acabar, onde cantores e compositores interagem e fazem um som. Dessa forma, sambistas têm a chance de apresentar e, quem sabe, ter sua música gravada por Zeca Pagodinho.
Wilson Moreira. Partideiros 1978
Partideiros 1978– Quem eram os grandes compositores do partido alto na década de 1970? Neste precioso registro nomes que são referência até hoje de um estilo de samba que, segundo Candeia, era a mais autêntica expressão do samba. Entre esses bambas, Aniceto, Xangô da Mangueira, Martinho da Vila, Wilson Moreira, entre outros.
Chorinhos & chorões (1974) – Neste documentário, poderemos entender um pouco da origem do choro e obteremos informações sobre os seus grandes expoentes como Joaquim Callado, Anacleto de Medeiros, Pixinguinha, Benedito Lacerda, Dante Santoro, Luperce Miranda, Jacob do Bandolim, Altamiro Carrilho, dentre outros. Raras imagens do lendário bandolinista Luperce Miranda na execução de “Quando me lembro” e “Picadinho à baiana”.
Vai Vai, 80 anos nas ruas.Documentários de Samba
Vai Vai, 80 anos nas ruas – No documentário, são revividos os grandes momentos da Vai-Vai em oito décadas de samba. Confira no vídeo um compacto do filme premiado como ‘Melhor Documentário Brasileiro’ na 35ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
Um dia de Samba– Os Sambistas não deixam o samba morrer no centro de São Paulo. Neste especial de 2002, a rotina dos compositores e sambistas que fazem de São Paulo uma das cidades com maior produção de sambas. Conheça figuras pouco conhecidas, como Benedito do Pagode, entre outros talentos.
Eterno Luiz Carlos da Vila – Nesse documentário de 2009, artistas e família cantam e falam sobre o poeta do samba Luiz Carlos da Vila. Produção de Ediane Abreu e Kilvia Cabral em parceria com o Subúrbio em Transe e direção e edição de Luiz Claudio Lima e Hugo Labanca.
Samba e Jazz. Trailer – A paixão pela música e pelas manifestações populares que se desenvolvem nos mundos do Samba e do Jazz. Confira abaixo o trailer do documentário Samba e Jazz (Brasil / 2015), dirigido por Jefferson Mello.
Se gostou dos Documentários de Samba, visite também História do Samba.
História do Carnaval Carioca: O Carnaval do Rio de Janeiro é considerado o maior carnaval do mundo, desde 2004, pelo Livro dos Recordes. O carnaval carioca é citado por muitos jornais internacionais como o melhor carnaval do mundo. É também o mais famoso e sua popularidade não para de crescer.
O Carnaval Carioca é uma manifestação cultural com diferentes expressões, como desfiles de escola de samba, bailes de carnaval e os blocos e bandas de rua. Também se caracteriza pela irreverência, pelos nomes de duplo sentido (especialmente dos blocos) e pela diversidade.
História do Carnaval Carioca
Após um período de decadência dos festejos de rua, quando o carnaval da cidade resumia-se quase que unicamente aos desfiles das escolas de samba, o carnaval dos blocos e bandas de rua voltou a crescer, entrando oficialmente para o Guinness Book. Confira agora um pouco de sua rica história.
História do Carnaval no Rio de janeiro
Bloco de carnaval em 1960.foto Marcel Gautherot
A História do Carnaval Carioca remonta do período da Independência do Brasil, quando a elite carioca decidiu se afastar do passado lusitano e incrementar a aproximação com as novas potências capitalistas.(mais…)
Documentário Breve História do Samba:Documentário realizado para a disciplina de Sociologia do curso de Comunicação Social: Radialismo da UNESP de Bauru-SP por Andrey Sanches e Thais Oliveira. Com depoimentos de Lecy Brandão, Paulinho da Viola, Monarco, Donga, Sérgio Cabral, Elton Medeiros, entre outros bambas.
Documentário Breve História do Samba
O primeiro registro da palavra “samba” aparece na Revista O Carapuceiro, de Pernambuco, em 3 de fevereiro de 1838, quando Frei Miguel do Sacramento Lopes Gama, escreve contra o que chamou de “samba d’almocreve”.
Donga, Pixinguinha e João da Baiana
Em meados do século 19, a palavra samba definia diferentes tipos de música introduzidas pelos escravos africanos, desde o Maranhão até São Paulo. O samba carioca provavelmente recebeu muita influência de ritmos da Bahia, com a transferência de grande quantidade de escravos para as plantações de café no Estado do Rio, onde ganhou novos contornos, instrumentos e histórico próprio, de forma tal que, o samba moderno, como gênero musical, surgiu no início do século 20 na cidade do Rio de Janeiro (a capital brasileira de então).
Muitos pesquisadores apontam para os ritmos do maxixe, do lundu e da modinha como fontes que, quando sintetizadas, deram origem a ao samba moderno.
Comparado com o maxixe e o tango, o samba aos poucos estava sendo pavimentado e, já dispondo de instrumentos percussivos, foi gradualmente ganhando popularidade como ritmo musical do Rio de Janeiro. (mais…)
Filme O Cantor de Samba na época de Noel Rosa: Hoje é aniversário do nascimento de Noel Rosa, um dos maiores nomes da história da música brasileira.
Conheça como era o Rio de Janeiro, o carnaval e o futebol na época em que vivia o sambista. Veja ainda um registro valioso de Noel se apresentando com o seu grupo, o Bando de Tangarás, conjunto vocal e instrumental organizado no Rio de Janeiro em 1929. Seus integrantes eram Almirante (pandeiro e vocal), Braguinha (violão e vocal), Henrique Brito (violão), Noel Rosa (violão) e Alvinho (violão e vocal).
Filme O Cantor de Samba na época de Noel Rosa
O nome foi inspirado na lenda dos tangarás, pássaros “cantadores” e “dançarinos” que, sempre em grupo de cinco, quatro formando roda e o quinto no centro (personificado no conjunto por Almirante), saltitando, cantam e dançam alegremente.
Filme O Cantor de Samba na época de Noel Rosa
Filme de autoria de Alexandre Dias sobre o início das gravações de discos no Rio de Janeiro. O filme pesquisou e recuperou as únicas imagens de Noel Rosa cantando no Bando dos Tangarás com Almirante.
Noel de Medeiros Rosa (Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 1910 — Rio de Janeiro, 4 de maio de 1937) foi um sambista, cantor, compositor, bandolinista, violonista brasileiro e um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Ainda adolescente, aprendeu a tocar bandolim de ouvido e tomou gosto pela música — e pela atenção que ela lhe proporcionava. Logo, passou ao violão e cedo tornou-se figura conhecida da boemia carioca.
Teve contribuição fundamental na legitimação do samba de morro e no “asfalto”, ou seja, entre a classe média e o rádio, principal meio de comunicação em sua época – fato de grande importância, não só para o samba, mas para a história da música popular brasileira.
Filme O Cantor de Samba na época de Noel Rosa. Ficha Técnica.
Produção: Ana Giannasi, Renato Bulcão Fotografia: Louis Chilson Roteiro: José Roberto Torero Edição: Michael Ruman
Documentário A História do Samba Carioca (1987): O Rio de Janeiro é o berço das inovações do samba, incorporando ao movimento baiano o chamado Samba Enredo, trilha sonora dos luxuosos desfiles de carnaval.
Grandes músicos, na maioria não profissionais da música, transformaram o ritmo num estilo de vida e forma de expressão. Um dos mais importantes representantes desse universo carioca é Martinho da Vila, popular criador de obras como “Tom maior” e “Pra que dinheiro”.
Eclats Noirs du Samba (Fragmentos Negros do Samba) é uma série produzida pela televisão francesa que destaca a importância da influência da cultura negra na música brasileira.
Documentário A História do Samba Carioca
Documentário A História do Samba Carioca
Produzido no Brasil em 1987 pela TF1 em associação com o “Centro National de La Cinematographie et du Ministere des Affaires Etrageres” Eclats Noirs du Samba é apresentado por Grande Otelo com a participação de grandes nomes da MPB e dirigido pelo consagrado diretor francês Hubert Niogret.
O documentário fala da origem do Samba. Da conexão Bahia – Rio de Janeiro e suas vertentes criadas a partir disso: Chorinho, Partido Alto, Samba de Morro e Samba Enredo. A história do samba carioca.(mais…)
Afinal, porquê comemoramos o dia do samba em 2 de dezembro?
Seria essa a data da composição do primeiro samba? O aniversário da Tia Ciata? A data da fundação da primeira escola de samba?
Sem dúvida essas datas são bastante emblemáticas, mas nenhuma delas ocorreu no 2 de dezembro. Na verdade, O Dia Nacional do Samba surgiu por iniciativa do vereador baiano, Luis Monteiro da Costa, para homenagear Ary Barroso. 2 de dezembro seria a data em que Ary visitou Salvador pela primeira vez.
Dia do samba
Dia do Samba. foto: Will Kemet
O Dia do Samba foi instituído pela Câmara de Vereadores de Salvador, em 1940. Desde então, a festa que é celebrada principalmente pelas duas maiores matrizes do samba no mundo: Rio de Janeiro e Salvador.
A homenagem feita pelo vereador foi ganhando força com os anos e se popularizando. Hoje, Rio de Janeiro e Salvador celebram a data como se deveria – com muito samba, festa e alegria. Na verdade o Dia do Samba é celebrado por todo o país. São Paulo, por exemplo, também festeja a data com muitas rodas de samba e artistas do samba paulista.
2 de dezembro
Na capital baiana a festa acontece com grandes shows no Pelourinho reunindo os melhores sambistas da Bahia. No Rio, a data é comemorada com o consagrado Pagode do Trem, ou Trem do Samba. Idealizado pelo cantor e compositor Marquinhos de Oswaldo Cruz, o Trem do Samba está completou vinte anos e promete novamente movimentar a Zona Norte do Rio.
O Trem do Samba faz parte do calendário oficial da cidade e tem estado cada ano mais cheio. São mais de cinco mil foliões cantando nos 32 vagões rumo ao bairro de Oswaldo Cruz.
Dia Nacional do Samba (02/ 12)
Ary Barroso
Ao compor Aquarela do Brasil Ary Barroso inaugurou o gênero samba-exaltação. Ary foi o artista mais gravado por Carmen Miranda, com 30 músicas.
Ao todo são conhecidas 264 composições de sua autoria. Aquarela do Brasil por exemplo, teve centenas de gravações mundo afora e, até hoje, é uma das músicas que mais produz direitos autorais no exterior.
Além do Dia do samba, dentre as homenagens póstumas ao compositor, estão uma estátua em sua homenagem, no Rio de Janeiro, que fica no Leme, Zona Sul da cidade.
Paulo Moura Documentário sobre samba: Grande virtuoso, Paulo Moura era amante do samba e das raízes africanas da nossa cultura. Daqueles músicos que deixaram um enorme legado musical. Em sessenta e cinco anos de vida profissional, o clarinetista e saxofonista, arranjador, maestro, compositor popular e sinfônico viveu o espírito de sua época (1932-2010) sempre alguns passos a frente.
Paulo Moura Documentário sobre samba
Assista ao documentário filmado em 1978 no Morro da Mangueira, RJ. O saxofonista, clarinetista, maestro e arranjador Paulo Moura conta fatos da sua vida e apresenta algumas músicas.
Apresentado no V Festival Internacional de Curtas, SP, 1994. 4 semanas em cartaz no Cine Veneza, RJ, em complemento do longa metragem The Art of Love, Arthur Rubinstein, de François Reichenbach. Produzido por: Flávio Tambellini. Fotografia e direção: Paulo Martins.
Paulo Moura
Paulo Moura (São José do Rio Preto, 15 de julho de 1932 – Rio de Janeiro, 12 de Julho de 2010) foi um compositor, arranjador, saxofonista e clarinetista brasileiro de choro, samba e jazz.
Samba de raiz em 1978
Moura era considerado um dos principais nomes da música instrumental do Brasil.
Paulo Moura fez muitas parcerias com a cantora Maysa de 1969 a 1975. Em shows na Boate Igrejinha, e no Especial da Tv Cultura “Maysa Estudos”.
Em 1982, compôs a trilha sonora do filme O Bom Burguês, dirigido por Oswaldo Caldeira.
Em 2005 fez turnê nacional e internacional do espetáculo Homenagem a Tom Jobim, ao lado de Armandinho, Yamandú Costa e Marcos Suzano.
Participou do documentário Brasileirinho, do finlandês Mika Kaurismaki, que em 2005 foi uma das atrações da mostra Fórum do Festival de Berlim. Sua última apresentação foi no Copacabana Palace em um evento da Sachal Records.(mais…)